sábado, setembro 14, 2013

A MINHA LINHA..

Ficheiro:Sinaletica Metro (Porto).jpg 


fcporto - gil vicente fc (barcelos)

Estádio do Dragão, o mais belo da europa

2013.09.14

                         

  CONVOCADOS:

Guarda-redes: Helton e Fabiano;
Defesas: Danilo, Maicon, Mangala, Otamendi e Alex Sandro;
Médios: Fernando, Lucho, Defour, Josué, Carlos Eduardo e Licá;
Avançados: Jackson Martínez, Quintero, Ghilas, Varela e Ricardo. 

   

                    Paulo Fonseca não o afirmou explicitamente nas declarações que prestou acerca do jogo desta noite no Dragão contra o Gil Vicente, mas, entre as dificuldades que a sua equipa terá que ultrapassar por ele enumeradas, a que mais o deverá preocupar é que este confronto importante da Liga interna aconteça antes da estreia na Liga dos Campeões marcada para o próximo dia 18, quarta-feira, em Viena de Áustria,  no mítico palco da gloriosa final de 27 de Maio de 1987. Numa estratégia normal de motivação dos jogadores, o nóvel treinador dos Dragões põe em evidência o bom momento do adversário, as armas que vai procurar rentabilizar, da sua ambição em obter uma vitória inédita nas suas deslocações ao Dragão. E, julgo eu, que estará também na mente dos barcelenses alguma desconcentração dos jogadores portistas pela proximidade do jogo com o Austria de Viena.

 

                               E eu, bem sabendo que não há vitórias antecipadas, isto é, que só derrotando o adversário no confronto real no relvado se ganham os jogos, nesta partida não concebo outro resultado que não seja o de uma vitória concludente. Eu e todos os portistas.


                      

                              Se fosse eu que estivesse entrosado na "cadeira de sonho" (quem me dera...), escalava para mais logo esta equipa inicial.

     Helton; Danilo, Otamendi, Mangala e Alex Sandro; Lucho, Fernando e Défour; Licá, Jackson e Josué.

                         Sem surpresas!

  Como não sou (infelizmente, para mim, mas para felicidade dos portistas...)  o responsável da equipa, seria um pouco mais ousado e escolheria:

 

                         Helton, o "sir". Danilo, até ver, Otamendi, Mangala e Alex Sandro, a "trindade magnífica". Deixava de reserva neste jogo o Défour (sem me esquecer do golo e da exibição ao serviço da selecção belga quando chegar quarta-feira), e destacava para o miolo, Lucho, Fernando e Josué; para o ataque Licá, para explorar o impacto positivo da sua internacionalização, o Jackson Martinez e, (não tem de quê Miguel Sousa Tavares...) QUINTERO!!! (calma, o Varela, para chatear o MST, vai entrar no ex-Prater para marcar...à Madjer!).

 

                             Agora, já têm aqui mais dados para ficarem a saber porque não estou, nem jamais estarei sentado na "minha cadeira de sonho". mesmo que de borla! Talvez um "Dragon site" ou, vá lá, um lugarzinho logo à noite na bancada do Estádio Mais Belo da Europa!

O Jogo 

 

sexta-feira, setembro 13, 2013

FC PORTO B - Moreirense, 0-0

                titulo

                Apenas assisti aos últimos trinta minutos do empate 0-0 do FC Porto B - Moreirense., disputado no Estádio Jorge Sampaio, em Pedroso, Vila Nova de Gaia. Neste período de jogo ambos os conjuntos criaram oportunidades de golo para decidir a partida a seu favor, sendo que as criadas pelo FC Porto B foram mais evidentes e em maior quantidade.

                Do primeiro plantel actuaram Fabiano, Herrera e Kléber. O guarda-redes este muito seguro, o internacional mexicano bastante sóbrio e pouco influente nos movimentos de ataque e o brasileiro teve nos pés a mais flagrante oportunidade para fazer o 1-0, desviando à figura do guarda-redes um excelente cruzamento de Tozé, à direita. Pelo "volume" está muito maior do que quando veio da Madeira...

               Em trinta e tal minutos deu para confirmar que: Luís Garcia vai ser grande defesa direito, Tiago Ferreira e Quiño, também. Ivo, tem muito futebol, Viton vai juntando pontos. Tozé, pois é, ele até anda de cá para lá de pé em pé, tem imenso ralé e um grande pontapé, isto é, grande demais porque quase todos os seus remates de longa distância acabam na chaminé, se a baliza a tivesse, e não no fogo da lareira que a bola lá dentro alimenta. Magnífico o centro rasteiro que o "gordo" desaproveitou e, no remate que antes tinha obrigado "velho" Carlos  a dar canto, se tivesse sido rente à relva tinha sido para todos um...encanto! Cantos e livres directos que não sejam para a baliza, é coisa que faz (muito) bem.

             À frente, sem derrotas, confere direito a boas notas.

segunda-feira, setembro 09, 2013

BOLADAS (11)

                   
      

                Em qualidade técnica, Mesut Özil é superior a Gareth BALE; em valor absoluto,desportiva e economicamente, o galês vale metade de Cristiano Ronaldo.O alemão saiu do Real de Madrid para o Arsenal por 50M€ e o avançado do Tottenham, de Vilas Boas, custou e Florentino Pérez 100M€!
        
           BALE, jamais será o que o português representa para a imagem da equipa madrilena. Não possui as qualidades inatas ímpares  do CR7, e, enquanto colega de equipa onde o madeirense é líder e bate, de longe,  qualquer um dos seus companheiros galácticos, só os cem milhões que custou o vão tirar da sombra do actual "melhor do mundo".



                 O alemão, que financiou em 50% a mais cara transferência de um futebolista alguma vez concretizada no mundo, tem tudo para se notabilizar num Arsenal organizado, sério e com prestígio interna e mundialmente. Sem a pressão de uma gigantesca máquina comercial como é a  da capital espanhola, Özil vai tornar-se numa das figuras mais influentes da sua nova equipa e, Gareth BALE, não estando à altura de comprovar a sua aura de fenómeno da bola nos relvados, que não é, subsistirá  na crista da onde à custa da publicidade da imprensa capturada e das páginas mundanas dos tablóides e revistas cor de rosa, das vendas das camisolas e deslocações pela Ásia e Américas, para ajudar a rentabilizar o dispêndio da transacção..

      Um Beckam, sem mais! 


O Jogo 

MANGALA afirma que está bem no FC Porto e eu, acredito.Porém, não estou seguro de que ficará cá para festejar o tetra, ou, o que não seria mau de todo, quando a equipa estivesse empenhada nas eliminatórias da Liga dos Campeões a caminho do nosso "salão de festas" preferido.
                Não deverá levar muito tempo para se conhecer quem, e por quanto, será o detentor do passe de um dos centrais mais promissores do futebol europeu.


                      A interrupção do sossego do envelhecimento do Eusébio da Silva Ferreira foi perturbado, de novo, pela questão da ultrapassagem por Cristiano Ronaldo em número de golos por ele marcados pela selecção nacional. O "pantera negra" pareceu algo incomodado com o facto de todo previsível a ponto de equacionar algumas das qualidades do actual ponta de lança da selecção portuguesa confrontado-as com  as dele próprio. A bandeira benfiquista desfraldada desde os anos sessenta e, inevitavelmente desbotada pela erosão do tempo, desvaloriza a proeza do novo rei do futebol português, afirmando que, se jogasse agora teria  mais oportunidades de fazer mais golos já que, na actualidade, as equipas são mais fracas do que então e fazem-se mais jogos.

                       A antiga glória do regime tem, em parte, razão. Jogam-se agora muitas mais partidas do que então, mas, tal como no passado, há equipas fortes e outras nem tanto. E, os números, servem para análises estatísticas e não passam daí. Insensata poderá ser, também, a tentativa de querer demonstrar que ele foi maior jogador do que Ronaldo é na actualidade. Duvido que tenha razão, pois a mim me parece que Cristiano Ronaldo é mais completo como jogador do que Eusébio na sua plenitude, e, o único item que os igualará será o da força física. Para além disso, em termo de riqueza  de curriculo individual e longevidade de carreira fulgurante, os dois são incomparáveis e o antigo benfiquista fica, aí, claramente, em desvantagem.

sábado, setembro 07, 2013

BOLADAS (10)

     


   Portugal obteve o que precisava ao vencer a Irlanda do Norte (2-4), em Belfast,  mas equipa portuguesa só na segunda parte do jogo mostrou superioridade em relação ao seu adversário.

          Estava convencido das dificuldades que a Irlanda do Norte iria criar à selecção portuguesa, em virtude da forma com (ainda) é praticado o futebol naquele país do Reino Unido, mas o que acabaria por me surpreender foi o nervosismo, o destempero e a desorientação dos jogadores portugueses nos primeiros quarente e cinco minutos do encontro.

          Para agravar o cenário tétrico que se desenhava à selecção de Paulo Bento, CR7 deambulava no relvado como um sonâmbulo a tropeçar no tapete ou a bater com a cabeça  nas portas, com os colegas a embirrarem com o polícia belga e a protestarem como se estivessem a ser autuados por estacionamento indevido.

         Adversário intratável, árbitro com "excesso de zelo", génio exacerbado surpreendente da maioria dos internacionais portugueses, gesto incrível do Postiga  a "exigir" o vermelho, levaram-me a pensar no desastre fatal  do apuramento para a Copa do mundo.

O Jogo
          
          Para bem da "pátria" Cristiano Ronaldo cansou-se de ser Messi e resolveu retribuir a simpatia dos anfitriões irlandeses do norte, mostrando que é, de facto, o CR7 dos milhões, dos golões, das paixões e o rei das emoções. Zás, trás, pás! e, de 2-1, com menos um, muda a sorte para 2-4, fica com a bola do campeonato e foi-se embora para Madrid, de jacto! 

          Gentis, os irlandeses boas gentes, bateram palmas, contentes!


 Vou esquecer a primeira parte sem juizinho dos bentinhos, o Coentrão trapalhão, o Pepe protestante, o árbitro tratante embirrante, o Postiga criança, o João Pereira com jeito de peixeira, as barbas de sem abrigo do Meireles já sem peles para as tatuagens e o Moutinho discretinho, e pensar que se não acontecessem jogos como o Irlanda do Norte - Portugal, de ontem à noite, assistir a um um jogo de futebol pela TV seria um acto tão estóico como ver um filme completo de Manoel de Oliveira sem adormecer antes do intervalo...

           

        

sexta-feira, setembro 06, 2013

BOLADAS (9)


No jogo da última jornada entre o Estoril Praia e a Académica de Coimbra (1-1), da I Liga realizado no Estádio Coimbra da Mota, na Linha de Cascais, tinha nas bancadas uma assistência de 2800 espectadores, estimativa do locutor de serviço da sportTV que se manifestou surpreendido com tão elevado número de adeptos de ambos os emblemas a presenciar no estádio um jogo de futebol.

Compreende-se a surpresa do comentador se nos lembrarmos das imagens desoladoras de bancadas desertas dos estádios portuguesas na maior parte dos encontros das nossas competições, em contraste com o que acontece em muitos outras da Europa, sobretudo na Inglaterra, Espanha, Alemanha, França e, mesmo, em países com menor visibilidade e interesse competitivo onde afluem grandes e entusiásticas assistências. Quando passam na TV imagens de jogos no Funchal, Aveiro, Portimão, Setúbal, Belém, Faro, para só referir alguns, onde não estão o FC Porto, o Benfica, o Sporting, o Sporting de Braga, o Vitória de Guimarães (em casa), mesmo que o ingresso seja a preço low cost ou, até,"de borla" como foi o caso de ontem em Barcelos na vitória de Portugal, 5- Noruega, 1 que, à hora do início apresentava grandes clareiras nas bancadas, o ambiente em redor do relvado é o de um sentido velório.

                                                     Se os portugueses são assim  tanto apreciadores do jogo da bola, se por todo o lado existem locais onde se pratica a modalidade, desde escalões de amadores a profissionais e de todos os níveis etários, porque razão em grande parte deles só lá estão os jogadores, membros das respectivas famílias e namoradas, a equipa de arbitragem e, onde é obrigatório comparecer, uma força
 policial?


           Sempre estive e continuo apaixonado. O Futebol Clube do Porto foi, é, e há-de continuar a ser uma das minhas maiores paixões! Por isso vibro com uma nova canção, com a mensagem inscrita numa faxa, com um slogam ou desenho numa camisola, com uma bandeira ou cascol , com um grito ou explosão incontrolada de entusiasmo ou ao ver uma camisola no corpo de uma criança. 

           FC  Porto, incondicionalmente!

           Anuncia-se (pede-se) num  estádio (às vezes repleto) um minuto de SILÊNCIO em homenagem póstuma a alguém que partiu para a Eternidade. As pessoas levantam-se e, pela arena, estrondeia  o barulho das mãos a compor uma sonora salva de palmas.

          Noutros tempos, SILÊNCIO quereria significar, nesta circunstância, ausência de som, recolhimento, reflexão, prece.

          Não resultará inconveniente para quem é alvo da homenagem que o MINUTO DE SILÊNCIO passe a MINUTO DE PALMAS.

          A antepenúltima jogada para apuramento da selecção nacional para o campeonato do Mundo do próximo ano no Brasil ocorre logo à noite, em Belfast, contra a Irlanda do Norte. Espero bem que não haja alguém que  pense que os irlandeses "estão no papo". Não estão, e as coisas podem complicar-se para o nosso lado se se encarar o encontro como pro forma para  sacar os três pontos da ordem. 

         Parabéns aos sub-21. Pela vitória robusta e merecida e, principalmente, pela coragem e forma como encararam o jogo que principiou, até, com alguma malapata. É certo que o guarda-redes norueguês é do tipo de "cada tiro, cada melro", mas, mais pássaro menos frango, Rui Jorge pode estar satisfeito.

         Nós, também.

          

          

          

           
                                    






      







terça-feira, setembro 03, 2013

BOLADAS (8)



      
                           Chegou ao fim o grande leilão de profissionais de futebol deste Verão, colocando um ponto final, por agora, na azáfama frenética da máquina do negócio desportivo em que se converteu o futebol. Libertam-se as luzes da ribalta da praga dos "chulos" dos "activos" dos plantéis das sociedades desportivas, mas não são livres os atletas que hipotecaram a carta de alforria que Bosnan havia resgatado ao jugo do poder financeiro.

                     Gareth Bale, bate Ronaldo e o record mundial do humano mais valioso da Terra, e Florentino Pérez  sabe que cem milhões de euros são trocados quando comparados com o que a América pensa lucrar com a feroz avidez  que a leva a sugar (também) o petróleo da Síria.

*
                     O meu FC Porto passou incólume à ronda do lobo salivante e não foi perturbada a fazenda, apesar dos ameaços. Vendeu a tempo e bem, manteve o barco estável na turbulência da ondulação provocada pelos ventos e ficou, de palanque, a ver a concorrência a bater à porta do do f.m.i. a mendigar o resgate dando como garantia a estátua do eusébio.



                      Marko Pablovski, sérvio, 19 anos, veio do FK Belgrado, para reforçar a B, a médio.

                      Joris Kayembe, africano do Congo, 19 anos, internacional pela Bélgica, é extremo mas poderá jogar no centro do ataque. Também B, para já, que Paulo Fonseca também tem olhos para promessas.

                      Abdolaye, sai, mas para jogar e voltar porque continua vinculado podendo ser recuperado, como é desejado. Tiago Rodrigues, tinha na sua posição muita e boa concorrência e, nem com forte dose de paciência chegaria onde pretendia e gostaria. Foram, ambos, em bom caminho, em Guimarães, aqui pertinho; o BA estreia-se, o Tiago, repete, ainda deve ter lá o cacifo, mas não terá o amigo Ricardo ao lado pois ficou no Porto plantado,  para desabafar um bocado quando andar chateado.




                   Boa, o Bentinho Tranquilo descobriu que o genuíno portista Licá é jogador de selecção!. Que bom! Agora, já tenho fé que a Irlanda não conseguirá evitar que Portugal vá à pátria do Pelé e do bom café. E o "cachorrito" Danni já não terá oportunidade de destilar o wisky e despejá-lo na bandeirola de canto... Toma!



                    ITURBE, cresce e não desapareças. Joga à bola, é bom que não esqueças que para ser Messi não vais lá com tretas.

segunda-feira, setembro 02, 2013

QUINTERO SOLIDÁRIO SALVA JACKSON PERDULÁRIO.



O Jogo

O Jogo



I Liga
Em Felgueiras
2013.09.01
3ª Jornada
                             Paços de Ferreira, 0 - FC PORTO, 1
                                          (ao intervalo, 0-0)

                         Golo: Jackson Martinez, aos 76', batendo de cabeça a bola na sequência de um canto apontado por QUINTERO.

                         Os comentários que costumo fazer sobre os jogos do FC Porto são escritos imediatamente a seguir ao seu termo, o que me permite uma análise pessoal genuína não influenciada por aquilo que ouço ou leio a posteriori. Ontem, não pude fazê-lo e, por força disso, este comentário não será o que poderia ter sido no fim do jogo.

                         As minhas expectativas quanto à qualidade de que estava à espera por parte da nossa equipa foram, em parte, defraudadas. Sinceramente esperava (bastante) mais. A minha confiança num desempenho convincente derivava do facto de o plantel estar, com excepção de Mangala, totalmente disponível,  o FC Porto possuir inquestionavelmente melhor equipa que o adversário, estar menos desgastado do que os pacenses que vieram de jogos de muito esforço, jogava em campo neutro e, em Felgueiras, onde normalmente os dragões contariam com grande apoio como se veio a constatar. A questão da elevada temperatura que se verificava na tarde de domingo não tem nenhuma consistência: os adeptos suportam nas bancadas a inclemência do sol muito mais que os jogadores sobre a relva natural regada e, apesar disso, não se vão embora senão no final da partida...

                         Admito que a afirmação possa ser especulativa, mas, se ontem pairou forte dúvida de que os tri-campeões, aspirantes esta época ao tetra, poderiam perder pontos, isso deve-se, a Jackson Martinez que esbanjou uma mão cheia de ocasiões de golo feito. Aberto o marcador bem cedo, como poderia ter acontecido, a equipa embalaria para uma partida completamente diferente e, agora, estaríamos a contar uma história completamente diferente.

                        Os desempenhos individuais foram de fraco nível e disso se ressentiu o rendimento da equipa. Foram raros os que conseguiram jogar ao seu nível. Só Alex Sandro, esteve bem. Nem Licá, nem Josué, confirmaram as boas prestações anteriores. Défour, não vai escapar ao olho crítico de MST.

                        Bem, Quintero e Ricardo, talvez ainda mais influente, a comprovar que vale a pena jogar na B e lutar por um lugar ao sol.

                        Volto a subscrever a atitude de Paulo Fonseca em meter no jogo QUINTERO apenas (por agora) em jogos que "não atam nem desatam" como ontem estava a ver-se. O seu modo de jogar desestabiliza qualquer defesa, confunde-as, desorganiza-as e os espaços aparecem. Não resultou em jogo jogado, mas o golo salvador resultou do canto por ele apontado. (Já agora falo da "falta" de Jackson: não há nenhuma irregularidade há um ligeiro encostar resultante do movimento natural do colombiano para preparar a elevação que não inibe o adversário de fazer o mesmo. É uma das habituais faltas virtuais que só a câmara pode "ver", não faz parte do "futebol real" que acontece no estádio).

                        Ontem, tivemos muitas jogadas de golo possível e concretizamos uma. Oferecemos outra ao adversário, com o resultado ainda a zero, mas este recusou-a. Jackson Martinez, chef numa pizzaria famosa, se queimasse a massa de cinco ou seis PIZZAS apetitosas que os "ajudantes" lhe prepararam, iria ter muitos problemas em manter obter o contrato milionário que pensa merecer.

                        Rui Costa não me parece ser um árbitro corajoso o que, necessariamente lhe está a condicionar a carreira.

                        Jogaram pelo FC Porto: Helton, Danilo (Fucile, 39', por lesão), Otamendi, Maicon, Alex Sandro, Lucho, Fernando, Défour (Ricardo, aos 67'), Licá, Jackson Martinez e Josué (Quintero, aos 57').