sábado, janeiro 20, 2018

BOM FIM PARA QUEM MERECEU.

O Jogo

Liga NOS
19ª jornada
Estádio do Dragão, Porto, Portugal
Sportv1 - 21:00 horas
Tempo: frio e seco
Relvado: muito bom
Assistência:   32 711
2018.01.19


           FC DO PORTO, 1 - CD Tondela, 0
                                         (ao intervalo: 1-0)

FCP alinhou com: José Sá, Ricardo Pereira, Felipe, Iván Marcano, Alex Telles, Danilo Pereira, Hèctor Herrera, Jesùs Corona, aos 77' Hernâni, Yacine Brahimi, aos 88' Tiquinho Soares, Moussa Marega e Vincent Aboubakar, aos 77' Sérgio Oliveira. Não utilizados: Iker Casillas, Diego Reyes, Miguel Layún, André André, Óliver Torres e Maxi Pereira.
Equipamento: oficial tradicional
Treinador: Sérgio Conceição

Árbitro: Luís Godinho, AF Évora. 4º árbitro: Manuel Mota: VAR: Artur Soares Dias.

GOLO E MARCADOR: 1-0 aos 13' com MOUSSA MAREGA a intercetar uma tentativa de saída de bola com posse controlada, com Cláudio Ramos a entregar com a mão a Sully com este a tentar enviá-la paralelamente à linha da grande área para o lado contrário, onde chegou primeiro o avançado portista para entrar na área e bater forte rente à relva fora do alcance do guarda redes do Tondela.

             O Futebol Clube do Porto não aproveitou o benefício da vantagem no marcador, ainda antes dos quinze minutos de jogo, para assumir nitidamente superioridade na partida e consolidar com outros golos a a robustez do resultado. Estando prevenido quanto à atual valia do conjunto do Tondela, confortável na décima posição na tabela geral com uma defesa das menos batidas até agora, a equipa não desvalorizou o adversário e meteu na refrega o melhor de que dispõe nesta fase do seu plantel. De um modo talvez improvável considerando as aspirações e a qualidade dos respetivos jogadores, os visitantes evidenciaram uma boa organização estrutural, atrevimento nas ações ofensivas e um empenho desusado pouco visto em confrontos anteriores, logrando sustentar a dúvida do resultado até aos 90'+3' de duração do jogo.

            No recomeço do encontro deu-se conta de que o intervalo tinha sido útil para a subida do rendimento coletivo da equipa. O Porto acelerou o jogo, variou os caminhos da bola até às laterais, encostou a Cláudio Ramos quase todos os demais componentes da equipa tondelense, rematou, bi-rematou, tri-rematou, ganhou cantos sucessivos, fez a bola circular por vielas e agueiros, fez brilhar uma guarda redes com qualidades para estes apertos, esbanjou oportunidades e somou azares e desfalque de penaltis que por mais evidentes nem um VAR supostamente competente e honesto descortina ilegalidade para ratificar. 

            Quanto à justiça do triunfo, nem uma unha negra pode ser apontada.

            Coletiva e individualmente, a primeira parte não foi muito bem conseguida. Muito melhor decorreu a segunda, com Danilo Pereira, Hèctor Herrera, Yacine Brahimi, Moussa Marega com trabalho decisivo no ataque e travagem do ímpeto dos jogadores visitantes, tendo também neste particular Iván Marcano e até José Sá, na anulação de pontapés de canto já que remates enquadrados com a baliza à sua guarda não viu uma amostra sequer, excelente trabalho.

           Não fossem as faltas de Joãozinho cometida por derrube a Jesús Corona, aos 30' e o braço na bola de Ricardo Costa aos 75' que Godinho não sancionou com penalti e o "super árbitro" Artur Dias, no B.A.R, com o tira-linhas a traçar a biqueira da bota de Vincent Aboubakar, eu até aceitaria que Luís Godinho tivesse adotado uma atitude de "deixar jogar" que gostaria fosse seguida pela arbitragem em geral. Mas os erros de não marcação de penalidades são graves, podem ter influência na verdade do jogo e negam (ou dão) pontos que podem dar ou roubar títulos.

           Com menos quarenta e cinco minutos por jogar e três pontos que podemos (e devemos) somar, seguem atrás de nós dezassete concorrentes e nenhum à nosso frente. Isolados, em (quase) tudo, incluindo da imprensa mais hostil e capturada do mundo.


                COMO EU GOSTO.

terça-feira, janeiro 16, 2018

INTERLÚDIO PARA CORRIGIR A PAUTA DA MÚSICA.


LIGA NOS
18ª jornada (2ª volta)
Estádio António Coimbra da Mota, Amoreira (Estoril)
Sportv1 -21:00 horas 
Tempo: frio e s/ chuva
Relvado: irregular
Assistência: cerca de 7000 (Onda azul: 6000)
2018.01.15

            Estoril Praia, 1 - FC DO PORTO, O
                                (ao intervalo: 1-0)

        (Estão apenas cumpridos os primeiros quarenta e cinco minutos da primeira parte. No decorrer do intervalo, os ocupantes da claque portista que ocupavam toda a bancada nova do topo norte, abandonaram o local de modo calmo e ordeiro, e entraram no relvado alegadamente por terem sido detetados sinais de desabamento da estrutura. Por razões de segurança foi determinada, cerca de uma hora depois, a suspensão da partida)


       O FC do Porto alinhou com: José Sá, Maxi Pereira, Felipe, Diego Reyes, Alex Telles, Ricardo Pereira, Danilo Pereira, Hèctor Herrera (C), Miguel Layún, Vincent Aboubakar e Moussa Marega. Não utilizados: Iker Casillas, Iván Marcano, Hernâni, Íliver Torres, André André, Tiquinho Soares e Jesús Corona.
Equipamento: oficial tradicional, com calção e meias brancos.
Treinador: Sérgio Conceição

Árbitro: Vasco Santos (Porto),. VAR: Luís Ferreira.

SITUAÇÃO DO MARCADOR: 1-0 aos 17' por Eduardo Teixeira, na conversão de livre direto resultante de falta de Diego Reyes na ala direita, com o marcador a executar um pontapé em elipse sobre José Sá, a entrar no lado oposto da baliza.

      O Estoril Praia tomou (surpreendentemente) a iniciativa do jogo desde o apito inicial e esteve por cima da equipa do FC do Porto até cerca dos trinta minutos. Sem se remeter a uma defesa compacta e destrutiva, os estorilistas assumiam uma atitude de ataque veloz e com acerto, sempre que recuperavam a bola nas interceções dos passes mal dirigidos dos jogadores do Fc do Porto ou na rapidez que empregavam na sua recuperação, não dando espaço e tempo aos azuis e brancos para concluir da melhor maneira as ofensivas que criavam. A reação portista à desvantagem foi mais insistente nos últimos vinte e cinco minutos quando Aboubakar, Marega (por  três vezes) e Ricardo Pereira   dispuseram de ocasiões flagrantes para bater o guarda redes do Estoril.

      A arbitragem de Vasco Santos estava a decorrer sem erros de vulto no desenvolvimento do jogo. 

     Segue-se um interlúdio de duração imprevisível, que Sérgio Conceição seguramente usará para corrigir algumas notas da pauta com vista è melhoria da composição da peça para segunda parte do concerto e, em especial, para restabelecer a confiança da massa adepta na equipa.

sexta-feira, janeiro 12, 2018

DRAGÃO CALÇA MEIAS DE CÓNEGOS.


Taça de Portugal
1/4 de final
Em Moreira de Cónegos
Estádio Comendador Joaquim Almeida Freitas
Sportv - Hora; 20:30 
Tempo: frio (7º) 
Relvado: irregular:
Assistência: + 4000, com maioria portista
2018.01.11 (quinta feira)


          Moreirense SC, 1 . FC DO PORTO, 2
                                    (ao intervalo: 0-2)

FCP alinhou com: Iker Casillas, Maxi Pereira, Felipe, Iván Marcano, Alex Telles, Danilo Pereira, Héctor Herrera (C) Miguel Layún, Hernâni, aos 70' Ricardo Pereira, Yacine Brahimi, aos 45' André André e Tiquinho Soares, aos 86' Vincent Aboubakar. Suplentes não utilizados: José Sá, Moussa Marega, Óliver Torres, Diego Reyes.
Equipamento: oficial (camisola com listas azuis e calção e meias brancos)
Treinador: Sérgio Conceição

Árbitro: Manuel Oliveira (AF Porto)

GOLOS E MARCADORES: 0-1 aos 8' por HÉCTOR HERRERA, numa assistência trabalhada por Tiquinho Soares para o capitão da equipa portista entrar na área acossado por um defesa e a "picar" a bola à saída de Jhonatan; 0-2 aos 20' por MIGUEL LAYÚN, concluindo com remate de pé direito uma jogada em que intervieram Alex Telles e Yacine Brahimi: 1-2 aos 73', por EDNO, em estreia na equipa de M. de Cónegos, a concluir bem de cabeça, à vontade, um centro bem dirigido para a área de Tó Zé.

 
         O que se esperava o Futebol Clube do Porto fizesse em Moreira de Cónegos, foi conseguido: passar à meia final da Taça de Portugal. Sem rodriguinhos ou preocupação de obter nota artística, a equipa portista fez o que deveria fazer para superar o adversário e merecer o trunfo.

        Sem surpresa de maior foram as introduções feitas por Sérgio Conceição no onze costumeiro inicial, seguramente pensadas em função das características do adversário e de como a sua equipa deveria atuar num relvado escasso de área de jogo e em estado notoriamente descuidado. O formato da equipa e como depois ficou amplamente demonstrado no decurso do jogo, mostraram-se afeiçoados às intenções do treinador e aos interesses do Clube.

       Nos trinta minutos iniciais o FC do Porto obteve dois golos de avanço, e com melhor aproveitamento do espaço onde meteu a equipa local a eliminatória poderia ter ficado resolvida naquele período. A folga no marcador fez a equipa azul e branca baixar a velocidade do jogo concedendo desta maneira margem de desafogo ao adversário para equilibrar a refrega com mais tempo e espaço para respirar.Na volta para a etapa complementar já com André André em campo por troca com Yassine Brahimi, o FC do Porto, de fato macaco vestido, enfrentando um Moreirense surpreendentemente bravo e atrevido em contraste com o subserviente e apático desempenho que tinha protagonizado quatro dias antes na partida do campeonato da 1ª Liga, jogo que tinha decorrido em modo de confraternização com o atual terceiro classificado da Liga, obsequiado mesmo com simpáticas prendas num preito de comprometedora vassalagem, respondeu no mesmo tom e estilo aos processos da equipa da casa, mantendo a autoridade no jogo, não obstante algumas contrariedades físicas surgidas em alguns dos jogadores e o golo feliz sofrido na sequência de livre direto mal precavido por desatenção  na marcação ao seu autor. Imediatamente antes de ser substituído, Tiquinho Soares conclui uma das melhores jogadas do encontro por parte do FC do Porto, ao disparar de cabeça um míssel que passou a centímetros da baliza de Jhonatan.

        Em trabalho produzido, Miguel Layún, Danilo Pereira, Héctor Herrera, Maxi Pereira, Iván Marcano e André André. Mas, a nenhum dos atletas  se pode apontar déficite de aplicação salvaguardando a justificada poupança mínima.

       Que pena Tó Zé não jogar sempre com a mesma aplicação e asserto que mostra contra o "seu" clube do coração (!?)...

       Manuel Oliveira é (talvez) o mais cinzentão dos árbitros nacionais. Num jogo sem muitos casos relevantes, o seu desempenho foi macambúzio e periclitante. Por culpa do fiscal de linha, aos 29' de jogo anulou uma jogada promissora de ataque ao FC do Porto por fora de jogo inexistente. Aos 50' só ele (e o pendura da linha) não viu o empurrão nas costas de Hernâni dentro da área. Já nem é relevante lembrar a pecha dos árbitros portugueses apitarem faltas e faltinhas, toques e merdinhas. Menos mal, o Futebol Clube do Porto concluiu, desta vez, a partida com onze jogadores em campo (!!!).

      

       

      

segunda-feira, janeiro 08, 2018

VITÓRIAS DIFÍCEIS DÃO MAIS GOZO.

 
(Foto OJOGO online)

Liga NOS 
17ª jornada (última da 1ª volta)
Estádio do Dragão, Porto
Sportv - Hora: 20:15
Tempo: frio e s/ chuva
Relvado: excelente
Espectadores: 40 309 (cerca de 1000 do Vitória)
2018.01.07 (domingo)


      FC DO PORTO, 4 - Vitória de Guimarães, 2
                                       (ao intervalo: 0-1)

FCPorto alinhou com: José Sá, Ricardo Pereira, Diego Reyes, Ivàn Marcano (C), Alex Telles, Danilo Pereira, Óliver Torrer, Jesùs Corona, aos 64' Hernâni, Yacine Brahimi, aos 80' Miguel Layún, Vincent Aboubakar e Moussa Marega, aos 84' Tiquinho Soares. Convocados não utilizados: Iker Casillas, Maxi Pereira, André André e Sérgio Oliveira.
Equipamento: oficial tradicional
Treinador: Sérgio Conceição.

Árbitro: Artur Soares Dias (AF do Porto)

GOLOS E MARCADORES: 0-1 aos 22' por Raphinha, numa saída da equipa em contra ataque, assistência para a entrada da área, com o avançado vimaranense a antecipar-se a Diego Reyes e a rematar de primeira fora do alcance de José Sá. A jogada terá sido precedida de falta no seu início na área do Vitória que Soares Dias deixou por marcar; 1-1 aos 57' por Vincent ABOUBAKAR num remate fortíssimo com o pé direito sem preparação e acossado por um defesa, "à ponta de lança", na conclusão de uma assistência de Jesùs Corona. A jogada resultou de uma iniciativa de Danilo Pereira no centro do relvado, ao ganhar a posse da bola e a conduzi-la alguns metros "na raça", a lançar para a direita onde o mexicano portista a controlou e concluiu a assistência; 2-1 aos 62' por Yacine BRAHIMI, numa inspirada obra de génio com reserva de direitos de autor, fluindo  sinuosamente com a leveza de serpente ao encontro do guarda redes vitoriano por entre a defesa contrária, e a levantar a bola por cima de Matheus. Encantamento e inspiração só ao alcance dos génios da bola! 3-1 aos 79' por Moussa MAREGA a bater de pé direito com oportunidade e acossado, já dentro da área, numa assistência perfeita de Hernâni pela direita; 4-1 aos 83' com Moussa MAREGA a bisar, agora assistido por Ricardo Pereira: 4-2 aos 88' por Héldon em jogada individual concluída à entrada da área com remate feliz a embater no interior do poste para onde se lançara José Sá numa excelente estirada sem êxito.

     
       A vitória conquistada pelo Futebol Clube do Porto ontem à noite no Dragão, justa e indiscutível, não foi obtida "de mão beijada", como se tinha visto antes um pouco mais a norte... Para concluir como líder isolado a primeira volta da competição, a equipa liderada por Sérgio Conceição foi obrigada a ultrapassar dificuldades com as quais ainda não se tinha confrontado no Dragão nos jogos da presente temporada; teve pela frente um adversário que se apresentou com uma formação que integrava todas as suas melhores pedras, o que se verificou pela primeira vez no campeonato em curso, superar uma primeira parte pouco inspirada ao nível de eficácia na conclusão de jogadas de do remate, e como já vem sendo previsível e notório uma arbitragem a todos os níveis verdadeiramente deplorável.

       O Vitória não surpreendeu ao adoptar uma tática de bloco baixo e de contra ataque de que se saiu com êxito no primeiro período do encontro. Com efeito, o Futebol Clube do Porto, não obstante o empenho dos seus jogadores, não conseguia concluir da melhor maneira as muitas iniciativas de ataque que encetava por erros no último passe e pela incapacidade em ultrapassar a forte competência da ação adversária, e pelo desperdício das oportunidades de que ainda assim teve para chegar ao golo. O adiantamento feliz do Vitória no marcador, se não trouxe grandes alterações no maior caudal ofensivo dos dragões, concedeu aos visitantes uma maior confiança quanto à hipótese de regressar a Guimarães em euforia.

        Mas o intervalo foi importante para o restabelecimento da boa ordem na equipa portista, no domínio da confiança das capacidades individuais e na melhoria do futebol que normalmente os atletas conseguem construir. A bola ganhou velocidade de jogador para jogador, o número de passes falsos caiu drasticamente, a eficácia despertou do empobrecimento e as bancadas ganharam confiança e vibraram no apoio apaixonado. O Dragão, o competente e forte Dragão, entrou em ação, as hostes inimigas baquearam e o Futebol Clube do Porto reforçou a confirmação do retorno à sua brilhante História de sucessos.

        José Sá pouco mais poderia ter feito nos golos que a equipa sofreu. A defesa talvez pudesse ter conseguido mais, pelo menos no segundo golo do Vitória. Óliver Torres cresceu no desempenho como se estivesse a subir uma escada em caracol, Danilo Pereira protagonizou uma exibição de raça e apego à camisola no segundo período da partida, Ricardo Pereira de uma utilidade notável neste caso mais a defender mas a colaborar no ataque com uma assistência que terminou em golo, Vincent Aboubakar a jogar sem bola como ele sabe e a ser mortal no remate de mais um golo importante, Moussa Marega que alia agora a qualidade técnica e à eficácia no remate à robustez física impressionante que possui, Hernâni, Miguel Layún e Tiquinho Soares a integraram-se com indisfarçável vontade em dar o melhor de si em benefício do grupo, e BRAHIMI, YACINE BRAHIMI, mágico, criativo, artista, lutador, motivador, inconformado, persistente, irreverente, imprevisível, JOGADOR, a brilhar como estrela maior em constelação de eleitos.

         O "melhor árbitro português", ah, ah,de nome Artur Soares Dias, filiado na AF do Porto, especialista em BAR, perdão VAR (sou de Biana troco o V pelo B), internacional, indigitado para integrar a equipa técnica do visionamento dos jogos no próximo campeonato mundial de futebol, só podia ter um desempenho à sua altura (não sei quanto mede mas andará pelos 180 cm e tal), sobretudo nos jogos em que um dos competidores é o Futebol Clube do Porto, e evidentemente, que o conseguiu. Muitos parabéns (palmas). E agiu por sua conta, nem do seu colega Nobre qualquer coisa frente aos televisores precisou para validar o primeiro golo do Vitória obtido numa posição mais do que duvidosa, não ter visto três grandes penalidades (duas a favor e uma contra o FC  do Porto), ter poupado à expulsão dois elementos da equipa vimaranense por deixar o cartão amarelo no bolso à segunda falta, não ter visto à sua frente o cotovelo na cara do Danilo Pereira que obrigou a tratamento dentro e fora do relvado e com uma postura de "fleumático catedrático", rosto de sargento do quadro na parada á frente de uma formação de recrutas, tudo coisas menores que qualquer Manuel Mota assume como a mesma autoridade e competência de um juiz que manda para a cadeia um pilha galinhas e perdoa a ladrão assaltante de bancos que rouba milhões e chega a presidente de clube. Fantástico "meu"!

       Gostei, mas gostei mesmo, da conferência de imprensa de Sérgio Conceição. Tratar os "bois pelos nomes" não é para todos. Só para quem é homem...

quinta-feira, janeiro 04, 2018

TRIUNFO À PORTO!




Liga NOS
16ª jornada
Campo Marcolino de Castro, Feira
Sportv - Hora: 20:15
Tempo: chuvoso 
Relvado: mau estado e ensopado
Assistência: bem composta com maioria portista
2018.01.03

                            Feirense, 1 - FC DO PORTO, 2
                                        (ao intervalo: 1-1)

FCP alinhou com: José Sá. Ricardo Pereira, Felipe, Iván Marcano, Alex Telles, Danilo Pereira, André André, aos 51' Óliver Torres, Jesùs Corona, aos 65' Tiquinho Soares, Yacine Brahimi, Vincente Aboubakar, aos 79' Miguel Layún, e Moussa Marega. Não utilizados: Iker Casillas, Maxi Pereira, Diego Reyes.
Equipamento: alternativo de cor laranja
Treinador: Sérgio Conceição

Árbitro: Fábio Veríssimo, AF Leiria. VAR: Bruno Paixão
 

GOLOS E MARCADORES: 0-1 aos 22' por Vincent ABOUBAKAR, na conclusão de um cruzamento de Jesùs Corona para Yacine Brahimi, com este a assistir Vincent Aboubakar dentro da área e atirar para o golo depois de uma execução perfeita no controle da bola; 1-1 aos 26' na sequência de livre apontado para cima da área do Porto por Tiago Silva, com Luís Rocha a atirar de cabeça livre de marcação; 1-2 aos 76' por FILIPE, na sequência de livre de canto apontado à esquerda por Alex Telles, com o central portista a surgir como um relâmpago na área, a elevar-se até ao topo da chaminé e a fulminar a baliza feirense numa testada que mais pareceu pancada de martelo em bigorna de aço.


             Triunfo indiscutível "à moda do Futebol Clube do Porto antigo", numa partida que se presumia suada e difícil em função das dimensões do terreno, das características dos jogadores e equipa adversário, do estado do relvado, e da certeza de que o árbitro nomeado "jogaria por fora" contra o líder de prova.

             Tudo foi confirmado. Um relvado em estado próprio de quem vai para o jogo com o único propósito de impedir a qualquer custo a ação individual dos jogadores adversários, a rispidez a roçar a violência dos jogadores da casa, e a veríssima incompetência de um árbitro internacional de proveta, sem critério, errático, persecutório contumaz a jogadores "marcados" da equipa azul e branca (ontem usando o equipamento alternativo de cor laranja), desorientado e inábil no controle dos jogadores de ambas as equipas no último terço de tempo de jogo, com a consciência carregada de erros grosseiros cometidos no decorrer da partida.

            Sim, o futebol português está transformado num pântano fedorento onde campeiam larvas gordorosas nojentas, cheira a podridão que tresanda, os órgãos que o tutelam não têm qualquer credibilidade, o Estado faz de conta, nem se sabe se assobia ou não para o lado, de um momento para o outro um Trump ou Kim Yong-un manda carregar no botão vermelho, a bomba cai em sítio incerto, a catástrofe escandaliza, os media vão delirar com grossa matéria para encher páginas de papel ou plasmas, oh da guarda!, que é preciso meter tudo na ordem, é pecado relevar e-mails ou o suborno a  jogadores alertam assustados Cristóvãos e Janelas, meirinhos vasculham penas nos códigos para penalizar sempre os mesmos, mas, vá lá tenham paciência vamos todos ficar sossegadinhos a fazer e  promessa de viver na boa paz dos anjos e de tolerar santamente que o sport lisboa e batota fique (leia-se alcance o) penta, num preito à verdade ao mérito, à justiça, à lisura de processos e ao bom nome e saúde do coração dos seis milhões trezentos e trinta e dois (somando os nascimentos do Ano Novo) perpetuando  a sua condição de equipa histórica do regime. 

          Ai vai dar "bronca", ai vai, vai... 

Remígio Costa  



           Em O JOGO de hoje:


"Equipa do FC Porto esteve sete minutos no túnel à espera que Fábio Veríssimo mudasse a ficha.
As dificuldades do Feirense e as queixas portistas relativamente ao árbitro Fábio Veríssimo começaram antes do pontapé de saída ou, em rigor, nos sete minutos que a equipa de Sérgio Conceição esteve no túnel do Marcolino de Castro à espera que o árbitro aparecesse para dar início à partida. O internacional de Leiria estaria, por essa altura, a refazer a ficha de jogo, que os visitados se viram forçados a alterar.


Nuno Manta começou por ter Tiago Gomes no onze. No entanto, uma indisposição obrigou a retirá-lo dos planos. A primeira informação foi a de que um dos atletas suplentes que passaria para o onze também se sentiu indisposto e que Kakuba teve de ser repescado dos não convocados. Mais tarde, uma outra versão do clube explicou que a troca de Gomes por Kakuba foi imediata. Certo é que as alterações na ficha de jogo fizeram com que Fábio Veríssimo atrasasse sete minutos o pontapé de saída, situação que desagradou aos responsáveis do FC Porto.
As alterações são possíveis até ao momento do apito para o pontapé de saída e não se limitam aos nomes que estavam na lista inicial. Por exemplo, um jogador que já esteja em campo e se sinta indisposto pode trocar com um que esteja no banco. O que não pode acontecer é que a alteração da ficha obrigue o árbitro a retardar o início da partida. Tem de respeitar a hora marcada.

domingo, dezembro 31, 2017

SAIR DOS QUARTOS COM MEIAS CALÇADAS.

 

Taça da Liga
Estádio Capital do Móvel, Paços de Ferreira
Fase de Grupos - Último jogo
Sportv - Hora: 20:15
Tempo: sem chuva - Relvado:aceitável
Assistência:bancadas muito compostas c/maioria portista
2017.12.30 (sábado)

     Paços de Ferreira, 2 - FC DO PORTO, 3
                             (ao intervalo: 2-2)

FCP alinhou com: Iker Casillas, Maxi Pereira, aos 45' Jesùs Corona,  Diego Reyes, Iván Marcano, Alex Telles, Ricardo Pereira, Hèctor Herrera (C), André André, Yacine Brahimi, aos 76' Miguel Layún, Moussa Marega e Tiquinho Soares, aos 45', Vincent Aboubakar.
Equipamento: oficial tradicional
Treinador: Sérgio Conceição

Árbitro: Bruno Esteves (AF Setúbal)

GOLOS E MARCADORES; 0-1 aos 17' por Diego Reyes, batendo de cabeça um pontapé de canto apontado à direita por Alex Telles; 0-2 aos 21' por Yacine Brahimi, numa jogada individual iniciada a meio do meio campo pacence, com o argelino a conduzir a bola acossado por meia equipa da casa, a fletir em diagonal para a baliza, a acomodar a bola para se enquadrar com a baliza e a arrancar um remate potente com a bola a entrar junto à barra. Lance individual de grande capacidade técnica, física e mental, que identifica o génio do criativo de jogador de eleição! 1-2 aos 31' por Luiz Phellype num lance ocorrido no miolo da área portista, no qual o marcador ganha a bola a defesa portista num gesto técnico perfeito e atira sem hipótese de defesa para Iker; 2-2 aos 45',de novo por Luiz Phellype, na sequência de uma boa jogada da equipa do Paços que terminou numa assistência perfeita para o marcador que rematou em jeito com a parte interior da bota. O Paços obteve os seus golos nas duas únicas vezes que entrou na área do FC Porto e rematou à baliza, na primeira parte.
O golo que acabou por fazer o resultado final e garantiu a passagem à meia final da Taça CTT, foi obtido por Vincent Aboubakar aos 49', concluindo uma assistência de Jesùs Corona.

      Sobre o jogo:

      O Futebol Clube do Porto jogou a seu belo prazer do início da partida até à obtenção da vantagem de dois golos. A partir daí abrandou a intensidade ofensiva e o Paços de Ferreira conseguiu respirar e disputar a bola à entrada do meio campo portista, sem conseguir concluir qualquer jogada que pusesse à prova a defesa do Dragão. Logrou obter os seus golos pela capacidade técnica do marcador e algum laxismo da defesa visitante. Entretanto, a equipa azul e branca manteve a toada atacante embora com menor número de lances para bater Defendi, com um exceção na qual Moussa Marega, isolando-se, de desenquadrou com a baliza e permitiu a recuperação posicional da equipa do Petit.

     No segundo período e com a obtenção rápida da posição favorável do marcador, o massacre verificado no período inicial não se verificou por duas razões fundamentais; a primeira, pelo aumento da virilidade com que alguns jogadores do Paços fizeram marcações a jogadores influentes na manobra da equipa do FC do Porto, nomeadamente, a Yacine Brahimi, Hèctor Herrera, André André, e, intensionalmente, a Tiquinho Soares, mantida no segundo a Jesùs Corona e Vincente Aboubakar; a segunda, pela complacência, inércia e incompetência de um pseudo juiz incapaz de discernir lances agressivos "subterrâneos" que não visam desarmar o adversário que conduz o esférico mas "castigar" e refrear quem tem a sua posse e pretende fazer uso dela em benefício da equipa e beleza do jogo. O que a mim muito me espantou, é que uma equipa a quem o resultado final pouco ou nada significava, tivesse ido para a partida como se estivesse a decidir a sua permanência na primeira liga, ou a fazer por vencer um troféu. Marcações individuais "em cima" com dois ou mais polícias a determinados jogadores (como atrás referi), defesa multiplicada, e uso dos pitons e botas a tirar caneleiras aos adversários, bem à imagem e estilo de um treinador "petit" formado na academia do bairro da segunda circular.

     O Futebol Clube do Porto é, indubitavelmente, a melhor equipa do momento em Portugal. Até já consegue jogar para vencer duas equipas no mesmo jogo no campo dos adversários, mesmo que a que veio de Setúbal seja muito, mas muito fraquinha, fraquinha. Nem na segunda evitava a despromoção.

    

   

sexta-feira, dezembro 22, 2017

JOGAR ASSIM, SÓ VEJO NA PLASTATION


TL: FC Porto-Rio Ave, 3-0 (crónica)

Taça CTT
1ª jornada (jogo em atraso)
Estádio do Dragão, Porto
RTP1 - Hora: 21:15 (!)
Tempo: frio e seco
Relvado: excelente
Assistência: cerca de 30 000
2017.12.21

        FC DO PORTO, 3 - Rio Ave FC, 0
                             (ao intervalo: 2-0)

FCP alinhou: Iker Casillas, Ricardo Pereira, Felipe, Iván Marcano, Alex Telles, Danilo Pereira, Héctor Herrera (C), Jesùs Corona, aos 79' Miguel Layún, Yacine Brahimi, aos 70' André André, Moussa Matrega e Tiquinho Soares, aos 63' Vincent Aboubakar.
Equipamento: oficial tradicional
Treinador: Sérgio Conceição

Árbitro: Nuno Oliveira (AF Faro)

GOLOS e marcadores: 1-0 aos 11' por TIQUINHO SOARES. Numa recuperação da bola reposta por Cássio, Yacine Brahimi serve Hèctor Herrera, o qual, com um toque delicioso de calcanhar a cedeu a Tiquinho Soares, com este a controlar e a atirar rasteiro e certeiro para o primeiro da noite; 2-0 aos 21' por MOUSSA MAREGA, na sequência de uma magistral assistência de Yacine Brahimi a meio do meio campo do Rio Ave, como o maliano a recolher em corrida a ultrapassar um opositor e a evitar Cássio que saiu ao seu encontro para atirar com a baliza deserta; 3-0 aos 90'+1' por Vincente ABOUBAKAR na conversão de uma grande penalidade por falta sobre si próprio quando se aprestava para fazer golo. Da falta resultou a expulsão do defesa do Rio Ave. 

      Estava em perspetiva um jogo interessante, bem disputado e com elevado grau de incerteza quanto ao desfecho, atendendo à importância que tinha para a continuidade da prova e ao valor atual dos dois conjuntos. A partida excedeu largamente as expetativas mais otimistas, principalmente pela exibição do Futebol Clube do Porto no primeiro período do encontro, a melhor que nesta época ainda não tinha sido visto fazer a qualquer equipa portuguesa e em qualquer outro estádio em jogos transmitidos pela tv, a qual poderia ter terminado com números históricos a favor do FC do Porto caso os lances criados para golo tivessem sido concluídos com êxito. 

      O facto da equipa de Vila do Conde ter encarado a partida com uma ideia de ataque, bem patente na disposição adiantada da sua linha defensiva, concedeu ao FC do Porto o espaço ideal de que precisava para usar com eficácia a qualidade técnica e a inspiração das suas unidades ofensivas, tendo sabido gizar jogadas sucessivas de grande espetáculo graças às excecionais exibições de Hèctor Herrera, Yacine Brahimi e Ricardo Pereira no delinear das assistências milimétricas em jogo corrido para Moussa Marega e Tiquinho Soares, ou nos livres e cantos a cargo de Alex Telles a cada jogo mais científico e criterioso na sua marcação. Ao invés do que é corrente acontecer nos confronto no Dragão , um tanto surpreendentemente, o FC do Porto abdicou da posse da bola usando-a para lançamentos em profundidade ou para os corredores laterais, onde apareciam como bólides ora um ora outro dos seus avançados para lançar o pânico nas hostes adversárias.

      Aos 2' Tiquinho Soares perde de forma incrível um passe de veneno de picada de escorpião de Moussa Marega, e depois de um remate de Geraldes com algum frisson ao lado da baliza de Iker Casillas, aconteceu a jogada do primeiro golo graças à interceção de uma jogada de reposição de bola, que Tiquinho Soares aproveitou com oportunidade. Veio a seguir um chorrilho de jogadas até à obtenção do segundo da noite, aos 21' onde Moussa Marega deu espetáculo graças à soberba inspiração de Yacine Brahimi, Héctor Herrera, Ricardo e Danilo Pereira e, também, de Jesùs Corona, levantando o estádio aos 17', 19' 20', com lances de inspiração, continuando depois de aos 24' João Novo, do Rio Ave, ter batido forte um livre que passou ao lado da baliza de Iker, ficando antes um penalti por assinalar por corte de bola com o braço por um defesa vilacondense, o desenvolvimento de uma jogada sensacional aos 27' que envolveu Alex Telles com Marega a ser travado em falta dentro da área com o árbitro a apontar para a marca de grande penalidade mas a anular o lance por fora de jogo por "uma unha negra", aos 33' uma obra de arte de Yacine Brahimi, aos 36' um trabalho excecional de Ricardo Pereira a assistir Hèctor Herrera e o remate a cortar o poste num dos melhores lances da noite, outra bomba de Marega aos 39' devolvido em ressalto para Y. Brahimi que fez um remate forte e colocado que o guarda redes desviou por cima da barra com a ponta da luva, um outro canto de Alex Telles que Danilo Pereira enviou de cabeça ao poste aos 40', aos 44' é Tuiquinho Soares que isolado consegue rematar mas contra do guarda redes e aos 45'+1' de novo Yacine Brahimi a conduzir a bola como uma seta mas a não ser feliz no último passe.

      Apesar de o segundo período ter decorrido em ritmo mais brando e por alteração da posição tática da equipa visitante, a partida decorreu sempre com muito interesse e se o Rio Ave foi mais rematador do que o havia sido no primeiro período, certo é que não criou qualquer oportunidade clara de golo em remates feitos aos 71' e 75', período em que esteve mais na frente, contra um de Marega aos 74', outro de Alex Telles depois de excelente jogada individual de Miguel Layún, outra de Vincent Aboubakar aos 89' de que resultou o penalti terminando o jogo com André André, perto da baliza, a rematar ao lado.

      Grande noite da equipa do Futebol Clube do Porto.

      Ao contrário de que possa pensar quem não viu esta partida, o Rio Ave é uma excelente equipa, recheada de muitos bons jogadores e a praticar futebol de excelente nível. Fosse um clube com outro orçamento que lhe permitisse manter este naipe de atletas e até fazer algumas aquisições que acrescentassem mais valor ao plantel, estaria sem dúvida no escasso número das equipas nacionais com hipóteses de conquistar títulos. Embora se aceite que a equipa de Vila do Conde tem vindo a subir na qualidade do futebol que pratica de há tempos a esta parete, o alto nível atual que exibe deve-se inteiramente ao seu treinador Miguel Cardoso, um técnico bem preparado, com personalidade ainda que bastante jovem, com ideias próprias de jogo, qualidades de liderança e facilidade e profundidade  de expressão, méritos que a curto prazo o colocarão em Clube de dimensão estruturalmente grande e com projetos ambiciosos, nacional ou internacional. É para mim, a revelação dos novos treinadores portugueses.

     ´Não é fácil distinguir os jogadores do FC do Porto que mais se distinguiram nesta partida mas devo destacar Yacine Brahimi e Hèctor Herrera, pela superior qualidade do que jogaram e pelo que fizeram joga, bem como Moussa Marega pela disponibilidade e terror que provoca às defesas adversárias. Com exceção de Tiquinho Soares que não atingiu ainda a forma correspondente às qualidades que possui, todos os demais se revelam condições bastantes para integrar a equipa. Vou fazer um reparo em relação a Danilo Pereira, com papel fandamental na espinha dorsal da equipa, que não parece estar psicologicamente no seu melhor momento. Cometeu uma falta dispensável por agarrar a camisola a um adversário, e foi penalizado com cartão amarelo e já com o jogo no fim teve uma atitude que não merece desculpa mesmo que a razão lhe assistisse porque não cometeu falta no lance em que se envolveu com o adversário. Foi expulso com o 2º cartão.
      
     Relativamente ao trabalho desta equipa de arbitragem só um distraído poderia esperar trabalho imparcial e de nível aceitável, conhecendo-se o seu passado na arbitragem os atropelamentos seletivos que tem no cadastro da arbitragem, e  a animosidade que dedica ao norte e ao Futebol Clube do Porto. Há um fora de jog mal assinalado a Marega numa jogada de perigo iminente,viu à sua frente um desvio da bola com o braço de Nadjack do Rio Ave aos 33' e não assinalou o penalti devido, puniu com amarelo uma entrada para cartão vermelho a Rúben Ribeiro por entrada violenta  e desorientou-se nos últimos dez minutos numa partida sem grau de dificuldade alto,não deixando de causar surpresa que tivesse vindo de Loulé para arbitrar um jogo entre duas equipas do norte. Nuno Almeida, tal e qual.