terça-feira, dezembro 31, 2013

segunda-feira, dezembro 30, 2013

FUTEBOL "À INGLESA" COM RESULTADO "À PORTUGUESA"


Taça da Liga
Fase de Grupos - 1ª Jornada
 Em Alvalade, Lisboa
2013.12.29

                                        Sporting CP, 0 - FC PORTO, 0

                  Sporting e FC Porto proporcionaram ontem à noite um emotivo e bem disputado encontro de futebol alimentando a expectativa pelo resultado final do primeiro ao último minuto de jogo. Para que o espectáculo tivesse sido ainda mais interessante e espectacular apenas faltaram os golos, não obstante as oportunidades construídas, principalmente pelos donos da casa, sobretudo no último quarto do tempo de jogo.

                 Como se desejaria ambos os conjuntos se apresentaram sem profundas mudanças na sua constituição individual mais corrente, denunciando desde logo que a vitória no encontro era um objectivo a cumprir. Curiosamente, ambos os técnicos optaram por alterar os habituais titulares da baliza e dos ponta de lança bem como  um central e um médio habitualmente convocados nos leões e dragões, respectivsmente.

               Apesar da toada mais ofensiva dos donos da casa, o FC Porto controlava com maior ou menor dificuldade o pendor atacante leonino mantendo a habitual solidez defensiva onde os centrais Maicon e Mangala se salientavam. Os laterais Alex Sandro e Danilo seguravam o jogo nos respectivos flancos e subiam algumas vezes com perigo à zona da área sportinguista, sem contudo concluírem os lances em remates perigosos.

              Onde as coisas não andavam nada bem no FC Porto era na zona do meio campo, onde Herrera "jogava" claramente como "agente infiltrado" do inimigo inventando disparates cada vez que a bola batia nos seus pés. Por outro lado, Fernando, aparecia esquisitamente por sítios da floresta onde nunca se viu e Carlos Eduardo longe da clareira onde se sente mais à vontade. Foi aí, no miolo, que o FC Porto cedeu ao Sporting argumentos para justificar no fim do encontro as palavras de Leonardo Jardim: "nunca ninguém até hoje fez ao FC Porto o que o Sporting conseguiu". É verdade!

             O Sporting criou mais jogadas de ataque  porque a sua linha intermédia, que tem sido praticamente a mesma desde o início da época, se superiorizou à do FC  Porto, que muda de jogo para jogo. A chamada de Herrera a um jogo desta importância pode ter justificação por razões que pouco tenham a ver com as suas qualidades até agora demonstradas, sendo claro que a equipa não beneficiou com a decisão do treinador, nem  pela prestação individual nem pela mexida que a sua integração veio provocar no coração da equipa.

             Uma conclusão a extrair desta partida é que o Sporting chega a esta altura da época com uma equipa bem estruturada, com um sistema de jogo consolidado, moralmente em alta, competitiva e ambiciosa. Se vai manter estes padrões por muito mais tempos, vamos esperar para ver.

             O FC Porto mantém enervantemente uma enorme tendência para falhar passes nas jogadas ofensivas mais simples. Nem vale a pena olhar para as estatísticas, é impressionante o número de falhanços sistemáticos que provocam perdas de bola a favor do adversário e se transformam em jogadas de perigo para a nossa baliza!

             Fabiano não defendeu como se viu por estar inspirado. Há muito que provou ter qualidade superior e só aguarda a sua oportunidade.

            "Saltei" do Chelsea - Liverpol, arbitrado por Howard Webb para o Sporting-Porto, arbitrado por Olegário Benquerença e pela (fraca) assistência do Alvalade XXI. Comparando o que vi num e noutro estádio, o futebol em Portugal leva de atraso um século em relação à pátria onde nasceu...

            A equipa do FC Porto alinhou: Fabiano, Danilo, Maicon, Mangala, Alex Sandro, Herrera, Fernando, Carlos Eduardo, Licá, Ghilas e Varela.
Lucho, entrou aos 59', para o lugar de Herrera; aos 63' Fernando cedeu a posição a Defour, e, aos 77', Jackson Martínez, substituiu Ghilas.
Carlos Eduardo foi expulso por duplo amarelo aos 84' de jogo, que terminou aos 93'.

     
             

            

sábado, dezembro 28, 2013

A MINHA LINHA (Sporting-FC Porto) - TAÇA DA LIGA.

    
               Passada que está a generosa folga natalícia, aparentemente sem estragos de maior, cá vamos nós, Dragões determinados e confiantes, fresquinhos como alfaces, em visita ao leão desconsolado por ter falhado o banquete da comemoração do título de "campeão de Inverno" em virtude da carcaça encomendada em Vila Verde não ter chegado a Alvalade porque o magarefe zarolho se estampou (contra Solijman) com a mota onde a transportava. Bem brunhou e rebrunhou roucamente o esfomeado bicho, rugindo como fera adulta o pixote, salivando raiva contra "os mesmos" insaciáveis de sempre que nem os ossos limpos de carne lhe deixam para mitigar o vazio do jejum perpétuo.

               A Taça de Liga pode ser descartável para nós, mas o jogo não é. Qualquer jogo, competição ou torneio onde estiverem camisolas azuis e brancas com o símbolo do Dragão, tem que ser para vencer. E o de amanhã, palavra, dava-me cá um gozo do caraças ganhá-lo só para tirar "o caroço" da garganta do bicho e pô-lo a rugir fininho! 

              Previsões não as faço, são inconsequentes. Posso é avaliar as armas do jogo que vão estar em confronto. Não vejo que o adversário as tenha mais fortes, logo, acho que não é ousadia esperar sair de Alvalade sem pagar factura. Veremos o que o jogo dá.

             Paulo Fonseca escalou os seguintes jogadores:


                          Lista de convocados

Guarda-redes: Fabiano e Bolat.

Defesas: Danilo, Maicon, Mangala, Alex Sandro e Otamendi.

Médios: Lucho, Josué, Herrera, Carlos Eduardo, Fernando e Defour.

Avançados: Jackson, Ghilas, Varela, Licá e Kelvin. 


             A minha escolha recairia em:

            FABIANO, DANILO, MAICON, MANGALA e ALEX SANDRO;

                                LUCHO, FERNANDO e CARLOS EDUARDO;

                       VARELA, JACKSON MARTÍNEZ E LICÁ.

            Conservador? Admito. Mas há que rotinar a equipa e consolidá-la. Conseguido o objectivo haverá margem para conceder novas oportunidades.

QUARESMA, DEPOIS DO ADVENTO.

O Jogo

O Jogo

2013-12-28 - Diário

sexta-feira, dezembro 27, 2013

QUARESMA (Ricardo).

           

           Eu admito que um automóvel de boa marca, com manutenção técnica estimada e com um número de menos de seis dígitos no conta quilómetros e sem sequelas importantes de uso, possa ter ainda muitas e boas condições para manter as perfomences que possuía quando saiu a cheirar a tinta da linha de montagem da fábrica prestigiada onde cresceu. Eu até sei um amigo (exemplificando noutra área) que tendo contraído novo enlace com uma jovem precoce viúva anda feliz da vida pela valiosa gema que a vida lhe meteu entre as mãos. Eu acredito, sim sou optimista. (Eu deixo-me acreditar quando o coração quer...).

            Que Ricardo Quaresma tem certificado de origem credível todos aceitamos isso. Tem pedigree de um genuíno mustang. Génio de Aladino tendo a bola em lugar da lâmpada mágica, talento de artista inato da raça cigana, a magia do Harry Potter do futebol dos eleitos. Nós conhecemo-lo, está na História deste Clube único, os lances das suas jogadas e dos golos que criou no Dragão, desenhados a pincel e com assinatura, são inapagáveis na memória dos exigentes espectadores do nosso maravilhoso estádio.


            Como vai ser o regresso, Quaresma? O que podemos esperar de ti que andaste quase cinco anos a vender em palcos de luzes anémicas a marca gravada nas camisolas que a pele do corpo estranhava, incompreendido muitas vezes, lesionado, quiçá arreliado e desiludido? Restará em ti o perfume do teu génio, uma coluna segura de força que o sustente, uma vontade de quem não atingiu a realização total e quer lá chegar?

           Pelo que eu acredito que és capaz de ainda conseguir, porque continuas a ser um dos nossos, porque tens  consciência do que representa ser jogador do Futebol Clube do Porto, não posso duvidar de que a retoma seja bem sucedida.


           Prova-o, Quaresma.
           

NÃO GOSTO!

         
Raul Meireles Raul Meireles and His Wife Relax at the Beach — Part 3

      -  De ver o Futebol Clube do Porto perder jogos onde parece que a equipa não fez tudo o que podia para os vencer.

           - Que a equipa opte por "controlar o jogo" em vez de procurar "matar o jogo" aumentando o número de golos;

          -  Dos jogadores do FC Porto (ou os seus próximos)  servirem-se do Facebook para falar dos seus descontentamentos profissionais.

          -  Dos jogadores do FC Porto declararem em entrevistas que querem ser titulares ou sair para outro lado onde pensam poder jogar mais tempo.

          -  Dos jogadores do FC Porto que assinam contratos por quatro anos e falam em renovação no fim do primeiro.

             De um forma geral:

          - Dos gestos dos jogadores a levar as mãos à cabeça ou a bater com as chuteiras no relvado quando concluem de forma canhestra um lance de golo feito ou executam um remate desastrado à baliza.

          - Afirmarem depois de uma derrota que "agora é preciso levantar a cabeça".

          - Que se atirem para o chão ao menor contacto para "sacar" a falta em prejuízo da melhor sequência da jogada.

           - Que festejem o golo a chupar no dedo.

           - Das tatuagens expostas abstratas " e modelos  "à Raul Meireles".

           - De treinadores e jogadores a mastigar pastilhas.

           - De comentadores a falar com os jogos a decorrer para dizerem o que eu estou a ver na TV.

           - Que os mesmos comentadores emitam opinião sobre os lances duvidosos que ocorrem e são repetidos de vários ângulos.

           Há outros. Mas, sem estes que agora me ocorrem e acima menciono, o FUTEBOL ficava mais limpo.

        

  

A ESTRELA É O CAMINHO.



                         Vive-se o momento das saudações e dos votos de felicidade entre amigos, saúdam-se outras pessoas da nossa convivência comum, formulam-se desejos de uma vida auspiciosa e de muito sucesso para o Ano Novo que se segue. Que se cumpram os desejos de todos, que cada dia de 2014 seja um sorriso, em abraço de alegria, uma vitória desejada, um beijo doce correspondido. 

                      O DRAGÃO, SEMPRE! vai continuar a olhar para o céu e a seguir o percurso da estrelinha brilhante que mais cintila no firmamento, sempre distanciando-se segura e veloz ao encontro do Mito.

                     

sábado, dezembro 21, 2013

ESTADO DO DRAGÃO SAI DA RECESSÃO.

O Jogo

O Jogo

2013-12-21 - Diário


Liga Portuguesa
14ª Jornada
Estádio do Dragão, Porto

2013.12.22


                                       FC PORTO 4, SC Olhanense,0

                     O FC Porto está (finalmente!)  ao que tudo indica, a sair da "recepção" com que se vinha a debater de há tempos a esta parte. A melhoria das exibições notada nas duas últimas jornadas e os resultados favoráveis que dela resultaram justificam algum optimismo quanto ao regresso do baluarte do futebol português ao melhor nível do estatuto que granjeou a nível interno e externo.

                     A subida do nível exibicional da nossa equipa justifica-se pelo aumento da atitude competitiva dos jogadores, pela subida de forma de alguns deles, pelas novas escolhas na constituição da equipa e pelo reescalonamento dos jogadores no relvado.

                    Nos primeiros vinte minutos do jogo de ontem à noite no maravilhoso Estádio do Dragão, o FC Porto não esteve bem. Entrou na partida de forma um tanto atabalhoada, com um futebol incaracterístico e precipitado, parecendo confuso quanto ao plano estudado para desmantelar o mais que previsível cattenacio algarvio. Cheguei a pensar que iríamos assistir a "mais do mesmo", já que o primeiro remate à baliza de Belec só aconteceria aos 13' por Carlos Eduardo, e, aos 19', 22' e 30' a bola rondasse nas imediações do excelente guarda-rede visitante.

                   Mangala, acudindo a um canto apontado por Carlos Eduardo como um míssil a caminho do alvo, bate de cabeça para o primeiro da noite. Furado o dique, o Porto estava aberta a porta para um jogo mais pensado, assertivo, o que não foi evidente porque a velocidade de jogo pareceu abrandar, não obstante as acelerações que lhe dava Carlos Eduardo.

                  No segundo período o FC Porto entrou melhor do que tinha feito ao iniciar a partida. Assumia, agora, o direito de comandar sem contestação o jogo, intensificou as jogadas de ataque tornando-se mais perigoso a cada uma delas, chegava à baliza com mais frequência e rematava mais vezes. Nem sempre bem, nem no momento certo para o fazer, com jogadores a optar mal na decisão de de ceder a bola a quem melhor poderia concluir a jogada. Eram decorridos 52' e Belec volta a safar a pele, mas logo a seguir, 53', el Cafetero Cha Cha Cha, na sequência de novo canto, de novo por Carlos Eduardo, eleva para 2-0, justíssimo, merecidíssimo, naturalíssimo.

Aos 56', sai Licá e entra Kelvin, e as preocupações de defesa do Olhanense cresceram, mesmo que o "crista de garnizé" só tenha esgravatado por entre as pernas dos jogadores contrário. Sempre ao ataque, com os visitantes a tentarem sacudir a asfixia esporadicamente e apenas a magreza do 1-0 causasse preocupação.

                  Saiu Lucho e entrou Herrera, aos 75', outra das boas decisões de Paulo Fonseca ontem tomadas, e o arraial foi varrido de ponta a ponta. Aos 76', Carlos Eduardo "inventa" uma via rápida sem portagem e a bola sai disparada a duzentos, por alto. Foi um ensaio, porque, logo a seguir, cria o golo sensacional de noite com um memorável remate de classe rara: 3-0!, aos 82'. Herrera, imita o brasileiro e, com estupendo pontapé arredonda a factura: 4-0.

                  O pseudo juíz Hugo Merda, talvez porque a manita o incomodasse, fez de conta que não viu o penalti de Celestino, com o jogo no fim.

                  Se alguém disser que o FC Porto fez um jogo perfeito, não fez. Há ainda que melhorar ao nível do passe, que evitar "atropelos" na disputa da mesma bola (houve lances onde dois e três chocaram entre si para ficar com ela), o que não é bonito nem parece bem a este nível. Porém, já me agrada ver que os jogadores se entregam à luta com empenho, já não há passividade, a forma de alguns sobe a olhos vistos.

                  E Paulo Fonseca deu sinais de estar mais confiante e audaz.

                  CARLOS EDUARDO é a figura da noite e também do momento desta equipa. Fez um jogo de "encher a alma" a um apreciador de bom futebol! Não vale a pena atribuir adjectivos à extraordinária acção que interpretou neste jogo. Simplesmente, bom! Para ele e para a equipa.Só visto!

                  FERNANDO, dos melhores tempos.

                  Já acima referi algumas das falhas individuais. Bem estiveram Helton,  Danilo, Maicon, Mangala, Licá, Jackson Martínez e Herrera. Kelvin, pouco influente, esteve bem por outras razões e deve entrar mais vezes. Ghilas, sem material de análise suficiente. Mostrou-se, melhores dias vêm aí....
                 Otamendi e Lucho, muito discretos. Varela, deve ter agradado ao MST...

                  

terça-feira, dezembro 17, 2013

PROFESSOR NECA MOSTROU COMO VAI SER NO DRAGÃO.


 PEDRO MOREIRA, aos 73', fez o golo do triunfo sobre o Atlético.


FC PORTO B, 1 - Atlético, 0

                                O FC Porto B venceu ontem no Estádio Jorge Sampaio, em Vila Nova de Gaia, o Atlético, por 1-0, para o campeonato da Segunda Liga, consolidando a posição do terceiro lugar da classificação da prova.

                                Nada há a apontar sobre o justiça da vitória dos comandados de Luís Castro e Folha, os quais vêm a realizar uma prova muito regular esta época, construída com muito trabalho e paciência perante uma equipa muito bem organizada tacticamente, constituída na sua maioria por jovens (pelo menos na aparência), que sabe o que tem a fazer no relvado e muitas vezes o conseguiu, nesta partida. Uma equipa com o "dedo" do professor Neca.

                               Paulo Fonseca esteve na bancada, com Pinto da Costa a seu lado e não terá deixado de reparar na mobilidade dos jogadores do Atlético, no sistema notoriamente defensivo que pratica, mas, também, nas suas excelentes rápidas transições com triangulações e posse de bola, conseguindo jogadas até à área contrária com algum perigo. Não terá obtido uma percentagem de remates certeiros à baliza de acordo com os ataques gizados mas esteve muito perto de obter um golo num lance anulado pela intervenção excelente de Fabiano.

                               O Atlético vai estar de novo no Porto, desta vez no Dragão para disputar um jogo da Taça de Portugal. Obviamente que a situação é completamente diferente e o valor teórico das duas equipas é substancialmente desequilibrado. Todavia, em jogos de características especiais, como são os da Taça, nem sempre o que é considerado mais forte faz uso das suas maiores capacidades e "facilita" ao contrário do seu opositor menos capaz que se agiganta e consegue equilibrar as forças em presença. 

                               Estamos, pois, perante uma situação em que o FC Porto é claramente favorito em toda a acepção da palavra. Porém, a sua superioridade só se exercerá se a conseguir pôr em prática usando os maiores recursos que possui não permitindo que o seu opositor se transcenda e os supere. Foi notório no jogo de ontem em Pedroso, porém, o Atlético, apesar da se situar nos últimos lugares da classificação geral do seu escalão, sabe jogar e pode quererá surpreender....

                              ...à professor Neca.

                              

segunda-feira, dezembro 16, 2013

SORTEIO DA LIGA EUROPA.

LIGA EUROPA (SORTEIO): todos os jogos dos 16 avos e oitavos de final

 Todos os jogos dos 16 avos e oitavos de final

FC Porto vai à Alemanha, Benfica vai à Grécia

(Maisfutebol)
 
Resultados dos sorteios dos 16 avos e oitavos de final da Liga Europa, cuja final está marcada para Turim. O Benfica vai defrontar o PAOK de Miguel Vítor, enquanto o FC Porto defronta os alemães do Eintracht Frankfurt.



Em caso de sucesso, o grau de dificuldade sobe para as equipas portuguesas nos oitavos de final. A equipa de Jorge Jesus irá defrontar o vencedor do embate entre os ucranianos do Dnipro e os ingleses do Tottenham (clube inglês anunciou hoje a demissão de André Villas-Boas).
A equipa de Paulo Fonseca, por seu lado, deverá encontrar o Nápoles de Rafa Benítez, a não ser que a equipa italiana seja surpreendida pelos galeses do Swansea.

QUADRO DOS 16 AVOS DE FINAL (20 A 27 DE FEVEREIRO)

 
DNIPRO (Ucr)-TOTTENHAM (Ing)

BÉTIS (Esp)-RUBIN KAZAN (Rus)

SWANSEA (Ing)-NÁPOLES (Ita)

JUVENTUS (Ita)-TRABZONSPOR (Tur)

MARIBOR (Esl)-SEVILHA (Esp)

VIKTORIA PLZEN (Che)-SHAKTHAR DONETSK (Ucr)

CHERNNNOMORETS (Ucr)-LYON (Fra)

LAZIO (Ita)-LUDOGORETS (Bul)

EJBERG (Din)-FIORENTINA (Ita)

AJAX (Hol)-SALZBURGO (Aus)

MACCABI TELAVIVE (Isr)-BASILEIA (Sui)

FC PORTO (POR)-EINTRACHT FRANKFURT (Ale)

FC ANJI (Rus)-GENK (Bel)

DÍNAMO KIEV (Ucr)-VALÊNCIA (Esp)

PAOK (Gre)-BENFICA (POR)

LIBEREC (Che)-AZ ALKMAAR (Hol)


OITAVOS DE FINAL (13 A 20 DE MARÇO)

LIBEREC (Che)/AZ ALKMAAR (Hol)-FC ANJI (Rus)/GENK (Bel)

LAZIO (Ita)/LUDOGORETS (Bul)-DÍNAMO KIEV (Ucr)/VALÊNCIA (Esp)

FC PORTO (POR)/EINTRACHT FRANKFURT (Ale)-SWANSEA (Ing)/NÁPOLES (Ita)

CHERNNNOMORETS (Ucr)/LYON (Fra)-VIKTORIA PLZEN (Che)/SHAKTHAR DONETSK (Ucr)

MARIBOR (Esl)/SEVILHA (Esp)-BÉTIS (Esp)/RUBIN KAZAN (Rus)

DNIPRO (Ucr)/TOTTENHAM (Ing)-PAOK (Gre)/BENFICA (POR)

MACCABI TELAVIVE (Isr)/BASILEIA (Sui)-AJAX (Hol)/SALZBURGO (Aus)

JUVENTUS (Ita)/TRABZONSPOR (Tur)-EJBERG (Din)/FIORENTINA (Ita)

ALLEGRO MA NON TROPPO.


JACKSON MARTÍNEZ, apontou mais um golo (1-2). Aqui, com Tiago Pinto.

Liga Portuguesa
Estádio dos Arcos, Vila do Conde
2013.12.15

                                           Rio Ave, 1 - FC PORTO, 3
                                                (Ao intervalo: 1-1)

                   Este, era um jogo que o FC Porto tinha que vencer e venceu. Outro resultado que não fosse a conquista dos três pontos não poderia deixar de ser considerado um verdadeiro desastre para as aspirações da nossa equipa.

                  O FC Porto não fez mais do que a sua obrigação: o Rio Ave "não é do campeonato" dos Dragões, sabia que os seus actuais maiores rivais na disputa da liderança da Liga haviam vencido os seus próprios jogos nesta ronda, vem duma fase negativa de resultados, enfrenta uma situação de algum mal estar dos seus adeptos face às exibições que vem produzindo e está "proibido" de desperdiçar pontos permitindo maior desvantagem pontual para o líder da prova.

                  A vitória alcançada em Vila do Conde pelo campeão em título é inteiramente merecida, os números ajustam-se à diferença do jogo produzido pelos conjuntos dirigidos por Nuno Espírito Santo e Paulo Fonseca e o pecúlio arrecadado está limpo de favorecimentos, ao contrário do que se verificou em Alvalade e no Algarve, onde os primeiros golos obtidos em cada uma das partidas resultaram de erros arbitrais: o primeiro golo dos leões resulta de uma grande penalidade de falta inexistente e o autor do golo inaugural em Faro foi sancionado numa posição de fora de jogo do seu autor.

                  Do início até à abertura do marcador a exibição da nossa equipa estava a decorrer de forma aceitável. A equipa assumiu bem cedo a superioridade no jogo, jogava instalada no meio campo do adversário e o golo de Maicon aos 6' já não surpreendeu. Mas, o Rio Ave não se atemorizou com a desvantagem e dispôs-se a "fazer pela vida". O Porto pareceu querer abrandar o ritmo mas os vilacondenses não estavam pelos ajustes. Edimar descobre a portagem da auto-estrada aberta no centro da defesa por Otamendi, entra nela sem tirar o talão e faz o empate com a maior limpeza, com 21' de jogo apenas passado. 

                 A reacção do Porto ao empate inesperado não foi tão visível quanto seria indispensável. O jogo fluía pouco, Varela era uma árvore de Natal com lâmpadas intermitentes a acender e a apagar, Jackson domina mal um passe bem aviado à distância de Maicon e vê a bola ir para as mãos do guarda-redes, Carlos Eduardo dava corda à máquina mas só ele acelerava. Mais do mesmo? Porra, lá se vai a paciência!

                Melhorou o panorama no segundo tempo e foi num momento de fulgor do pisca da lâmpada que o 17 da camisola às riscas azuis e brancas "desembrulhou" a prenda (caprichosa) que Jackson colheu: 1-2, estava reposta a vantagem que só viria a ficar consolidada aos 82' num remate forte de Danilo, aproveitando um ressalto de bola rechaçado pela barreira na marcação de livre directo por falta inequívoca sobre Kelvin que "furava" para a baliza pelo centro da defesa da casa.


O Jogo

O Jogo

2013-12-16 - Diário


                Foi sem surpresa que vi Carlos Eduardo surgir na formação inicial da nossa equipa. Vi alguns dos seus jogos no FC Porto B e pressenti que seria chamado a titular (escrevi algumas vezes isso mesmo). Ontem não desperdiçou a oportunidade e concretizou o que prometia. Para além do que ajudou a equipa para chegar à vitória neste jogo, mostrou à saciedade que a nossa equipa precisava de um jogador (ou todos!) assim, rápido a executar, com fome de jogo, com nervo, que "quer jogar" e não "estar" no campo comportando-se com um autómato que se movimenta enquanto duram as pilhas. Entrou para ficar.

               Danilo, sob na minha avaliação quanto ao seu real valor. Maicon, joga "à central" e consolida a cada jogo a sua titularidade. Sandro, "repete" Danilo no seu pior e intriga a sua atitude porque já lhe vi fazer muito melhor antes. Licá, inicialmente mais ocupado em tarefas defensivas melhorou à medida em que o tempo decorria. Jakson, dentro do que se lhe reconhece saber fazer bem.

               Herrera, entrou na partida (mas não no jogo...) aos 75' para substituir Lucho (a perder influência?); Licá, cedeu o lugar a Kélvin, aos 72 que foi um "agitador" incómodo para os locais, tendo entrado a propósito no momento adequado. Ghilas, mostrou-se com o jogo a expirar, saindo Jackson.

               Das equipas que os três das da frente da classificação defrontaram e venceram, a do Rio Ave é, de longe, a melhor neste momento. Das equipas de arbitragem envolvidas nas mesmas partidas, só a de Bruno Esteves (Setúbal) não favoreceu os vencedores.

              FC PORTO: Helton, Danilo, Otamendi, Maicon, Alex Sandro, Lucho, Fernando, Carlos Eduardo, Licá, Jackson Martínez e Varela.

             GOLOS: aos 6', Maicon, de cabeça, na sequência de livre apontado por Carlos Eduardo para a área do penalti; aos 21', Edimar; aos 51', Jackson Martínez; e, aos 82', Danilo, num pontapé fora da área numa recarga.

                 
                

quarta-feira, dezembro 11, 2013

NÃO FOI ESTE JOGO QUE TIROU O FC PORTO DA CHAMPION.






Liga dos Campeões
Fase de Grupos - Última mão.
Estádio Vicent Calderon (Madrid)
2013.12.11

                                 Atlético de Madrid, 2 - FC PORTO, 0

               A jogar sempre como o fez esta noite na casa do primeiro classificado do grupo, o Futebol Clube do Porto teria merecido passar à fase seguinte da prova; pela atitude dos jogadores, pela superioridade que demonstrou relativamente ao Atlético de Madrid nesta partida, a derrota sofrida é mais uma contingência deste desporto apaixonante, imprevisível, que tanto pode premiar os melhores como abandoná-los à sua sorte.

              Não vou ao ponto de afirmar que o FC  Porto "fez tudo" para ter triunfar. Não, à nossa equipa faltou muito, tudo, porque não obteve os golos necessários para superar os dois conseguidos pelo antagonista.

              As vitórias só são possíveis com golos que entram na baliza dos adversários. Ponto final.

              Os jogadores da nossa equipa podem estar de bem com a sua consciência. Deram o que melhor têm para dar. Não dei conta de que algum deles pudesse ter ido além do que sabe e pode. Jogaram no limite das suas capacidades físicas e técnicas, "rebentaram" e fica tudo dito.

              O adversário tinha tudo a seu favor e jogou (muito bem) com isso. Correu bem a noite a Simeone, como havia planeado. E tem Diego Costa, uma "deslealdade" para quem o tem pela frente.

              Um Juiz é, por definição, uma personalidade que avalia em equidade. Não pode ter um olho amarelo e outro verde. Ou apenas um. E as suas decisões devem ser sempre uniformes em todo o tempo que o jogo durar, porque não lhe fica bem "apertar" o critério no início da partida para uns e, quando já tudo está decidido, fazê-lo em relação a outros.

              Em relação a este jogo, Paulo Fonseca não teria muito melhores opções.


O Jogo

Nenhum dos nossos jogadores fez um "jogo de sonho", como não encontro fortes razões para estar fortemente decepcionado com a prestação que outros deram. Visto pela TV, o lance que proporcionou  a Raúl Garcia o "golo da sua vida" coloca Helton e Maicon na zona do comprometimento, ambos parecendo surpreendidos com o incrível remate do avançado espanhol. No segundo, o lance é incrivelmente preciso no passe para Diego Costa, Maicon ficou sem hipótese de o desarmar, Helton não me pareceu feliz na saída e o "diabo" é implacável nestas ocasiões. Dois momentos decisivos, de tremenda eficácia, que a nós faltou.  

Danilo fez um excelente jogo, Mangala, Fernando e Jackson estiveram muito bem. Défour, discreto e Josué, inconsequente. Alex Sandro fez jogo, mas não sobressaíu. Varela, bastante irregular na primeira parte, subiu na segunda. Em esforço, deu tudo quanto podia ter dado. Dos que entraram em substituição só Licá sobressaiu.

Os golos do Atlético aconteceram aos 14", por Raul Garcia, num lance individual inimaginável de técnica e felicidade; o segundo, num típico lançamento de contra-ataque para as costas da defesa do Porto que o brasileiro naturalizado espanhol Diego Costa concluiu com um remate enviezado a tirar tinta do poste, depois de ladear Helton, aos 57'Saímos desta edição da Champions sem honra e sem glória. Com apenas sete (!!!) pontos teríamos conseguido.

Voltaremos para o ano.  

A linha: Helton, Danilo, Maicon, Mangala, Alex Sandro, Défour, Fernando, Lucho, Varela, Jackson Martínez e Josué. Subst.: Licá, para o lugar de Josué, no início da segunda parte; Ghilás, trocou com Lucho aos 64' e aos 78', saiu Défour e entrou Herrera.

             


                





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domingo, dezembro 08, 2013

EU VI O "MEU" PORTO, NA SEGUNDA PARTE.


Jackson já leva 10 golos na Liga Foto: Francisco Leong/AFP

I Liga
Estádio do Dragão
2013.12.07
12ª Jornada

                           FC PORTO, 2 - Sporting Clube de Braga, 0

               Tão distintas uma da outra como o vinho é da água pura, foram as duas partes do encontro de ontem à noite no Dragão; no decorrer da primeira  a nossa equipa comportou-se como um cábula assustado que vai para o exame sem estar preparado e, a segunda, semelhante a um estudante brilhante que sabe ter feito uma prova para, pelo menos, merecer dezoito valores.

               O Braga pegou no jogo e fez o FC Porto andar numa roda viva à procura da bola. Muito mais serena, confiante, quase insolente, a equipa do velho professor, mestre da táctica e detentor do segredo do Dragão, mandou quase a  bel prazer na casa do tri-campeão. É verdade que andou longe do golo e a melhor oportunidade para abria o placard foi sustida por Eduardo e remate de marca Josué, a merecer palmas. Não que os jogadores não estrebuchassem ansiosos de mostrar que estavam dispostos a "dar o litro", mas a ansiedade era menos notória que o desentendimento, caótico diria, do desempenho do nosso meio-campo. A pressa sempre foi inimiga da perfeição e os jogadores da casa, sem discernimento no caminho a dar à bola, quase sempre se desenvencilhavam dela com o quem se quer ver livre duma praga.

Vamos ter mais do mesmo, pensava eu.

Mas, não. No recomeço após o intervalo, Lucho não apareceu e, para o seu posto (mais ou menos), Paulo Fonseca mandou Carlos Eduardo. E, logo, se notou a mudança, para cem vezes melhor. E veio o primeiro golo de Jackson, aos 48', servido por Alex Sandro, o arraial animou-se com os jogadores do Porto a trocar a bola em jogadas rápidas para a frente, a fazer pressão com várias unidades no meio campo dos "jesualdos", até o Herrera se deixou avistar, o Varela a entusiasmaaaar de tanto chatear e de cruzar e sem necessidade que Défour aparecesse, a jogar. Remates, cantos, oportunidades, até um ensaio pífio de chapéu mexicano do Herrera a Eduardo, e o remate do banquete numa vistosa gentileza de Varela a Jackson, ao colocar-lhe na cabeça o segundo da noite, faltavam cinco minutos para os noventa da lei.

Justo, justíssimo, merecidíssimo, agradabilíssimo para a alma portista e alívio do Paulo, pressionadíssimo.

GANHAR É BOM, MUITO BOM.

Detestei: a primeira parte do futuro tetra-campeão; o inexplicável fraco desempenho de Alex Sandro; o futebol que Défour não mostrou, o desnorte do Herrera no primeiro tempo, a escassez dos golos na segunda parte.

VARELA precisava de um CARLOS EDUARDO assim, esfuziante, estardalhatoso, ambicioso. Jackson deixou o (novo) contrato em casa. Fez bem.

A EQUIPA: Helton, Danilo, Maicon, Mangala, Alex Sandro, Lucho (Carlos Eduardo, aos 46', Défour, Herrera, Varela (Kelvin, aos 89'), Lackson Martínez e Josué (Licá, 72').

Árbitro: Paulo Baptista. Normal. Não entendi a razão do amarelo dado a Mangala. Deve ter sido pelo rótulo da testa do francês.



                     

sábado, dezembro 07, 2013

A MINHA LINHA (PORTO-BRAGA)

          Paulo Fonseca diz que neste jogo contra o SC Braga não há margem para erro; eu digo que nos últimos três também não deveriam ter sido cometidos mas eles aconteceram. De qualquer forma, mesmo que se diga que "errar é humano" bem melhor é evitá-los, pelos menos quando são repetidos sucessivamente, porque, quando assim acontece o menos que se dirá do responsável pela sua autoria é que é "um burro", o que, manifestamente, não se adequa ao perfil do nosso treinador.

         Eu não considero que o jogo de logo à noite seja, ainda desta vez, decisivo, seja lá o que isso possa significar numa prova que só terminará já com a Primavera a cheirar a Verão. Mas, pensar que o Futebol Clube do Porto, a actuar no seu estádio nas actuais circunstâncias, vai voltar a falhar a vitória e o acesso à liderança, é pá, carago Fonseca, não deixarás de ouvir o trompete do Lourenço a anunciar a entrada na arena dos forcados porque o animal nomeado já não será o simpático (e inteligente, dizem) asno...

         Não sei o que vai na cabeça de Paulo Fonseca mas confio que vai escolher os melhores. Sinto que ele sabe com quem pode contar e os escolhidos vão corresponder. Todos se vão portar bem, até as claques, porque Jorge Nuno precisa de esquecer o comportamento de alguns na "espera" que fizeram à comitiva no Dragão após o desaire de Coimbra....

                                               Não têm estaleca.

Lista de convocados: Guarda-redes, Helton e Fabiano; Defesas, Danilo, Maicon, Otamendi, Mangala e Alex Sandro; Médios, Lucho, Carlos Eduardo, Quintero, Defour e Herrera; Avançados, Jackson, Licá, Kelvin, Ghilas, Varela e Josué.

            A MINHA LINHA: Helton, Danilo, Maicon, Mangala, Alex Sandro, Lucho, Défour, Josué, Licá, Jackson Martínez e Varela.



sábado, novembro 30, 2013

SE PODIA PIORAR, PIOROU!


Académica derruba o pior FC Porto desde 2004
Fotografia © Fábio Poço/Global Imagens (dn)


I Liga
Estádio Municipal de Coimbra
30.11.2013

                                              Académica, 1 - FC PORTO, 0

                          Acreditava que o meu Futebol Clube do Porto se reabilitaria contra a Académica de Coimbra do fraco desempenho tido nos últimos jogos. Estava convencido de que os jogadores não desperdiçariam mais uma oportunidade para convencer os adeptos de que estão interessados em defender a camisola que vestem, em pagar em suor e sangue o amor e a dedicação que têm por eles enquanto guerreiros do Clube. 

                          Não foi o que aconteceu ontem à noite e o pior da frustração causada por novo desaire foi o reconhecimento pelos próprios protagonistas de terem ficado aquém do dever de dar todo o esforço possível para o evitar.

                         Estou, como sempre, seguro de que o que deve ser feito sê-lo-à sem hesitações, agora. Há ainda tempo para corrigir, sem danos futuros, o que impede o campeão de mostrar a sua raça e a força que o torna distinto da concorrência desde a sua origem.

                        O descontentamento dos adeptos é justificado. As derrotas são por si próprias angustiosas e são intoleráveis quando acontecem por ausência de luta e crença na vitória. 

                        Em Coimbra, não merecemos vencer. A Académica ganhou com mérito absoluto e nós só podemos agradecer-lhes a magnífica lição de futebol, companheirismo, garra, ambição, destemor, categoria, tudo aquilo que deveríamos ter feito e não fizemos.

                       Para memória estiveram lá os seguintes profissionais: HELTON, DANILO, MAICON, MANGALA, ALEX SANDRO, LUCHO, FERNANDO, JOSUÉ (75' CARLOS EDUARDO), VARELA, JACKSON MARTÍNEZ, QUINTERO (57', LICÁ).

                       Treinador: PAULO FONSECA

                      O golo da Académica foi obtido por Fernando, aos 44', na sequência de pontapé de canto.

                      O árbitro foi JOÃO CAPELA, que assinalou uma grande penalidade a nosso favor aos 85' cuja falta não descortinei. DANILO, para sossego da nossa consciência e desgosto dos que nos invejam os sucessos, não concretizou confirmando o que eu previa quando me apercebi que seria ele a bater a bola (vá lá que acertou na baliza! Nele, não é habitual...)