
Liga Europa
Fase de grupos - 2.ª jornada - 1.ª mão
Estádio de Kuip, Roterdão, Holanda
TV Sic - Hora: 18:00h
Tempo: alguma chuva e frio
Relvado: bom
Assistência: estimada em 40000 espectadores
2019.10.93 (quinta feira)
Feyenoord, 2 - FC do PORTO, 0
(ao intervalo: 0-0)
O Feyenord alinhou com: Vermeer, Karsdorp, aos 85' Beertruída, Botteghin, Gogar, Haps, Toornstra, LeroyFer, Berghuis, Larson, aos 83' Senesi, Sgisterra, aos 83' Dor Narsingh.
Duplentes n/uktilizados: Justin Bijow, Tyrell Malacia Wouter Burger e Naoufal Bannis.
Equipamento: oficial tradicional
Treinador: Jaap Stam
FC do Porto alinhou com: M. Marchesín, Wilson Manafá, Pepe, Iván Marcano, Alex Telles, Danilo Pereira (C), aos 80' Fábio Silva, Matheus Uribe, Nakajima, aos 53' Luís Diaz, Otávio, Mousa Marega e Zé Luís, aos 62 Tiquinho Soares.
Suplentes n/utilizados: Diogo Costa, Bruno Costa, Loum e MBemba.
Equipamento: alternativo de cor amarela
Treinador: Sérgio Conceição.
Árbitro: Sergei Karasev (Rússia)
Auxiliares: Igor Demeshko/Nkasin Meskkov
4.º árbitro: Vitali Meshkov
GOLOS E MARCADORES: 1-0 aos 49' por TOORNSTRA com um remate rente à já dentro da área e sem marcação, aproveitando o desposicionamento no lance da defesa portista; 2-0 aos 80', por KARSDORP, recuperando a bola fora da área e seguindo com ela dominada durante alguns metros sem oposição, rematou rasteiro com a bola a roçar o corpo de Marchesín.
SINOPSE DA PARTIDA
O Feyenoord foi a melhor equipa nesta noite e mereceu vencer. O Futebol Clube do Porto saiu derrotado de uma partida em que poderia ter alcançado uma goleada histórica a seu favor.
Os holandeses não demonstram nesta partida ser uma equipa fora do alcance do FC do Porto, contudo, praticaram um futebol prático e agressivo para o qual os portugueses não encontraram antídoto suficiente para os igualar. Será que o FC do Porto foi surpreendido neste capítulo?
Os portistas tiveram vantagem na posse de bola, jogaram mais tempo no espaço defendido pelos donos do estádio e tiveram mais lances perto e dentro da área, e ensaiaram mais tentativas de remate de fora e dentro dela.
Em remates passíveis de golo, a equipa holandesa somou quatro e fez dois; a formação portuguesa andou perto de obter golo em, pelo menos, dez jogadas, livres e cantos, somando três remates aos ferros da baliza de Vermeer, e outras tantas situações flagrantíssimas, não logrando violar as redes do adversário.
A equipa dos Dragões, e quase todos os elementos que a formaram estiveram neste confronto, com alguma surpresa, abaixo do que era suposto fazerem; a defesa que vinha a ser um bastião difícil de ultrapassar, acusou inesperada desconexão e insegurança neste jogo, no meio campo o futebol não fluía e o ataque foi...um desastre na finalização! Custa a aceitar tanto esbanjamento de golos.
Para além de Marchesin, Otávio, Danilo Pereira e Uribe a espaços, Luís Diaz e Tiquinho Soares, não é fácil apontar outros jogadores que tivessem atingido a bitola esperada no seu desempenho. Nakajima terá saído tarde de mais, desorientado que se mostrava entre defender e atacar, e Fábio Silva talvez tivesse resolvido se mais cedo chamado ao jogo. É somente uma opinião de adepto, nunca fui treinador nem tinha competência para o ser e dou toda a minha confiança ao mister Sérgio Conceição.
Como gostaria que em Portugal se arbitrasse como o Árbitro russo dr. SERGEI KARASEV! Permitiu aos jogadores, de ambos os conjuntos, o recurso à virilidade possível nos lances individuais, a que os nossos jogadores não recorreram (estranhamente) tanto quanto os holandeses (que ainda assim foram punidos com quatro amarelos contra zero aos portugueses), assinalou 17 faltas aos visitados e apenas (!!) seis (!!!) aos visitantes.
Como "no melhor pano cai a nódoa", ou, "não há bela sem senão", o meritíssimo juiz soviético, com a anuência do ajudante da bandeirinha seu auxiliar (competente ou não), acordaram que o empurrão dado por um defesa do Feyenoord a Otávio dentro da área aos dezanove minutos da primeira parte, não ser matéria passível de penalização, quiçá por ter avaliado que o empurrão não teve "intensidade", que se notasse.Talvez, talvez...
No grupo G, tudo a três, em quatro. Recomecemos, então. Siga o andor.
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