domingo, setembro 18, 2011

PONTO...MORTO.


Feirense trava FC Porto (0-0)

                                                              PRIMEIRA LIGA
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              Estádio Municipal de Aveiro, 2011.09.18:


              Feirense, 0 - FUTEBOL CLUBE DO PORTO, 0

              Com alguma fortuna, o Futebol Clube do Porto não regressou de Aveiro onde jogou contra o Feirense na 5ª jornada da Liga, sofrendo um desaire inesperado e, sem dúvida, decepcionante. Antevendo-se que o encontro contra a formação de Vila da Feira poderia não ser de todo fácil, a equipa campeã nacional parece não ter encarado o jogo com os cautelas necessárias, só acordando para a realidade que se passava no relvado a escassos minutos do seu termo. Com alguma dose de fortuna para as nossas cores e uma execução menos feliz de jogadores do Feirense, obstaram que não resultassem em golo na baliza de Helton algumas jogadas de contra-ataque as quais, se tivessem sido concretizadas, nenhumas hipóteses deixariam de recuperação do resultado.



          

7 comentários:

  1. Não se costuma dizer que depois de um péssimo ensaio, vem sempre um grande espetáculo?

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  2. Caro Remígio
    Ainda bem que eu não tenho um blog,porque assim, posso despachar a adrenalina no blog do ...parceiro.
    Porra ! como eu me sinto hoje! Estou ... podre!
    ainda por cima, porque não foi nada que não-qual Zandinga- tivesse "diagnosticado",inclusivé, no comentário de ontem,aqui, no "Dragão Sempre".
    Não perdoo a Vitor Pereira e aos nossos jogadores,claro,o desconchavo de t a m a n h a ! exibição(?). Tanta mexida na equipa,tanta balbúrdia e confusão naquele team, quase me transportavam para tempos que eu julgava mortos e (bem) enterrados.Tenhamos até, consciência, de que hoje poderíamos ter levado p'ra contar... tantas (também ) foram as oportunidades para os da Feira...
    Que raio mexeu com o sr. Vitor Pereira para à 5ª Jornada (QUINTA,carago!) andar (ainda) a fazer toda um série de experiências,"descansos programados", cagadas em série : então tira-se o p.de.l. e "mete-se" um ...médio-extremo ?! tira-se outro avançado e,pimba! outro médio! finalmente ! a escassos e penosos 10 minutos do fim, tira-se um defesa (ah! que saudades do António Oliveira!) e ...surpresa geral:toma-lá-mais-um - médio-extremo!
    Todos temos dias maus,pois temos,mas o SR.VITOR PEREIRA ,quer provar o quê ? e a quem?...
    Foi mau de mais e não querendo bater mais no céguinho, bem gostaria de acreditar que se t6enha "aprendido a lição " e se arrepie caminho já na próxima jornada.
    Assim seja!
    Abraço amigo e que a semana se "componha",qu'esta merda hoje, só lá vai com xanax.
    João Carreira

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  3. Começando pelo fim... Mesmo que o árbitro tenha errado na expulsão de James e errou, o amarelo era mais que suficiente, ao contrário do que disse o debilóide do Valdemar Duarte, não culpem o juíz pelo empate. A culpa foi toda nossa. Começou na abordagem ao jogo e continuou na postura durante o jogo e mais, o resultado é justo. Dito isto, vamos ao que interessa...

    Entre um jogo da Champions que era importante ganhar e ganhamos e outro frente ao clube do regime que também queremos vencer, sem Hulk e Alvaro, jogadores importantes na manobra da equipa, o lateral pela profundidade, o Incrível pela capacidade de desequilibrar e decidir, o F.C.Porto fez uma 1ª parte que só com um grande esforço de contenção sou capaz de qualificar. Nada se aproveitou na 1ª parte portista. Desinspiração total. Defesa tremida, meio-campo apático, lento e sem imaginação e ataque completamente inexistente e que ainda conseguiu ser pior que os outros dois sectores. É preciso recuar até aos piores tempos de Jesualdo, para me lembrar de uma exibição igual. Pareciamos um grupo de amigos que se tinham juntado, pela primeira vez, para fazer um jogo de futebol...

    A segunda foi melhor na atitude, o ritmo aumentou, criamos mais lances de perigo, mas faltou organização, cabeça fria, discernimento. Foi um Porto trapalhão, sem criatividade, incapaz de massacrar e se tivemos algum azar, também e é justo referi-lo, tivemos alguma sorte. Só na parte final, mais com o coração do que com a cabeça, encostamos o Feirense lá atrás.

    As razões para a péssima prestação da equipa de Vítor Pereira, começam na abordagem ao jogo. Se Hulk e Alvaro não estavam a 100% e em condições de jogar, compreendo que não tenham jogado, o plantel dá garantias, mas se já tinhamos fora dois jogadores nucleares, porquê ainda mais mexidas? Porquê a descaracterização de uma equipa que tinha vindo a jogar bem, principalmente no meio-campo? Mas continuou durante o jogo, com várias decisões que não entendo...

    O que está Walter a fazer no banco? Se está no banco, é porque tem condições de jogar e com Kléber a não dar uma para a caixa, porque não sai o ex-Marítimo e entra o Bigorna? O que ficou tanto tempo Belluschi, completamente desastrado, a fazer no campo? Porque não saiu para uma simples troca com Defour, que entrou para o lugar de Rodríguez, numa altura que o uruguaio estava a melhorar e tinha mandado uma bola de cabeça à barra? Ainda, porque entrou Djalma e não Walter, quando tinhamos Varela na direita, James podia encostar à esquerda e não tinhamos ninguém na área? Então não podiamos passar o Fucile para a direita, Rolando no meio e Mangala na esquerda, ficando a jogar com três defesas, quando Sapunaru saiu em dificuldades e entrou o angolano? James no meio, tudo bem, mas com alguém com quem possa jogar, tabelar, para aparecer a finalizar. E a referência, na área, quem era? Tinhamos alas e ninguém para aparecer a dar seguimento aos cruzamentos?

    Foram erros a mais, para um jogo só. Quando se erra tanto, até se pode ganhar, mas a maioria das vezes não se consegue. Foi o que aconteceu, numa noite para esquecer de todos, técnicos e jogadores.
    Dito o que precisava de ser dito, assunto arrumado, é necessário olhar para a frente a aprender com os erros, para que não se voltem a repetir. A lição que fica é: todos os jogos são importantes e quando não são todos encarados da mesma forma, as surpresas acontecem. Agora, a melhor forma de ultrapassar este contratempo, é ganhar aos vermelhos e mostrar que o que aconteceu, foi uma excepção que vai confirmar a regra: um Grande Porto, em 2011/2012.

    Notas finais:
    Lamentavelmente, tinha dito, na antevisão, que a forma como abordassemos o jogo seria fundamental para o que seria o desenrolar da partida. Infelizmente tive razão, o que temia aconteceu... Até no cartão a James que foi muito injusto. Não critico o colombiano, foi uma reacção a quente, que só não compreende, quem nunca jogou à bola.

    Os últimos são os primeiros e os únicos que hoje não fizeram falta de comparência, foram os adeptos, incansáveis no apoio. Parabéns!

    Abraço

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  4. Dois pontos perdidos por culpa de uma exibição deplorável, caracterizada por uma atitude contraproducente, que eu imaginava já completamente erradicada do seio deste valioso plantel. Engano meu e quiçá do próprio treinador que ao invés de corrigir alguns excessos de confiança ajudou a complicar a situação.

    Quem porfia, mata caça, quem relaxa passa «traça». Foi o que aconteceu exactamente.

    O nulo no marcador reflecte a atroz incapacidade de acertar na baliza. Na primeira parte os nove remates portistas não foram na direcção da baliza e na segunda, os remates mais perigosos esbarraram nos ferros. Varela teve a baliza escancarada e atirou para fora...

    Mau de mais para um plantel composto de gente capaz de fazer imensamente melhor. As faltas de Álvaro Pereira e Hulk não chegam para justificar tamanha incompetência.

    Que todos aprendam a lição pois exibições similares serão certamente repudiadas pelos incansáveis apoiantes portistas, únicos que mereciam a vitória.

    Um abraço

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  5. Bom dia,

    Ontem fizemos um jogo muito fraquinho. Fizemos uma primeira parte que mais parecia um filme do Manoel de Oliveira.

    Perdemos 2 pontos, por culpa própria, pois não encaramos o jogo com a devida atitude desde o apito inicial.

    O lance da expulsão de James foi o culminar de um jogo para esquecer.
    James levantou-se impetuosamente na direcção de Rabiola, que se aproveitou para teatralizar, levando o árbitro a expulsar o seu colega de profissão. Rabiola pelo menos no teatro terá futuro.

    Kléber segundo Vítor Pereira estava tocado e por isso foi substituído.
    Não compreendo porque é que Walter não entrou na partida, na qual com a pressão do Porto se adivinhavam muitas bolas perdidas na área, impondo-se por isso a sua presença à falta de melhor.

    Ontem ficou claro que sem pudermos contar com Hulk, escasseiam soluções para jogar no centro do ataque.
    Iturbe ainda está a marinar e tarda a aparecer, e há que decidir de uma vez por todas se Walter conta ou se é só para fazer número.

    O resultado foi justo e mau antes da recepção ao Benfica.

    Podíamos com uma vitória ontem e outra diante do Benfica, disparar na tabela classificativa.

    Valeu o fantástico apoio dos portistas que se deslocaram a Aveiro, que não mereciam este empate.

    Agora há que rever o de menos bom, melhorar e recuperar os jogadores para o jogo diante do Benfica.

    Abraço

    Paulo

    pronunciadodragao.blogspot.com

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  6. Meu caro :

    É verdade que tivemos nalguns momentos alguma sorte . Mas também é verdade que noutros momentos ( e foram vários) a sorte não esteve connosco .

    Um abraço

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  7. Na verdade custou a engolir este empate, mais por se notarem certas insuficiências que, talvez ainda mais que adivinhadas, se temiam. Mas o importante é que tenha servido de lição, quem dera que na esteira do empate do ano passado em Guimarães que serviu para empertigar o moral. Pois o próximo embate, diante dos mouros, se a lição tiver servido para alguma coisa, pode recolocar tudo no lugar e acabar com o pio das aves.

    Posto isto, aproveito para endereçar uma missiva geral, à malta da blogosfera Portista: Por ter recebido algumas mensagens, que muito agradeço pela amizade e preocupação demonstradas, quero descansar o pessoal por não ter actualizado o meu blogue, durante já alguns dias, além de não ter comentado nos dos amigos, nem andado pelo facebook, nos últimos tempos. Apenas aconteceu que, felizmente, tive o meu neto comigo e, como tal, todo o meu tempo foi para ele.

    Um abraço.

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