sexta-feira, setembro 20, 2019

TIQUINHO HERÓI, FÁBIO GOOD YOUNG BOY

 

Liga Europa 
Fase de grupos 
1.ª jornada - 1.ª mão 
Estádio do Dragão, Porto 
TV -- Hora: 20:00h
Tempo: ameno 
Relvado: bom
Espectadores: 32292 (600 claque visitante)
2019.09.19 (quinta-feira) 


      FC do PORTO, 2 - BSC Young-Boys(Suíça), 1 
                                       (ao intervalo: 2-1)

FC do Porto alinhou com: Augustin Marchesín, Jesús Tecatito Corona, Pepe, Iván Marcano, Alex Telles, Otávio, Danilo Pereira (C), Matheus Uribe, Luís Diaz, aos 65' Romário Baró, Tiquinho Soares, aos 81' Fábio Silva e Moussa Marega, aos 70´Willian Manafá.
Suplentes n/utilizados: Diogo Costa, GR; MBemba, Nakajima e Zé Luís.
Equipamento: camisola oficial tradicional c/calção e meias brancas
Treinador: Sérgio Conceição 

BSC Young Boys alinhou com: Von Balmoos, Burgy, Sorensen, Zesiger, Saidy Janko, Sieno, Aebisher, aos  69' Lustenberges, Ulisses Garcia, Assalé, Nsame, aos 61' Horan e Fassmacht, Gaudino aos 73'.
Suplentes n/utilizados: Wolfi, GR, Lotomba, Pedtignat e Mambimbi.
Equipamento: camisola amarela e calção preto
Treinador: Gerry Sevane 

Árbitro: Andris Treinamis (Letónia)
Auxiliares: Haroldes Gudermanis/Alskejs Spsjonnikovs
4.º árbitro: Aleksandrs Golubeves  

GOLOS E MARCADORES: 1-0 aos 8' por TIQUINHO SOARES, finalizando já dentro da área  uma jogada iniciada por Iván Marcano, continuada por Luís Diaz na assistência a Tiquinho, o qual tirou um remate rente à relva depois de ter afastado da frente um defensor helvético; 1-1 aos 15', por NSAME na conversão de pontapé de penalti sinalizado na sequência de jogada em que o veloz Roger Assalé ganhou posição em relação a Pepe, entra na área, e frente a Marchesin, que entretanto saíra da baliza, e estendido na relva e com os braços esticados tenta afastar a bola, o jogador suíço "cava" magistralmente um contato que o árbitro letão considerou passível de penalti; na execução, com um pontapé forte ao canto superior da baliza, Marchesin voou para a bola impossível de deter. A falta valeu a Marche o cartão amarelo, excluindo-se o vermelho porque Iván Marcano já estava à frente da bola e o lance se desenrolava tendencialmente à direita desenquadrado com a baliza; aos 26' TIQUINHO SOARES fez o 2-1 que viria a ser o resultado final da partida, batendo para a baliza deserta uma assistência meio-golo traçada à direita por Jesús Tecatito Corona. Na imagem fixa da tv mostra, sem margem para dúvida, a regularidade da posição de Tiquinho Soares relativamente a um jogador do Young Boys que se encontrava do lado do assistente do árbitro e se posicionava claramente mais perto da linha da grande área do que o avançado portista, ao contrário do seu colega do lado oposto, este sim, atrás do marcador.

           Pois é, o gostoso e necessário triunfo não é passível de merecer nota alta no que concerne à exibição global, mas foi cumprido o objetivo imperioso de vencer, e isso a equipa conseguiu e lutou muito para o conseguir. Nota máxima!

        Tiquinho Soares corporizou com dois golos a entrada com o pé direito na Liga Europa, fez por merecer a confiança do mister no impedimento parcial de Zé Luís, e o abraço público do reconhecimento do jogador ao técnico é demonstrativo da estabilidade e da paz emocional reinante no plantel; Nakajima pode, confiadamente, esperar a sua oportunidade. Calai-vos, fariseus!

       A primeira, foi mais interessante do que a segunda parte do jogo? Foi. Porque a equipa andou mais vezes perto do golo, porque teve mais bola e o futebol praticado mais ligado, conseguiu mais ataques e remates, a equipa esteve mais fresca e coesa. E, porque o adversário não veio ao Porto fazer turismo, estando a cidade está na moda, fez questão de mostrar possuir qualidade e individualidades para ousar enfrentar na toca um Dragão com prestígio largo, contudo numa fase de recomposição e aperfeiçoamento. Por isso se pode afirmar que o período complementar foi de expetativa com alguma ansiedade à mistura, forçando o mister Sérgio a redobrar a arte e o engenho para manter o equilíbrio da equipa e o nível individual dos seus componentes. Lá vieram as alternâncias que a equipa requeria, o banco abriu e entraram Manafá, logo depois Romário Baró, a dar consistência e folgo ao miolo e ar fresco, e fornecer o gás à frente de ataque onde Fábio Silva andava a provocar o "estado de sítio" no território defensivo suíço.

      "Fabinho", dezassete aninhos mais três mesinhos, o mais jovem de sempre na ímpar História do Futebol Clube do Porto, a "internacionalizar-se" numa competição europeia com o símbolo sagrado sobre o coração! Sorte, moço.

     
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                        Fábio Silva, um craque em formação

         
         O ÁRBITRO:
         Desconheço em absoluto o nível dos árbitros da Letónia. Se o senhor ANDRIS TREINAMIS puder ser tido como uma boa referência da arbitragem daquele país , estamos conversados; ou vê muitos vídeos da Liga NOS, ou alguém lhe traduziu para letão a bíblia seguida pelos seus comparsas portugueses.

Remígio Costa

       

segunda-feira, setembro 16, 2019

IVÁN MARCANO, SIMMMM..., RI MELHOR QUEM RI NO FIM.

 Portimonense-FC Porto, 2-3 (crónica)

Liga NOS
5.ª jornada 
Estádio Municipal de Portimão 
Assistência: 5499 espectadores de maioria portista 
Tempo: de verão com 28.º 
Hora: 18:00h 
Relvado: bastante deteriorado (na época anterior era dos melhores)
2019.09.15 (domingo)

               Portimonense SC, 2 - FC do PORTO, 3 
                                     (ao intervalo: 0-2)

Portimonense SC alinhou com: Ricardo Ferreira, K. Anzai, Jadson, Cevallos, Rómulo, aos 53' Denver, Lucas Fernandes, aos 73' Levallos, Pedro Sá, Silva,  Tabata, aos 65' Marlos, Jackson Martinez e Aylton Boa-Morte.  
Equipamento: oficial tradicional 
Treinador: António Folha 

FC do Porto alinhou com: Marchesin, Jesús Corona, Pepe, Iván Marcano, Alex Telles, expulso aos 90´+1', por tentar impedir que Jackson Martinez se isolasse e rematasse à vontade, Matheus Uribe, Danilo Pereira (C), Luís Diaz, aos 73' Nakajima, Otávio, aos 90'+5', Fábio Silva, Zé Luís, aos 81' Tiquinho Soares e Moussa Marega. Suplentes não utilizados: Diogo Costa, Bruno Costa e MBemba.
Equipamento: alternativo amarelo
Treinador: Sérgio Conceição

Árbitro: Rui Costa, AF Porto.
Auxiliares: Tiago Costa/João Bessa Silva 
4.º árbitro: Gustavo Correia
VAR: Vasco Santos 

GOLOS E MARCADORES: 0-1 aos 25' por ALEX TELLES, na conversão de grande penalidade resultante de um lance em que a bola bate no braço estendido de Jadson caído no relvado; a falta inequívoca do jogador da casa foi confirmada pelo VAR tendo sido analisada cerca de 3'. Alex Telles bateu a bola com um pontapé forte e colocado para o lado oposto escolhido pelo guarda-redes; 0-2 aos 45' por JOSÉ LUÍS (brasileiro, para o locutor de serviço da sporttv1), respondendo de rompante ao segundo poste a uma assistência de Matheus Uribe a partir do flanco direito; 1-2 aos 74' por DENER a desviar num golpe de cabeça de cima para baixo e junto ao poste um centro vindo do flanco esquerdo; também este lance foi confirmado pelo VAR por subsistirem dúvidas sobre o posicionamento do jogador do Portimonense no início da jogada; 2-2 aos 78', por ANZAI, num potente pontapé à distância com a bola a entrar a meia altura sem margem para defesa; 2-3 aos 90'+8', por IVÁN MARCANO desviando a bola num golpe de cabeça entre uma aglomerado de jogadores, vinda de pontapé de canto executado à direita por Jesús Corona.

    Sérgio Conceição, tem razão; não é difícil compreender a afirmação feita no final da partida do treinador portista, face à categórica exibição que a  equipa produziu na primeira parte, e o inesperado desconchavo a que se assistiu no período complementar. Atento, como lhe compete, ele apercebeu-se do relaxamento geral que a equipa trouxe do balneário e o perigo que isso representava para os largos minutos a que ainda estava o fim da partida, procedeu às burocráticas substituições já "com as orelhas a arder", na expressão popular que alerta para o perigo iminente faltando-lhe, porra, a tempo e horas, o berro para dentro do relvado "à Sérgio Conceição", à comandante, à patrão, à chefe, capaz de travar o descanso fora de horas da malta em estado de sorna.

    A vencer por duas bolas a zero alguém terá pensado em baile? António Folha está atento ao que se passa no campeonato, e treinador avisado corre menos riscos de ser gozado, de assistir do banco ao desfrute do bailarico ao som da música das touradas. , aqui não! Corridinho, corridinho, mexer o pezinho, e quem não gostar não vem ao Algarve veranear. Capiche, equipa do FCPorto?

   E, já agora, saiba-se que o tempo de jogo tanto pode ser de noventa como de cem, ou mais, minutos. É assim, pronto! E que golos, tanto podem acontecer no primeiro como aos noventa e oito. Capiche, outra vez?

   É, pá (!), como seria divertido ver a cara pasmada, o esgar atónito dos putativos seis milhões de votantes do primeiro-ministro das geringonças mal cozinhadas, quando esse espanhol insensível e cru com sangue de lagarto a que chamam Marcano, Iván, o terrível, deu, não a estocada assassina na vítima inocente, mas o golpe de cabeça fatal no usufruto da herança de duas chuteiras do defunto que, afinal, estava "vivinho da silva". 

   

  

segunda-feira, setembro 02, 2019

DRAGÃO ESTÁVEL SEGURA O(A) VITÓRIA

FC Porto 3-0 V. Guimarães: 'Dragões' vencem jogo atribulado e colocam pressão no Benfica
Liga NOS
4.ª jornada
Estádio do Dragão, Porto 
Tempo: de verão
Relvado: bem tratado
Assistência: +- 48000 espectadores
Hora: 16:30h
Data: 2010:09.01


               FC do PORTO, 3 - Vitória SC, 0
                                    (ao intervalo: 1-0)

FC do Porto alinhou com: Marchesin, Tecatito Corona, Pepe (lesionado), aos 45' MBemba, Iván Marcano, Alex Telles, Danilo Pereira (C), Matheus Uribe, Romário Baró, aos 78' Otávio, Luís Diaz, Zé Luís, aos 78' Tiquinho Soares e Moussa Marega. Suplentes não utilizados: Diogo Costa, Manafá, Bruno Costa e Fábio Silva.
Equipamento: oficial tradicional
Treinador: Sérgio Conceição

Vitória SC alinhou com: Miguel, Sako, Bondarenko, Tapsoba, expulso aos 1', Rafa Soares, Pêpê, aos 6' Pedro Henriques, Al Murrati, aos 39' João Carlos Teixeira, Poha, Florent aos 83', Lucas Evangelista, Rochinha e Davidson, expulso aos 78'.
Suplentes n/utilizados: Douglas, g.r., Lucas, André Almeida e Bruno Duarte.
Equipamento: alternativo preto
Treinador: Ivo Vieira 

Árbitro: Carlos Xistra (AF Castelo Branco)
Auxiliares: Jorge Cruz/Marco Vieira
VAR: António Nobre (AF Leiria)

Compensação de tempo de jogo: 1.ª parte: 7'; 2.ª parte, 6'.
Escolha de campo: FCP, S.


GOLOS E MARCADORES: MOUSSA MAREGA, aos 14' e 90'+3' e IVÁN MARCANO, aos 89'.


    Domingo à tarde (18:30h), dia de verão com temperatura elevada, fim de férias, bancadas do estádio repletas coloridas a azul e branco pelas camisolas e cascóis, claques ruidosas incansáveis no apoio e nos cânticos (afonsinos, parai uns bocadinhos, sossegadinhos, puxa!) e no palco verde do excelente relvado duas equipas empenhadas em superar o adversário para alcançar o triunfo.

    Venceu o Dragão, com dificuldade em fazer cedo o resultado mas nunca ansioso ou frenético, porque superou o adversário nas intenções e iniciativas atacantes, criou mais e flagrantes oportunidade de chegar ao golo. Foi mais equipa e com melhores valores e desempenhos individuais.

    Possuísse o ataque portista mais eficácia no remate enquadrado à baliza vitoriana, e seguramente que a dúvida quanto ao desfecho final da partida nunca atingira tempo de espera tão elevado. Espetacular a paciência com que as claques e adeptos portistas esperaram pelos golos da tranquilidade.

    O Vitória confirmou a subida do valor global da equipa e o excelente nível da maioria dos seus componentes. E a competência do técnico Ivo Vieira. Não facilitou minimamente a tarefa do FC do Porto, pareceu ter tentado cumprir (e cumpriu em grande parte) a estratégia preparada para enfrentar a ascendente formação de  Sérgio Conceição, sem aparentemente denunciar qualquer desgaste pela recente participação em jogo de apuramento para a Liga Europa, pela "frescura" física demonstrada como alface regada, ao jogar literalmente toda a partida com dez jogadores.





   Xistra, igual a si próprio. Critério, é aleatório. Exemplo: cartão amarelo a Tecatito, por falta sobre atacante na ala direita à entrada do meio campo; ainda antes do fim da primeira parte uma "sarrafada" a Matheus Uribe, o alvicastrense viu pelo fundo do vidro da garrafa. A decisão de expulsar na primeira jogada do encontro o vimaranense Tapsoba gera polémica por isso mesmo: muito cedo. Só. Mas a falta existiu, e a possibilidade de resultar em golo era elevada com o lance a ocorrer em cima da linha da grande área; Xistra, parece ter cumprido as regras. O mesmo não aconteceu no lance que veio a ser motivo de protesto, manifestamente exposto e exagerado. de Davidson, porque, quer o auxiliar quer o árbitro não deram conta de que a bola antes de sair pela linha de fundo havia claramente raspado na bota de um jogador da equipa portista, salvo erro do magnífico Romário Baró, havendo lugar à marcação de canto. Contudo, lances assim, são o que mais acontecem por todo o lado. Mas, não justificam de modo algum o descontrole absoluto de um profissional de futebol de alta competição e o prejuízo do castigo (pesado) subsequente.

    Mexe Baró e mexe Meche, mexe-mexe Uribe, e Moussa não mexe: arranca, pega, e aparece feito MAREGA.



    Caravela da bandeira azul e branca "espantou" Adamastor" e já passou o Cabo da Boa Esperança.  

                      MAIS LINDO NÃO HÁ! CÁ.



Fotos: Dragão, Sempre!
Remígio Costa

domingo, agosto 25, 2019

BAIXA A CRISTA, PENOSO!


 
PREOCUPADÍSSIMO...

A imagem pode conter: 1 pessoa, barba, closeup e ar livre

COM CABEÇA (E SORRISO IRÓNICO)

Liga NOS
3.ª jornada 
Estádio da Luz, Carnide, Lisboa 
Espectadores: 62735 (lotação esgotada)
Tempo: de verão, com 27.º 
Hora: 19.00h
Relvado: bem tratado 
2019.08.24 (sábado) 

          SLBenfica, 0 - Futebol Clube do Porto,
                                      (ao intervalo: 0-1)

SLBenfica alinhou com: Odysseias Blachodimos, gr, Nuno Tavares, Rúben Dias, Ferro, Grimaldo, Pizzi, Samaris, na 2.ª parte, Taarabt, Florentino, aos 79' Carlos Veríssimo, Rafa, e R.T, aos 72' Chiquinho e Seferovic. Suplentes n/utilizados: Ivan Zlobin, André Almeida, Jardel e Caio Lucas.
Equipamento: oficial tradicional
Treinador: Bruno Lages

FC do Porto alinhou com: Marchesín, Tecatito Corona, Pepe, Iván Marcano, Alex Telles, Romário Baró, aos 73' Tiquinho Soares, Danilo Pereira (C), Matheus Uribe, Luís Diaz, aos 80' Willian Manafá, e Zé Luís, aos 75', Otávio e Moussa Marega. Suplentes N/utilizados: Diogo Costa, gr.,MBemba, Bruno Costa e Fábio Silva.
Equipamento: oficial tradicional 
Treinador: Sérgio Conceição.  

Árbitro: Jorge Sousa (AF Porto)
Auxiliares: Nuno Manso/Sérgio Jesus 
4.º árbitro: António Nobre 
VAR: Nuno Almeida (AF Faro) 

VÍDEO: o resumo da vitória do FC Porto na Luz frente ao Benfica

GOLOS E MARCADORES: 0-1, aos 22' por ZÉ LUÍS, na sequência de pontapé de canto apontado à direita por Alex Telles, com a bola a sobrevoar a defesa a ressaltar para o avançado portista que, junto ao poste e de costas para a baliza desvia com a bota para o fundo da baliza; 0-2 aos 87' por MOUSSA MAREGA, numa assistência magistral de Otávio a isolar o maliano à saída do meio campo pelo flanco direito, e à saída de Odysseias bater de pé direito rente à relva levando a bola a bater no interior do poste e a transpor o risco da baliza. 

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    Saibam, otários convictos, que admitir que o Futebol Clube do Porto estava  afastado da luta pelo título à primeira jornada de uma prova com trinta e quatro é uma miragem de paranóico nefelibata; e que estar convicto de que o Sport Lisboa e Benfica, mesmo sendo o melhor do mundo, ficava campeão à terceira jornada ao vencer na salão de festas dos provincianos nortenhos, não é senão a crença arreigada e provada de que todos os "padres" da confraria não deixariam de acompanhar o andor até ao final da procissão.

   Depois: 

         à 2.ª jornada,

       - Bruno Lages "ainda não foi derrotado na Liga"
       - Leva à frente da equipa "22 jogos a vencer"
       - ainda "não sofreu qualquer golo"
       - goleou 5-0 em casa e venceu 0-2 em Oeiras, e possui o ataque mais realizador
       - E tem um elementos do plantel lesionado
       - (e não tem João Félix(z), em Madrid
       - e 65 000 a esgotar o "salão de festas", embandeirado e narcotizado
         (e coiratos a pingar nas barracas do largo)
       - e no plantel todos os contratos cláusulas acima dos 88 milhões, de eros, a moeda das feiras populares.
       - e um presidente que não é insolvente mas cliente de fundos incobráveis do Banco do Estado (CGD).

    E vai lá o 

       - Sérgio Conceição, com o cutelo no pescoço para lhe fazerem o que Herodes ordenou fizessem a S. João Batista, a pedido da amante, e apresenta as novidades do resto dos saldos,
       - e a visão tétrica do cutelo: ou ganhas, ou ficas sem cou!
       - e Pinto da Costa, na tribuna, a recuperar da noite em claro com medo do galináceo castigador;
     
          e vão lá estar
   
          o Jorge Sousa, a apitar

        - e o Pizzi,
        - e o Rafa
        - e o Seferovic
           ...   e o Samaris, sim, o Samaris, para as sarrafadazitas com carinho

           a reclamar
           O Rúben anda mais comedido, a poupar-se para regressar em força, lá para o tempo das decisões finais.

          e o Marchesín, de longe, a olhar e a apreciar
          pacientemente, à espera uma hora para apenas o amarelo do riotintense avesso à regionalização, aparar com fair play. Chateado, apenas, porque não o pode devolver com o jogo de pés em que é mestre.

          Mas quem raio é o careca velho a jogar ao lado do Marcano? Donde vem, que nunca alguém o viu ou ouviu falar dele? Olha, e aquele "menino" tão bem comportadinho, caladinho, levezinho, não será do seixal? Não? Como não, até usa uma bela cuía, que graça! E atão, o tal Comendador Danilo não andava em desavença com o míster da cabeça a prémio? Donde veio o escudeiro que faz com ele parelha no miolo, esse de Uribe, ou coisa parecida? Ah, da Argentina. Não é mau, não senhor; é pá, e aqueles dois do ataque! Não os conhecia, estou agora a saber que um é Luís e o outro Luiz; Luiz & Luís, e, recentemente, Moussa Marega Ld.ª, sociedade anónima. E, voilá Tecatito, decide-te: extremo ou defesa, coxinhas lindas há em qualquer lado; Alex, engenheiro tira-linhas, beija a moça antes de a pontapear, ainda vais ser incriminado por violência contra a menina. Há, há, eu sei, o Tiquinho, o Otávio e o Manafá, e outros mais que o Olival dá.

           O Jorge Sousa não tem cura. Possui condições para ser o melhor, isso tem, mas não consegue libertar-se do estigma do erro que possa ser tido como benefício do Clube da sua cidade. Liberta-te, pá! És do norte, deixa a turba criticar pois nunca fizeram nada que se aproveite. 




        

     
       

domingo, agosto 18, 2019

DRAGÕES JUNTOS, SEMPRE!

FC Porto-V. Setúbal, 4-0 (destaques) 
Liga NOS  
2.ª jornada 
Estádio do Dragão 
Estado do tempo: bom (20º)
Relvado: novo em consolidação
Hora: 21:30h
Assistência: +-39 000 espectadores 
Data: 17.08.2019 (sábado) 
                  FC DO PORTO, 4 - Vitória FC, Setúbal, 0
                                       (ao intervalo: 2-0)
FCPorto alinhou com: Merchesín, Tecatito Corona, Pepe, Iván Marcano,  Alex Telles, Romário Baró, aos 66' Nakajima, Danilo Pereira (C), Matheus Uribe, Luís Diaz, Zé Luís, aos 78' Fábio Silva e Moussa Marega, aos 71' Tiquinho Soares. 
Suplentes n/utilizados: Diogo Costa, g.r., MBemba, William Manafá e Otávio.
Equipamento: oficial tradicional
Treinador: Sérgio Conceição 

Vitória FC, Setúbal alinhou com: Macaridze, Mano, Artur Jorge, Bruno Pirri, Sílvio, Nuno Valente, Vilela, aos 76' Carlinhos, Eder Beça, Zequinha, Berto, aos 22' Marsilha e Hachadi, aos 78' Guedes.
Suplentes n/utilizados: Valido, g.r., André Sousa, João Meira e Castro.
Equipamento: alternativo de cor preta
Treinador: Sandro Mendes 

Árbitro: Manuel Mota (AF Braga)
Auxiliares: Jorge Fernandes/Luciano Maia
4.º árbitro: Fábio Melo
VAR: Vasco Santos.
Escolha de campo: FCP S/N

GOLOS E MARCADORES: 1-0 aos 11' por ZÉ LUIS, com um remate executado com o pé direito efetuado a alguns metros da linha de grande área, com a bola tomar efeito a entrar junto ao poste tornando inútil a estirada de Macaradize; 2-0, por ZÉ LUÍS, na sequência de livre apontado por Alex Telles, à esquerda, com a bola a ser desviada para o lado contrário, onde estava sem marcação o avançado portista, o qual, num espetacular voo "à peixe" bateu de cabeça para o lado oposto do movimento do guarda redes do Setúbal, obtendo um golo de excelente efeito; 3-0, aos 63', com ZÉ LUÍS a fazer hat trick, dando o melhor destino a um canto apontado por Alex Telles, ao elevar-se mais alto e oportuno para num golpe de cabeça bater para o fundo das redes; 4-0, aos 64', logo a seguir, agora por LUIS DIAZ, a concluir com remate forte e colocado uma jogada iniciada por Tecatito Corona, a entregar a Moussa Marega já dentro da área, com o maliano a servir o colombiano para o remate vitorioso.

   Foi com um triunfo inquestionável pela superioridade evidenciada sobre o adversário em todo o tempo da partida, que o Futebol Clube do Porto iniciou no Dragão o combate para a recuperação do título de campeão da I Liga. Um golo conseguido ao dobrar dos primeiros dez minutos de afirmação e afinação da qualidade de jogo da equipa, ratificou a convicção de quem acredita na resiliência do Dragão às vicissitudes circunstanciais do momento. Pela forma como depois a partida decorreu até ao fim, e o acerto com que a equipa soube resolver os problemas criados pelo opositor, tornaram mais diluídas e afastadas as nuvens da borrasca lançadas pelos cartilheiros arautos capturados da desgraça sobre as (in)capacidades do atual do Dragão.  

   A época mal principiou, muita água ir passar sob a ponte Luís I, as greves não sairão dos noticiários das televisões, as eleições vão ser um forro bó bó de entretenimento, os comícios mais animados do que festivais pop da margem sul, as inaugurações do que já estava inaugurado, as visitas dos políticos aos familiares sub-políticos na sombra, as irreverentes declarações de Ana Gomes a requerem lupa para serem lidas por quem aprendeu a ler ou de aparelho amplificador para quem ouve mal, enquanto a terra, às vezes irritada, inquieta, turbulenta e castigadora vai dando voltas pelo espaço arrastando a lua. 

   Os que chegaram ao Olival começam a mostrar o valor que levou à sua contratação. Nestas aquisições, uns estão mais prontos e aptos que outros. Vão a jogo quando o mister achar que é o momento certo, quando entender que podem render, ser fundamentais para cumprir o plano, a missão que podem ter no batalhão para obter êxito. 

   A ordem é a união. Juntos, sempre!
   
   Depois se verá. Ninguém vence nem perde sempre. 
   
   A crença, é uma força imbatível.
  

       

quarta-feira, agosto 14, 2019

INFORTÚNIO NO JOGO DA ROLETA RUSSA

 


Liga dos Campeões (Fase de apuramento)
3.ª eliminatória - 2ª mão
Estádio do Dragão, Porto 
Transmissão Porto Canal/FC Porto.tv, em estreia absoluta)
Tempo: sol e calor
Relvado: novo (estreia)
Assistência: +-48500 
Data: 13.08.2019 (terça-feira)

          FC DO PORTO, 2 - FK KRASNODAR (Rússia), 3
                                        (ao intervalo: 0-3) 

FC do Porto alinhou com: Merchesín, Renzo Saravia, aos 38' Zé Luíz, Pepe, Iván Marcano, Alex Telles, Danilo Pereira (C), Sérgio Oliveira, aos 49' Matheus Uribe, Nakajima, Luiz Diaz, Jesús Corona (Tecatito), aos 86' Vincent Aboubakar e Moussa Marega. Suplentes n/utilizados: Diogo Costa, Romário Baró, MBemba, e William Manafá. 
Equipamento: oficial tradicional
Treinador: Sérgio Conceição

FK Krasnador alinhou com: Safanov, Petrov, Martynovich, Spadjic, Ramirez, Camballov, Cabella, aos 71' Stostky, Vilhena, Sulleymanov, aos 65' Fjólsun, Berg, aos 72' Yagnev, e Vanderson. Suplentes n/utilizados: Cristsyuk, Olson, Namly e Kaio Pantaleon.
Equipamento: preto com laivos verdes.
Treinador: Sergei Matveev (adjunto)

Árbitro: Marko Guida (Itália)
Assistentes: Ciro Carbone/Daniele Bindoni
4.º árbitro: Fábio Maresca.

GOLOS E MARCADORES:
 0-1 aos 3', por TONY VILHENA. Canto apontado à direita com a bola a sobrevoar a defesa do Porto ao encontro do médio da equipa russa já dentro da área no lado oposto, e sem marcação por perto, com tempo para controlar e executar com total tranquilidade um remate forte e colocado; 0-2 aos 12' por SULLYMANOV: com a equipa portista adiantada no relvado envolvida numa situação de ataque proveniente da marcação de um canto, a bola aliviada vai de encontro ao avançado russo que rapidamente avança à vontade com ela dominada e já perto da área tira um remate cruzado rente à relva de nada valendo a tentativa de Marchesín; 0-3 aos 34' de novo por SULLYMANOV, um remate rente à relva já dentro da área, agora no lado direito; 1-3 aos 57' por ZÉ LUÍS, respondendo com um golpe de cabeça a um cruzamento bem medido de Nikajima; 2-3 aos 76' por LUIZ DIAZ, com forte remate junto à relva, dando a melhor conclusão a uma jogada típica de Tecatito pelo flanco direito, com derivação para a cabeça da área, entregando a bola ao colombiano para este fuzilar da baliza à guarda de Safanov.

     Um golo, um mero golo de diferença no cômputo das duas mãos, tinha vencido em Krasnodar por 0-1, afastou o Futebol Clube do Porto da luta pela continuidade na fase de grupos de Liga dos Campeões, deixando assim de fazer parte do grupo que, com o Real Madrid e o FC Barcelona, tinham participado ininterruptamente nas edições da prova no formato atual.

    O FC do Porto apresentou-se com alterações profundas na composição da equipa relativamente ao jogo realizado em Barcelos, chamando ao início do jogo Saravia e Nakajima, prescindindo de Tiquinho Soares mesmo no banco, recuperando da bancada o capitão Danilo Pereira. No decorrer da partida fez entrar Zé Luíz dispensando Saravia, Matheus Uribe, estreante, substituindo Sérgio Oliveira por força de lesão num lance de disputa de bola, e com o expirar da partida entrou Vincent Aboubakar para mandar para o banco um Tecatito notoriamente com o depósito do combustível exaurido.

    Vendo anulada a vantagem obtida na Rússia com um golo consentido ainda a ouvir-se o apito inicial do italiano Marko Guido, a equipa do Futebol Clube do Porto jamais se recompôs no decorrer do primeiro tempo, permitindo um claro ascendente no jogo do FK Krasnodar traduzido numa incrível vantagem de três golos com apenas 34' de jogo. Efetivamente, a equipa russa demonstrou uma organização superior aos portistas, atuando de forma desinibida e categórica logrando anular com toda a naturalidade um FC do Porto surpreendentemente (ou talvez não...) inseguro, periclitante, falhento, ineficaz na definição do passe e no remate, ainda que esforçado, lutador e abnegado. 

    Com as substituições e alterações posicionais introduzidas por Sérgio Conceição, o período complementar trouxe ao FC do Porto outra dinâmica e maior assertividade nas jogadas, a par da subida de rendimento individual de alguns jogadores, tendo conseguido aproximar o marcador do resultado ansiado. Contudo, o desgaste da equipa e alguma ansiosa precipitação na definição das jogadas e na sua conclusão, não permitiram a obtenção do golinho necessário para anular a vantagem da equipa russa.

   É um mito aspirar refazer uma equipa desmantelada numa ou duas quinzenas de preparação. O Futebol Clube do Porto atravessa uma fase deveras atípica se comparada com outras épocas e outros conjuntos, tendo ainda muito trabalho, engenho e perseverança pela frente até chegar a uma equipa de topo europeu. Vai lá chegar, não restam dúvidas de que o conseguirá, já passou por outros tumultos idênticos, mas superou-os até conquistar sete competições europeias de alto nível, feito inédito sem imitação em Portugal.

   Futebol Clube do Porto, sempre!

domingo, agosto 11, 2019

A DIGERIR CAVIAR, NÃO CAIU BEM GALO DE CABIDELA

 

Liga NOS 
1.ª jornada
Estádio Cidade de Barcelos
Hora: 19:00h
Tempo: frio e seco 
Relvado: novo, por consolidar
Assistência: cerca de 11000 (maioria portista)
Data: 10.08.2019 (sábado)

          GIL VICENTE, 2 -. FC DO PORTO, 1 
                          (ao intervalo: 0-0) 

Gil Vicente FC alinhou com: Denis, Alex Pinto, Rúben Fernandes, Rodrigo, Artur Henrique, aos 82' Erick, Soares, João Afonso, aos 75' Gonçalves, Kaev, Lourency, Sandro Lima, aos 65' Naidj,  e Erick. Suplentes n/utilizados: Wellington, Kelynton, Relynton, Naldo e Vila.
Equipamento: oficial de cor vermelha 
Treinador: Vítor Oliveira 

FC do Porto alinhou com: Marchesín, William Manafá, Pepe, Iván Marcano, Alex Telles, Bruno Costa, Sérgio Oliveira, (C) Otávio, aos 79' Fábio Silva, Jesús Corona, aos 58' Luiz Diáz, Zé Luís e Tiquinho Soares, aos 58' Moussa Marega. Suplentes n/utilizados: Vaná, Mbemba, Romário Baró e Nakajima.
Equipamento: oficial tradicional
Treinador: Sérgio Conceição.

Árbitro: Nuno Almeida (AF Faro)
Assistentes: André Campos/Bruno Jesus
VAR: Carlos Xistra

Escolha de campo: Gil Vicente

GOLOS E MARCADORES: 1-0 aos 60' por Lourency na conclusão de uma rápida jogada em contra-ataque iniciada numa perda de bola a meio do relvado de Moussa Marega, num remate forte sem chance de defesa; 1-1 aos 73' por ALEX TELLES, na conversão de uma grande penalidade por corte da bola para canto com o braço de um defesa da casa. A arbitragem nada viu sendo o VAR a chamar Nuno Almeida à visualização do lance que o sancionou sem mais hesitação. O 2-1 ocorreu aos 77' numa excelente jogada de ataque da equipa de casa a aproveitar o adiantamento da defesa portista e a meter na área vários jogadores, concluída por KAEV num remate expedito, rasteiro e forte em cima da marca de penalti sem qualquer culpa para o guarda redes argentino do FC do Porto.

    Com o saboroso paladar na boca do caviar russo, a equipa do FC do Porto deu-se mal com o arroz pica-no chão que o Gil Vicente preparou para a festa do regresso administrativo à primeira Liga. Não porque o apreciado cozinhado tivesse sido mal condimentado pelo bem experimentado e competente chef, bem antes pelo contrário, mas, outrossim, pelo manifesto enfastiamento dos 
dos visitantes.

    O desfecho desta partida inaugural só pode surpreender os adeptos do Dragão que não tiveram oportunidade de ver o jogo. Mas, para quem acompanhou a transmissão da jornada europeia dos portista e a de ontem, aceitará sem reservas que a merecida vitória dos barcelenses é comparável à conseguida pela do FC do Porto contra o Krasnodar. 

    O FC do Porto parece ter sido apanhado de surpresa perante a capacidade individual e coletiva da equipa treinada pela velha raposa do futebol nacional, Vítor Oliveira; e, no decorrer de toda a partida, pela capacidade física e técnica da maioria dos seus atletas, e, sobretudo, pela a eficácia evidenciada no remate na ocasião certa, que os elementos escolhidos para o jogo por Sérgio Conceição, desastradamente, não conseguiram. De nada vale a maior percentagem de posse de bola, de mais pontapés de canto e mais livres e do maior número de remates e maior volume atacante, se falhar na hora certa a concretização, às vezes aparentemente fácil.

     Foi o "filme" da partida.

     Um insucesso nunca sabe bem. Mas pode ser útil para as correções que a longa caminhada ora iniciada exige com vista à superação do itinerário agreste que há a desbravar. Tudo está em aberto: os valores intactos, os responsáveis atentos e competentes merecem todo o crédito, a massa adepta fiel e consciente não perderá a crença e a confiança, porque o Futebol Clube do Porto é único e eterno.

     Eu, confio. Sempre!

     Vêm aí os russos. A próxima missão a cumprir.


    

  

quinta-feira, agosto 08, 2019

VITÓRIA KRASNODEU CONFIANÇA PARA O JOGO NO DRAGÃO






LIGA DOS CAMPEÕES
Fase de apuramento
3.ª eliminatória - 1.ª mão
Estádio de Krasnodar, Rússia
Tempo: frio s/chuva
Relvado: bom estado e rápido
Hora: 18:00h (20:00h) (TMG)
Assistência: cerca de 35 000 espectadores
Data: 07.08.2019 (quarta-feira)

              FC KRASNODAR, 0 - FC DO PORTO, 1
                                     (intervalo: 0-0)

FC KRASNODAR alinhou com: Safonov, Petrov, Martyvich, Spajic, Ramirez, Vilhena, Kambolov, aos 72' EditarFjóluson, Wandtson, Namil, aos 66' Suleymnov,aos 62'  Cabella e Berg,aos 62 N/N.
Suplentes N/utilizados: Kritziuk, gr, Skopintev, Olson e Stoskiy.
Treinador: Sergei Matveev (adjunto)
Equipamento: fundo preto e verde.

FC DO PORTO alinhou com: Marchedín (estreia absoluta), Wilson Manafá, Pepe, Iván Marcano, Alex Telles, Danilo Pereira (C), Sérgio Oliveira, Romário Baró, aos 55' Luís Diaz, Jesús Corona, aos 85´Otávio, Tiquinho Soares, aos 74' Zé Luís e Moussa Marega. Suplentes n/utilizados: Vaná,gr, MBemba, Bruno Costa e Fábio Silva.
Treinador: Sérgio Conceição, substituído nesta partida pelo treinador-adjunto Vítor Bruno.
Equipamento: oficial tradicional.

Árbitro: Tobias Stieler (Alemanha); auxiliares: Christien Gittelman e Rafael Fortyn.

GOLO E MARCADOR: 0-1 aos 89', por SÉRGIO OLIVEIRA, na conversão de livre direto à entrada da linha da grande área e frontal à baliza, resultante de uma falta sobre Zé Luís, numa execução perfeita fazendo a bola transpor a barreira em arco para entrar junto ao poste.

     Doeu a muitos, paciência, desculpai qualquer coizinha...





          O merecido triunfo do Futebol Clube do Porto no confronto da 1.ª mão da 3.ª eliminatória para acesso à fase de grupo da Liga dos Campeões, obtido em Krasnodar, na Rússia, é um tónico doce e eficaz para a confiança e a auto-estima da equipa portuguesa com vista ao jogo da 2.ª mão a realizar no Estádio do Dragão, na próxima semana. A exibição global e a utilidade do resultado conseguido pela formação portista neste primeiro confronto oficial da época, derreteram as costumeiras críticas e palpites infalíveis dos muitos e isentos cartilheiros que poluem os canais das emissões de tv sediados na corte alfacinha, acabando a engrossar o caudal das águas sujas dos esgotos.

          O Futebol Clube do Porto continua bem e recomenda-se, e está na luta sem quartel contra a corrupção impune, contra o descarado e seletivo proselitismo público, e contra o regabofe das ações judiciais inconclusivas. 

          O que Krasnodar mostrou à evidência foi uma EQUIPA revitalizada, lutadora, crente nas suas aspirações, e claramente CAPAZ. Tudo o que exige uma missão difícil, mas não impossível de obter êxito. 

          E uma equipa técnica que até na bancada o líder sabe comandar.

          O desempenho do alemão sr. Tobias Stieler "envergonharia" qualquer "ferrari"  da frota corroída portuguesa. Se algum deles a tivesse...

        
          

domingo, maio 26, 2019

TAÇA DE PORTUGAL FICA NA CAPITAL

 

Taça de Portugal 
Final 
Estádio do Jamor, Oeiras 
Tempo: quente, com vento; hora: 17:15 
Relvado: piso irregular com relva imprópria 
Assistência: +-40000, com forte falange portista 
2019.05.25 (sábado) 

      Sporting CP, 2 - FC DO PORTO, 2 (em 120'), 5-4 em penaltis
                                               (intervalo: 1-1)

SCP alinhou com: Renan, Bruno Gaspar, aos 60' Ilori, Coates, Matiheu, Accuña, Wendel, aos 106' Jefferson, Gudelj, aos 90'+3' Doumbia, Bruno Fern andes (C), Raphinha, Luiz Phillippe e Diaby, aos 74' Das Dost.
Equipamento: oficial tradicional
Treinador: Marcel Keizer

FCP alinhou com: Vaná, Éder Militão, aos 102' Hernâni, Felipe, Pepe, Alex Telles, aos 106' Fernando Andrade, Danilo Pereira, Héctor Herrera (C), Otávio, aos 99' William Manafá, Yacine Brahimi, Moussa Marega, aos 99' ´Adrián López e Tiquinho Soares. Suplentes não utilizados: Fabiano, gr, Maxi Pereira e Óliver Torres.
Equipamento: oficial tradicional
Treinador: Sérgio Conceição

Árbitro: Jorge Sousa (AF Porto)
Auxiliares: Nuno Manso/António Godinho
4.º árbitro: Carlos Xistra
VAR: Rui Costa

GOLOS E MARCADORES: 0-1 aos 41' por TIQUINHO SOARES, a concluir com remate de cabeça assistência de Héctor Herrera já dentro da área: 1-1 aos 45' por BRUNO FERNANDES, em remate à entrada da linha da grande área com a bola a ser desviada na trajetória em Danilo Pereira a entrar rente ao poste; 2-1 aos 101' por BAS DOST beneficiando de uma tentativa falhada de corte do lance por parte de Felipe, com a bola a ressaltar para o marcador que, isolado, fez o remate fácil para a baliza; aos 121', DANILO PEREIRA restabeleceu o empate na partida com um remate de cabeça junto ao poste na sequência de mais um dos sucessivos pontapés de canto de que o Porto beneficiou nos derradeiros minutos de jogo.

 Na marcação de penaltis que se seguiu, Tiquinho Soares iniciou a série de cinco transformando o primeiro, seguiu-se Bas Dost que falhou atirando à barra, a seguir Danilo Pereira, com golo, Bruno Fernandes, idem, Pepe, que rematou à trave, Mathieu com golo, Adrián López marcou, Raphinha também, Hernâni não falhou, Coates também não; na série a seguir Fernando Andrade não logrou bater o guarda redes do Sporting que defendeu, e Luiz Phillipe converteu o penalti do triunfo.

  Como jogo de final de Taça e fecho da época, a partida decorreu expectante e plena de emoções para gáudio dos milhares de presentes nas bancadas do bonito mas retrógrado palco da festa predileta da corte alfacinha, sumamente representada na tribuna do velho estádio. Jogo extenuante pela duração e sobretudo pela intensidade e ritmo da partida e pela entrega dos atletas em tarde de calor ainda a destempo para época. Resultado longe da realidade factual face ao que as duas equipas produziram no relvado, em manifesto défice da valorização quanto à supremacia demonstrada pela equipa da Civitas Virginis, da Padroeira Nossa Senhora da Vandoma.

   Jorge Sousa, árbitro da AF Porto, há muito que justifica nomeação para uma comenda. Tem valor bem acima do que justificou a concessão da honra a Joe Berardo. Notável, o "rigor" que se esforça por praticar quando tem que decidir faltas que possam ser considerados "favores" seus à equipa do norte. Como teria julgado o portuense riotintense o corte evidente com a mão ocorrido aos 90'+5' que anulou um possível perigoso contra-ataque a Tiquinho Soares, se em vez do excelente central do Sporting, Mathieu, tivesse sido feito pelo Felipe "vale tudo" do FC do Porto? Será que (também) validaria a jogada de que resultou o golo de Bruno Fernandes no empate inicial, quando Raphinha, em posição de fora de jogo desvia o corpo para não travar ou desviar a bola se os intervenientes vestissem de azul e branco? Por que razão prescindiu do VAR, um dos dois tidos por melhores árbitros nacionais? 

   Sérgio Conceição, és de confiança, és integralmente um treinador à Porto. Contigo, sempre!



domingo, maio 19, 2019

ADEUS, CAMPEÃO! ATÉ JÁ.




Primeira Liga 
Jornada 34 (última) 
Estádio do Dragão, Porto 
Estado do tempo: bom - Hora: 18:30 
Relvado: bom estado 
Assistência: 39 808 
Data: 2019.05.18 (sábado) 

        FC DO PORTO, 2-1 - Sporting CP, 1 
                                           (intervalo: 0-0)

FCP alinhou com: Vana, Éder Militão, Felipe, Pepe, na 2.ª parte Willian Manafá, Alex Telles, aos 76' Vincent Aboubakar, Danilo Pereira, Héctor Herrera (C), Jesús Corona, Otávio, na 2.ª parte Yacine Brahimi, Tiquinho Soares e Moussa Marega. Suplentes n/utilizados: Diogo Costa, Maxi Pereira, Óliver Torres e Fernando Andrade.
Equipamento: oficial tradicional 
Treinador: Sérgio Conceição 

SCP alinhou com:Renan, Bruno Gaspar, aos 64' Ilori, André Pinto, Mathieu, Borja, Gudelj, Petrovic, Dlaby, Bruno Fernandes (C), aos 88' Wendel, Acuña e Luiz Phillip, aos 67' Bas Dost. Suplentes N/utilizados: Salin, Jefferson, Raphinha e Joavani. 
Equipamento: alternativo de cor verde 
Treinador:Marcel Keiser

Árbitro: Fábio Veríssimo (AF Leiria)
Auxiliares assistentes: Paulo Soares/Pedro Martins 
4.º árbitro: Gustavo Correia 
VAR:Luís Ferreira 

Escolha de campo: FCP S/N 

GOLOS E MARCADORES: aos 61', 0-1, por LUIZ PHILLIPE, na melhor e única jogada de ataque do Sporting em toda a partida, num contra-ataque a aproveitar o adiantamento da equipa portista, sendo a bola recuperada na linha média e entregue ao avançado leonino num passe bem alinhado para o lado oposto onde o avançado à entrada da área e sem oposição executa o remate à saída de Vaná; o empate a 1-1 verificou-se aos 78' e foi obtido em remate com a cabeça de DANILO PEREIRA, a concluir um desvio de Felipe no seguimento de lance iniciado em pontapé de canto; três minutos antes o médio do FCP havia rematado à barra; HÉCTOR HERRERA, aos 87' surgiu ao segundo poste para em remate espetacular "à meia volta", dar o triunfo inquestionável neste jogo por 2-1 à equipa que melhor e mais fez para o alcançar.

          Contra um Sporting atípico relativamente aos componentes da equipa e à opção tática com que foi a jogo, ostensivamente preparado para defender e tentar aproveitar um lance fortuito para fazer através da sorte um resultado honroso, o Futebol Clube do Porto veio a construir apenas no segundo período da partida a vitória magra mas justa que fez por merecer. Não obstante as contingências negativas que conduziram à quase impossibilidade da renovação do título na última jornada do campeonato, o profissionalismo e o brio dos atletas que ostentam nas camisolas o símbolo sagrado do Clube, produziram um jogo pleno de dignidade honrando o prestígio da insigne bandeira azul e branca. 

          O leão foi a jogo com a pele do cordeiro. Enquanto o resultado lhe convinha foi moderando a rispidez na disputa da bola, e quando se apercebeu da oposição do Dragão às suas pretensões ao intensificar a velocidade e o assédio à baliza do comediante Renan, avinagrou a atitude com o intuito de adiar aquilo que o jogo jogado claramente demonstrava, como se verificou aos 85' quando num minuto aconteceram três lances sucessivos nos quais o golo esteve francamente à vista, designadamente, no último evitado por Mathieu ao desviar a bola de cabeça para a linha de fundo.

          Sabendo-se que alguns dos atletas ontem utilizados por Sérgio Conceição estão de malas feitas para seguir a carreira noutras latitudes, nada se lhes poderá apontar quanto ao profissionalismo demonstrado; Éder Militão, Felipe, Yacine Brahimi e, especialmente, o honesto profissional de futebol que é o capitão Héctor Herrera, atuaram de acordo com o valor reconhecido das correspondentes capacidades técnicas fartamente demonstradas ao longo dos anos em que defendem o FC do Porto; e uma palavra de apreço pela categoria e garra posta no desempenho que merece o futuro capitão da equipa, DANILO PEREIRA.

         Sobre o Veríssimo seria interessante conhecer o critério da sua nomeação para este jogo, enquanto que para o que à mesma hora decorreu na Luz foi dado ao portuense Jorge Sousa, isto é, o da AFLeiria, suspenso por determinação do clube lisboeta e ainda mal refeito do afastamento compulsivo, dão-lhe a fava enquanto ao do norte, de bandeja, a fatia da festa. Tem piada.
         Outra coisa não seria de esperar. Fábio Veríssimo protagonizou um mau trabalho, não está preparado para jogos desta importância, não cimentou ainda a necessária autoridade para "ter mão" nos jogadores e no jogo. Quem mais participou nas decisões que lhe estão cometidas, foi o VAR Luís Ferreira, sendo forçado a reverter vários atos errados que praticou no desenrolar da partida. Não foi capaz de advertir o capitão do Sporting, Bruno Fernandes, em constantes protesto durante o jogo, no momento em que se dirigiu ao banco dos portistas numa atitude provocatória, não compensou o tempo de jogo quer no primeiro como no segundo tempo, não avisou Renan das perdas na reposição da bola em jogo, perdoou uma grande penalidade a Bruno Gaspar que derrubou Tiquinho Soares dentro da área ao levantar os pés quando este se esforçava por se erguer, e no sururu final em que todos os elementos dos dois conjuntos se envolveram sem que se saiba a razão, andou por ali à procura de  alguém a quem pudesse dar o cartão vermelho (claro!) que pela mão direita levantava no ar. A quem? A Jesús Corona, o terrível arruaceiro, caceteiro, parte pernas, da estupenda, fantástica, prestigiada Liga do futebol europeu: a portuguesa.

         

         



segunda-feira, maio 13, 2019

ADEUS À CHOUPANA COM VITÓRIA SOBERANA.


 Jesús Corona, Moussa Marega e Óliver Torres, 
com destaque na vitória na Choupana 
- Foto OJOGO online

Liga NOS
33.ª jornada 
Estádio da Madeira, Choupana, Funchal 
Tempo: sol e tempo ameno 
Relvado: bem tratado 
Assistência: acima dos quatro mil espect. 
2019.05.12 (domingo) 

              
               CD Nacional, 0 - FC DO PORTO, 4 
                             (intervalo: 0-2) 

CD Nacional alinhou com: Daniel Guimarães, Kelindi, Diogo Coelho, Júlio César, Nuno Campos, Marakis, aos 81' Barcellos, Alhassan, Vítor Gonçalves, Riascos, Hamzaoui, aos 84' Witi e João Carneiro, aos 77' Róchez.
Equipamento: oficial tradicional 
Treinador: Costinha

FC do Porto alinhou com: Vaná, William Manafá, Éder Militão, Filipe, Alex Telles, Danilo Pereira (C), Óliver Torres, Otávio, aos 86' Maxi Pereira, Jesús Corona, aos 76' Fernando Andrade, Moussa Marega e Tiquinho Soares, aos 75' Loum.
Suplentes n/utilizados: Diogo Costa, g.r, Pepe, Hernâni e Vincent Aboubakar.
Equipamento: alternativo de cor azul 
Treinador: Sérgio Conceição

Árbitro: Carlos Xistra (AFCB)
Auxiliares: Nuno Pereira/Luciano Maia.
4.º árbitro: 
VAR: António Nobre 
Escolha de campo: FCP- bola CDN


GOLOS E MARCADORES: 0-1 aos 14' por ALEX TELLES na execução perfeita com o pé esquerdo de um livre direto a castigar falta sobre Otávio a vários metros da linha da área, sem hipótese de defesa; 0-2 aos 28' por ÓLIVER TORRES, o qual intercetou a bola no início de jogada do Nacional na zona intermediária do seu meio campo, progrediu alguns metros até à entrada da área e, com o pé esquerdo, rematou colocado de nada valendo a estirada dp g.r. local; 0-3 aos 59' do JESÚS CORONA, desviando para a baliza ao segundo poste um lance protagonizado no flanco direito por Moussa Marega, o qual junto a linha de fundo se livrou do marcador direto e fez o passe para o golo; 0-4 aos 88' por MOUSSA MAREGA, na conversão de penalti a punir um corte de bola com o braço de um defensor local na sequência de um pontapé de canto.

   Decorridos que estavam cerca de uma dúzia de minutos sobre o início da partida, um desentendimento entre Vaná e Militão concedeu a única real oportunidade de golo dos madeirense em todo o encontro. Pouco depois, foi o Futebol Clube do Porto que abriu o marcador na conversão de livre direto, num portentoso remate de Alex Telles, pondo fim às ténues possibilidades do mister Costinha em manter a continuidade de jogos da I liga no estádio da Choupana.
Xistra, aos 70' de jogo, já com o marcador com três tentos a favor do FC do Porto, descobriu a possibilidade de poder estimular os anseios dos locais ao ver num mergulho para a piscina bem executado um penalti inequívoco. Valeu a intervenção do VAR para defraudar o prazer do árbitro alvicastrense em fim de carreira, fazendo-lhe reverter o gosto de ter considerado réu sem culpa Felipe e desdizer-se publicamente dando o feito por desfeito.

   O Futebol Clube do Porto manteve a supremacia e controle da partida praticamente em todo o tempo. Mais pressionante e veloz até ao segundo golo, mais pausado e contido, depois, ainda assim alguns lances criados no decorrer do jogo poderiam ter dado maior volume aos números finais. Quer na disponibilidade dos jogadores em manter um ritmo controlado e prevenir dificuldades maiores, e na exibição global onde não aconteceram "períodos mortos", o desempenho global foi digno e à altura do prestígio do símbolo do Dragão. 

  Vaná ressarciu-se com um desempenho normal depois da atrapalhação inicial com o colega, na linha dos quatro médios Jesús Corona e Óliver Torres, presumo ter sido o MVP da equipa, destacaram-se sem menosprezo para Otávio e o capitão Danilo Pereira, na frente Moussa Marega mais disponível e contundente do que nos recentes jogos passados, Tiquinho Soares não logrou chegar ao golo mas nada se lhe pode apontar quanto à disponibilidade dada para o conseguir. No setor defensivo Militão e Felipe foram capazes de manter a guarda da baliza com eficiência, à direita Willian Manafá mantém o caminho da evolução, Alex Telles a entrega ao jogo e a eficácia normais.

  Carlos Xistra, manteve-se dentro da bitola apertada que o define como árbitro de tarimba perto do prazo de validade.