terça-feira, setembro 18, 2012

LUCHO À TAXA MÁXIMA.

   

FC Porto entra a vencer em Zagreb


         Liga dos Campeões

              Em Zagreb, hoje, (2012.009.18)

     Dínamo de Zagreb, 0 - FUTEBOL CLUBE DO PORTO, 2 
          Golos de Lucho, aos 41' e Défour, aos 90+2'

             Exibição segura e bastante equilibrada do Futebol Clube do Porto, que evidenciou clara superioridade sobre o Dínamo em todos os capítulos de jogo, garantindo uma vitória merecida por um resultado que poderia ter sido ainda mais folgado.

            Lucho foi brilhante do princípio ao fim do encontro, jogando e alimentando a estabilidade da equipa e abrindo o resultado no momento importante do jogo num movimento fantástico que lhe permitiu ganhar cinco metros dentro da área para aproveitar o ressalto da bola e evitar que o colombiano da escola de Yanko repetisse o fiasco cometido na jogada anterior.

           Helton, como Moutinho e mais oito dos titulares, bastaram para suprir a inferioridade presumida de menos um até aos 77,' quando Kléber entrou para por as duas equipas a jogar 11 contra 11.

           Jackson Martinez, deixa de contar para mim com pedra capaz de poder contribuir para qualquer decisão importante a favor da equipa. Renteria, onde quer que andes, estás desculpado...

           Atsu, podia ter brilhado ainda mais se Varela não tivesse mantido o bom nível tanto tempo. Kléber, não fosse a "nódoa" (a sorte, muitas vezes, também ajudava), teria conseguido em 15' o que o "efectivo" não fez em 75'...

           Helton. Miguel Lopes, Maicon, Otamendi e Alex Sandro Moutinho, Lucho e Défour; Varela, Jakson e James.


          Aos 75', sai Varela por Atsu; aos 77' foi removido Jackson para dar lugar a Kléber (que logo a sair poderia ter "encostado" definitivamente o colombiano se tivesse aproveitado a oportunidade para fazer o 0-2); Mangala, foi chamado ao relvado para aparecer na TV.

          Nem vale a pena salientar quanto valiosa é esta vitória conseguida fora de casa, numa prova onde são essenciais os pontos ganhos nestas condições, no que ela (a vitória) é importante neste momento para a estabilidade do grupo e a contribuição que dá para o restabelecimento total e acelerado do grande PRESIDENTE.

5 comentários:

  1. A TVI-24 mostrou a repetição do lance falhado do Jackson. É um penalty clamoroso.

    ResponderEliminar
  2. Bom dia,

    Ontem entramos com o pé direito na edição deste ano da Champions, cumprindo o objectivo que era a vitória.

    Sem termos sido brilhantes, tivemos o domínio e controlo do jogo.

    O adversário tentou valer-se das bolas paradas, pois só assim conseguia criar problemas na nossa defensiva.

    O nosso trio de meio campo esteve muito bem, foi inteligente, e importante na conquista dos 3 pts. Lucho fez uma exibição à "El Comandante", Moutinho perfeito tácticamente e Defour muito bem a aproveitar a qualidade táctica e de leitura de jogo dos outros parceiros do miolo, e a saber assim quando podia com segurança participar nas manobras ofensivas. O golo apontado foi um prémio.

    Helton fez uma exibição fantástica na altura que o Dínamo de bola parada criava mais perigo.

    Alex Sandro, um dos melhores em campo, esteve muito bem, apesar da oposição ser fraca, nas subidas no corredor, pena que alguns cruzamentos acabem em nada.

    Mais uma vez faltou um goleador à altura para que tivéssemos vencido tranquilamente.

    Aquele falhanço de Jackson não é falta de adaptação, aquilo é azelhice.
    Kleber como nos habituou, parece um coelho, corre corre sem sentido. Falha um golo e num excelente cruzamento de Atsu ao invés de acorrer à zona de finalização ... recua!

    Trocava o Kleber pelo João Tomás!

    Atsu na segunda metade, com Varela desgastado do jogo da selecção foi um desequilibrador. É um diamante em franca evolução.

    Importante vitória, e agora na próxima jornada há que vencer o PSG e carimbar a passagem!

    Abraço e boa semana

    Paulo

    pronunciadodragao.blogspot.pt

    ResponderEliminar
  3. Começo por deixar uma palavra para o Presidente que está em recuperação, deve ter sofrido, mas estas vitórias funcionam como a melhor das terapias.
    Uma palavra para o nosso GRANDE CAPITÃO, Lucho González que apesar do falecimento do pai, fez um grande jogo e deu uma lição de GRANDE PROFISSIONALISMO. Para El Comandante e família, os meus sentidos pêsames.

    Frente a um adversário que lhe é claramente inferior, o F.C.Porto, que entrou com uma surpresa na equipa inicial, Miguel Lopes no lugar de Danilo, fez uma primeira-parte em que dominou totalmente e mesmo sem jogar bem, mesmo sendo pouco dinâmico, lento de processos e pouco contundente no último terço, chegou ao intervalo a vencer pela diferença mínima, 1-0. E se ficamos apenas pela diferença mínima, isso fica-se a dever, por um lado, à forma como abordamos os lances de ataque e por outro, porque Jackson falhou um golo para os apanhados, o que diz tudo sobre a displicência com que o ponta-de-lança abordou um lance em que fez o mais difícil. Do lado dos croatas, apenas a preocupação em fechar linhas de passe, defender atrás da linha da bola e depois, à base de voluntariedade, um ou outro contra-ataque, mas sem grande perigo.

    A segunda-parte foi parecida com a primeira. Continuamos a ser superiores, a dominar, mas sem matar o jogo. E assim, com a vantagem a manter-se mínima, a equipa croata foi acreditando, teve um ou outro lance de perigo que Helton resolveu, com mais ou menos dificuldade. Defour, já no tempo de descontos e como corolário de um grande jogo, marcou um belo golo e deu mais justiça ao resultado.
    Tudo somado, sem deslumbrar, vitória justíssima e sem discussão do bi-campeão, que entrou com pé direito na fase de grupos da prova mais importante da UEFA.

    Notas finais:
    A questões que se colocavam antes do jogo eram: como iria a equipa reagir à saída de Hulk; se conseguiria colmatar essa saída com base no colectivo; alguém se assumiria, se por acaso fosse preciso levar a equipa às costas; e se a paragem poderia trazer consequências.
    Colectivamente estivemos bem, apesar do ataque não ter estado muito inspirado. O trio, James, Jackson e Varela, foram dos que menos brilharam; não foi preciso ninguém assumir-se; e a paragem notou-se no ritmo da equipa.

    A equipa do Dínamo é, teoricamente, a equipa mais fraca, tal como era o Apoel na época passada. Na temporada anterior foi com o adversário mais fraco que começamos a entregar o ouro ao bandido, nesta já demos um belo passo em frente.

    Abraço

    ResponderEliminar
  4. Caro Remígio
    O título da crónica é realmente um " lux(ch)o" e nele se resume , ao fim e ao cabo o que -com toda a argucia - o meu preclaro amigo refere ... Faz falta um Jackson (um "Sammy Davis Jr." mais alto...) acutilante e rompedor ... Falhar um golo daqueles ,é, qto a mim , pior que um auto-golo. Embora haja p'ráí vozes( bem mais abalizadas que a minha) a dizer que nem o Falcão arrazou na primeira época, eu estou a torcer para que este "Sammy " não seja outro ...Mogroviejo ou lá como é que se chamava aquele barretão, que um dia Mr.Bobby Robson fez desaguar nas Antas. Deus -nos-livre-e-acuda ! Vamos lá a ver se o homem se faz ou não é só nome de reggae-songs , como diz o M.S.T. ... Qto ao bom - BOM ! além do Lucho, o Alex Sandro pode ser um caso muito sério. O Helton está ali para as curvas e diz PRESENTE! . O Défour esteve que nem pião de baraça de quatro fios. O Atsu podia ter saído em glória : teve duas ocasiões bem a jeito para nos evitar o "sofrimento" até tão tarde. Lá chegará, se nele se apostar a 100%. Agora venha lá o B.Mar e os novos ricos de Paris. Temos de "derrubar " o arco do triunfo deles -o Ibrhaimovich -Resto de semana feliz .
    João Carreira
    Em Tempo : O Braga "portou-se " mal ... foi pena ... com o CLUJ ?! ...

    ResponderEliminar
  5. Amigo :

    Aqui deixo um abraço solidário ao Lucho !

    ResponderEliminar