NÃO É ENGANO: MILHÕES VIRAM EM TODO O MUNDO!
BRAZIL, 1 (UM) - ALEMANHA, 7 (SETE)
( ZERO/ CINCO AO INTERVALO)
ESTÁDIO DO MINEIRÃO - BELO HORIZONTE
1/2 FINAL DA COPA 2014
Aos 11', Muller, fez o 0-1
Aos 23', Kose, " o 0-2
Aos 25' Kroos # o 0-3
Aos 26, " " o 0-4
Aos 29, Khedira " o 0-5
Aos 69, Schurric " o 0-6
Aos 79' Schurric " o 0-7
Aos 90'm 'Oscar " o 1-7
Estonteante meia hora da equipa alemã que levou os jogadores do Brasil às profundas do inferno para ver os anjos diabólicos alemãs passar por eles como fantasmas invisíveis. Em seis minutos a bola foi ao fundo da baliza de Júlio César QUATRI VEZES sem que ele desse conta de que os seus defesas se tinham, tornado invísiveis! Brutalmente alucinante o desnorte da equipa brasileira, cristalizada, ridícula, pobre de pedir!
Como se esperava os alemães confirmaram a sua condição de melhor equipa desta prova e os brasileiros puseram a nu a sua fragilidade como conjunto coeso e sólido, que viveu à sombra do génio de alguns dos seus jogadores, com exceção de uns quarenta e cinco minutos num encontro anterior que constituiu o melhor momento da sua prestação nesta prova.
Aparentemente, o Brasil aliviou o pesadelo que viveu na primeira parte entrando para o segundo com duas alterações. A equipa deu sinais de melhoria, mas foram os alemães que aliviaram o ritmo fazendo apenas algumas acelerações esporádicas que renderam mais dois tentos, mas, fizesse a equipa de Joachin Loow questão e os números subiram até valores impensáveis. A equipa alemã jogou o segundo tempo apenas a pensar em poupar a esfacelada equipa canarinha!
Os germânicos formam um conjunto perfeito onde se casam a categoria de todos os seus jogadores, com um guarda-redes de classe excepcional, com um sistema de jogo que é o somatório dos sistemas que cada um dos seus componentes representa para o funcionamento da máquina perfeita, dirigidos por uma equipa técnica que é um laboratório científico para sublimar a arte de bem saber orientar equipas de futebol.
Klose torna-se o melhor marcador da história dos Mundiais
Dezasseis golos do avançado alemão
Por
Redação
há 11 horas
(Com a devida vénia ao autor do blogue SOU PORTISTA COM MUITO ORGULHO, onde fui copiar parte do excelente trabalho por ele elaborado)
O GÉNIO DE VAN GALL SALVOU A HOLANDA
COSTA RICA SAI DA COPA DO MUNDO SEM FORTUNA.
A seleção da Costa Rica perdeu na decisão dos penaltis toda a fortuna que lhe traria a passagem às meias-finais da prova maior do futebol mundial, depois de ter lutado bravamente durante mais de 120' contra a Holanda, uma das formações mais fortes ainda em prova.
A partida decorreu de forma emocionante com os dois conjuntos totalmente determinados em prosseguir na prova, lutando taco a taco pela posse da bola em cada metro quadrado do relvado. Ambas estiveram perto de marcar os golos procurados com total determinação, sendo justo reconhecer que os holandeses as criaram em maior número o que não invalida que os costariquenhos, tendo construído menos, as não tivessem merecido como justo prémio do seu esforço e pelo que contribuíram para a beleza do futebol praticado.
Os sul americanos ficarão na história desta prova como a equipa sensação, que não sofreu qualquer derrota nos tempos oficiais dos jogos, apenas consentiu dois golos e só baqueou perante o génio de Van Gall que substitui no último minuto o guarda-redes titular da equipa pelo seu suplente apenas com o fim de defender as penalidades apontadas pelos costariquenhos, tendo defendido duas tendo levado a Holanda às mais finais.
Outra lição a tirar do forte espírito desta equipa da Costa Rica foi o modo como se comportaram os seus atletas e equipa técnica perante a evidência do afastamento, mantendo uma serenidade digna, sem qualquer expressão ou atitude dramática, o que demonstra um forte carácter e a consciência de que fizeram tudo, e bem, para vencer.
Nas meias finais irão defrontar-se as equipas do Brazil e da Alemanha, na terça-feira e a Holanda a Argentina, na quarta. Quatro grandes equipas, as melhores porque conseguiram atingir esta fase, uma confrontação sul-norte do globo terrestre, com a certeza de que, pelo menos uma equipa europeia irá disputar o ceptro de melhor do mundo.
Mas fico com um certo vazio de alma por saber que a Costa Rica já não continua a maravilhar-me nesta Copa.
O MELHOR QUE A BÉLGICA FEZ FOI ABRIR E FECHAR AS PORTAS DOS QUARTOS.
Asssiti, porventura, ao pior jogo deste mundial. Principalmente por culpa dos belgas que fizeram um jogo abaixo de zero, entre os cinco minutos iniciais e os cinco adicionais concedidos pelo árbitro. Mas também os argentinos merecem nota negativa porque em boa verdade a exibição da equipa esteve longe de corresponder às suas credenciais, tanto a nível coletivo como individual. Higuaín, autor do golo argentino num remate sem preparação à ponta de lança mas feliz no modo como lhe chegou a bola, terá sido o único que verdadeiramente merece uma nota de acordo com a excelente exibição que realizou.
Quem não tivesse visto os jogos anteriores da Bélgica nesta prova teria ficado assombrado pelo fato de uma seleção a jogar desta maneira conseguiu chegar aos quartos de final de uma prova onde, em princípio, estão as melhores equipas do mundo. Péssima, inexplicácel e inadmissível atitude da equipa europeia, inclusive, a estranha apatia e demora do selecinador fazer algo para alterar o pobre espetáculo que a sua equipa deu durante quase toda a partida.
Para além do golo obtido aos 7', por Higuaín, a única verdadeira oportunidade da Argentina aumentar o resultado esteve nos pés de Messi, agora aos 90+5', o qual, completamente isolado frente a Courtois foi incapaz de fazer golo.
Di Maria, que mesmo não estando ao nível das exibições anteriores ainda assim vinha a distinguir-se dos seus companheiros, teve que abandonar o relvado por motivo de lesão.
O árbitro italiano adotou o modelo que parece norma nesta prova de deixar correr a bola e quem tem a sua posse e só apontar faltas quando lhe parecer que o jogador que a sofre dá indícios inequívocos de ter contraído uma lesão que o obrigasse a seguir diretamente para o hospital, senão para a próprio morgue!.
Dia 3 de Julho de 2014. O começo da glória. Força, campeão!
(Maisfutebol)
LIÇÃO PRÁTICA DE UM JOGO DE FUTEBOL!
Bélgica e Estados Unidos mostraram ontem ao mundo o que é, de fato, um jogo de futebol!
Duas grande equipas, árbitros competentes, jogadores excecionais, Mark Wilmots (Bélgica) e Klinsman (Estados Unidos), comandantes sagazes, inteligentes, cavalheiros e amigos.
Futebol de ataque, leal, futebol de defesa, coletivo, arte fora de série individual, remates, defesas impossíveis, bonitos golos marcados, defesas dos guarda-redes para todos os gostos, bolas aos ferros, falhanços de baliza aberta, alegria, drama, mais e mais, esgotamento físico, lesões, substituições técnicas e forçadas, em cento e vinte minutos sem respirar!
Os deuses belgas superaram os deuses americanos e o deus máximo do futebol (se existe) decidiu com justiça porque só a um cabia a possibilidade de continuar o caminho que leva à glória.
Tim Howord, keeper estadunidense brilhou? Não, foi uma total constelação que iluminou todo o Universo do futebol.
Que esta lição prática de futebol não tenha sido um simples bafejo efémero de qualidade e seriedade profissional.
Haverá sempre esperança de as raízes primitivas renovarem a floresta com árvores de seiva limpa e saudável.
VENTO DA ARGÉLIA VARRE O DESERTO DE BENTO
Só via Argélia, só Argélia me espantava, só "torcia" pela Argélia, e só a equipa de Paulo Bento me toldava a visão! Que querer, que vontade, que futebol, que saúde física e mental que raça, que humildade, que valentia, que coragem!
Tudo o que faltou aos "pobres" lusitanos no começo vergonhoso do Mundial 2014.
Ontem, quem venceu foram os argelinos.
Espanto!. E desencanto, só no resultado. Injusto, injusto, outra vez injusto!
Um "filme" que Paulo Bento deveria obrigar-se a ver antes de ir para a cama, todas as noites. Para ter visões. Melhor: alucinações.