sábado, outubro 04, 2014

JULEN LOPETEGUI E AS CONFERÊNCIAS DE IMPRENSA.

         
Lopetegui sobre a Taça: «Um clássico muito cedo, mas o sorteio quis assim»
 Julen Lopetegui, um novo modo de participar em conferências de imprensa em Portugal.



             Julen Lopetegui, o treinador sem curiculo que o presidente Jorge Nuno Pinto da Costa descobriu no País Basco numa viagem de turismo pelo norte de Espanha através de referências que colheu do porteiro do hotel onde esteve hospedado, tem vindo a surpreender o meio sempre exigente e altamente qualificado futebol luso pelas decisões que toma em relação aos seus médtodos de treino, aos conceitos novos que formula e põe em prática, à audácia que usa nas decisões no que concerne à formação da constituição da equipa e, o último mas não o menos importante, (last but not least) , pelo seu carisma e forte personalidade.

              Muitos estarão a pensar que tudo o que acima escrevo sobre o treinador do FC do Porto não corresponde à realidade dos resultados até este momento alcançados. Não penso da mesma maneira porque nada até agora está decidido, os ganhos recolhidos estão longe de desiludir e o Futebol Clube do Porto, no meu entendimento estará na altura certa preparado para provar quem é mais forte e melhor.

             Onde Julen Lopetegui se vem a distinguir de qualquer outro treinador a trabalhar no nosso país, ou mesmo que por cá haja passado é, na forma como participa nas conferências de imprensa e em entrevistas que dá, de todos eles diferente, para melhor. Ninguém a ele se compara. O à-vontade com que enfrenta as perguntas que lhe são postas, a prontidão com que responde, a lucidez e clareza do raciocínio, a argumentação apropriada e incisiva, a coragem de não se esquivar às questões eventualmente mais incómodas e quase sempre insidiosas e com  objetivos nada claros, fazem dele um brilhantíssimo interlocutor bem acima do que se encontra frequentemente na trivialidade do discurso macaqueado da quase totalidade dos entrevistados que passam pelos ecrâs da tv ou nas páginas da imprensa.

             Nas últimas declarações que produziu em que um dos assuntos abordados era os erros de arbitagrem e os seus efeitos nos resultados dos jogos, Julen Lopetegui esteve simplemente soberbo, vulgarizando as afirmações dos treinadores das duas equipas lisboetas de uma forma muito inteligente, esclarecedora, irrebatível ao mesmo nível por qualquer um dos visados, feitas com elevação e sem recorrer à ofensa direta ou implícita, coisa raramente vista entes dele chegar a Portugal.

            Muito bem, Julen Lopetegui.

           

sexta-feira, outubro 03, 2014

JOGOS DE CAMPEÕES DE ÁGUIAS E LEÕES ONDE SEMPRE ESTÃO INCÓMODOS DRAGÕES.

          
«Quando faço um onze, não vejo se é espanhol, português ou brasileiro»

 Com uma exibição moralizadora e um resultado aceitável, mas não condizente com a realidade do jogo onde mostrou ter mais argumentos para vencer do que os ucranianos do Shakthar Donestsk, o Futebol Clube do Porto, a par do Estoril Praia que venceu na Amoreira os gregos do Panathinaikos por um meritório 2-0 mas é de "outro campeonato" , foi a equipa que, nesta semana europeia de futebol,  melhor desempenho alcançou.

                 Além da nossa equipa, tive a oportunidade de ver os jogos do Bayer Leverkunsen-Benfica e do Estoril com os gregos. Em relação aos demais jogos em que participaram equipas do nosso país apenas soube alguns pormenores pelos resumos da tv e sínteses de alguns jornais.

                 Do FC do Porto escrevi neste blogue, logo apóster o jogo concluído.

                 Do Benfica só posso confirmar o que todos puderam constatar na trassmissão tv: os encarnados fizeram porventura o pior jogo de sempre no estrangeiro nas provas em que participaram. No primeiro período de jogo os alemães, que perderam em ténis de mesa para os portugueses o título de campeão da europa depois de seis troféus seguidos, pareciam ter ido para o jogo com o propósito de demonstrar que até com uma bola de futebol são exímios no bater com a raquete na bolinha de plástico, mesmo num relvado. Trás, trás, trás, trás, lá, cá, toma lá, da cá, corre-chuta, mas APENAS só eles, germânicos,  com os jogadores da Luz com os olhos encandeados pelo fulgor dos toques. Um, dois e, com tantos minutos pela frente, a catástrofe pairou no Arena.

                 Na segunda parte amainou a tempestade, Jesus recorre à rotatividade que critíca e nega a terceiros, ficou à espera do milagre, que esteve quase. Quase...

                 ...porque a Jesus, intrigantemente,  não interessa a Champion, . Já cansou de tentar e de ficar com as mãos a abanar? Será. Agora, está virado para outra. Sonha ser bi, campeão, já esta época, antes de ver partir o Luisão para o Afeganistão, talvez melhor, Azerbaijão.

                O Sporting, em Alvalade, perdeu apenas por um com os ingleses do Chelsea, ficou alegre como um bebé quando ganha um chupa-chupa o Bruno,  por se ter livrado da goleada com que contava e delirou com os elogios do Zé, ao Patrício por ter sido o responsável pelo feitiço, fiando-se nele para quando tiver que jogar em Stanford Bridge, na visita a Londres.

                Era a equipa que mais gostaria de ver no Dragão para disputar a 3ª eliminatória da Taça de Portugal e o sorteio fez-me a vontade permitindo-nos o prazer e a honra de receber em nossa linda casa -a mais bela do mundo- o team que tão bem nos acolheu no reduto futebolístico mais feio da europa permitindo-nps,  caridosamente,  que de lá tivessemos regressado com um benquerenço tonço pontinho.

                Aqui no Puerto os prognósticos sobre os resultados de futebol, são guardados para o fim dos jogos. Sabedoria pintiana. É assim que acertamos sempre. Agora, que eu penso que "eles" estão "em ponto de rebuçado" para vir cá abaixo, ai, isso eu confirmo. Ah!, e se a eliminatória puder ser decidido a nosso favor com um penalti, ou dois, ou mesmo três, um com falta cometida dois metros fora da grande área, outro com falta de Jackson Martínez sobre o guarda-redes sportinguista, que o árbitro pensou ter da reponsabilidade do "enfant gaté" do "number one"-ex, e o terceiro de modo a que até o Bruno seja capaz de reconhecer que a falta não foi assinalada por Pinto da Costa na tribuna mas pelo juiz da partida  que viu o Tello ficar sem uma perna por um ceifadela do Jefferson, antão é que vou mesmo partir a moca de tanto rir.

               


terça-feira, setembro 30, 2014

FC DO PORTO LVIV À TENTATIVA DE SUICÍDIO.


(Público online)

Liga dos Campeões
Fase de grupos
 2ª Jornada
Estádio Arena Kviv, Kviv (a Leste da Ucrânia)
2014.09.30
Espt.: 35000

                 Saktar Donetsk, 2 - FUTEBOL CLUBE DO PORTO, 2
                                         (Ao intervalo: 0-0)

Golos: 1-0, aos 52', de Alex Ferreira; 2-0, aos 85, por; 2-1, aos 88'. por Jackson Martínez (g.p) e, aos 90'+4', de novo por Jackson Martínez.
Aos 34', Brahimi, não conseguiu transformar uma grande penalidade por falta cometida sobre ele próprio, tendo sido defendida pelo g.r. do Shaktar. Aos 18' o árbitro deixou não assinalou uma falta por mão na bola de um defesa local, passível de marcação de grande penalidade.

Árbitro: Cunet Caldu (Turquia)

Julen Lopetegui, treinador do FC do Porto iniciou o jogo com: Fabiano, Danilo, Maicon, cap., Martins Indi, Alex Sandro, Héctor Herrera, Marcano, Óliver Torres, Brahimi, Aboubakar e Tello. Substituições: aos 65', Jackson Martínez e Quintero, substituiram Aboubakar e Marcano e, aos 78' Ádrian López entrou em substituição de Brahimi.   .

              Dois erros incríveis de Óliver Torres e Maicon deram à equipa russa a vantagem de dois golos e o resultado pareceu ficar fechado. Seria uma tremenda injustiça para a equipa portuguesa do Porto, a qual tinha sido claramente a melhor formação deste jogo. A equipa reagiu e, nos últimos 5', com a compensação, Jackson Martínez apontou os golos do empate, que foi o mal menor conseguido pela melhor equipa da noite.

             Esta, ainda não foi a exibição que esperavamos, mas deu para sustentar a esperança de que o FC do Porto está a construir uma equipa que vai dar que falar, fora e dentro do país. Não sendo a equipa de Donetsk uma formação ao nível das melhores e mais temíveis da Champion, está muito bem servida de jogadores de excelente nível comandados por um técnico muito experiente e de grande competência.

            O FC do Porto foi a jogo sem constrangimentos como se estivesse a atuar no Dragão e mostrando clara superioridade sobre o antagonista em todos os item do jogo. Tal evidência não resulta de os Dragões terem exercido forte domínio territorial porque o jogo estendeu-se equitativamente nas duas metades do relvado, mas sim porque na maior parte dos detalhes foram superiores ao seu adversário.

            Importa salientar que o FC do Porto só não construiu um resultado tranquilizador logo no perído da primeira parte, pelo egoísmo de Tello que depois de uma arrancada espetacular pelo corredor esquerdo optou pelo remate que saiu ao lado da baliza quando tinha em boa posição Aboubakar para rematar e fazer golo, estavam decorridos 40' de jogo. Aos 18' fica por marcar uma grande penalidade a favor da nossa equipa quando um defesa ucraniano, em queda, trava a bola com o braço anulando um passe que se dirigia para a zona de golo; e, aos 34' é Brahimi que não bateu o guarda-redes da casa na marcação de um penalti inequívoco por uma falta que sofreu.

           No segundo tempo aconteceu o que ninguém poderia imaginar! Dois erros tremendos, colossais, imperdoáveis, dão de mão beijada dois golos ao Shktar Donestek, obtidos aos 52´e aos 85', resultantes de perdas de bola inadmissíveis em principiantes, de Óliver Torres e Maicon, respetivamente. Estavamos incrivelmente a assistir um um hara-kiri dramático da equipa portuguesa.

          Se somarmos as oportunidades construídas ao longo da partida não concretizadas e os prejuízos dos lances acima descritos, a derrota por 2-0 era um injusta atroz para a nossa equipa. Porém, alguma justiça acabou por ser dada ao resultado quando, em cinco minutos finais, num prémio de todo merecido, Jackson Martínez, primeiro, ao fazer o 2-1 na trasnformação de nova grande penalidade por corte, claro, da bola com a mão de um jogador ucraniano e, depois, a concluir, junto ao poste uma jogada de Óliver pela esquerda a faz o segundo e a empatar a partida. 

         Penso por mim aquilo que vejo. Só me interessa o que faz o FC do Porto e procuro perceber o que está menos bem, o que já se consegue fazer bem e o que tenho a certeza se há-de fazer muito melhor no futuro. E concluo de tudo que analiso que possuímos um  lote de jogadores talentosos, uma grande vontade de fazer bem e um treinador com ideias próprias, dotado de uma personalidade forte, arrojado e notoriamente preparado para fazer do FC do Porto uma máquina de futebol!



       Fabiano não teve trabalho difícil e sem culpa nos golos, cumpriu. Na defesa Danilo e Martins Indi superaram Maicon e Alez Sandro; Héctor Herrera, 50/50, tem que se decidir se quer manter o lugar ou se prefere o banco; Marcano, utilíssimo, foi aposta ganha por Lopetegui neste jogo. Um dos que mais merece destaque. Óliver Torres teve a função de ligar o jogo da equipa, foi vagabundo prestável, excelente trabalho, com excesso de egoísmo, como referi. Brahimi, é a força e o jeito que leva tudo a eito e executa lances que põem os adversários em respeito; Tello, grande futuro craque,  andou na "escola" do Óliver pois padece do mesmo defeito: egoísmo. Há-de aprender a ser jogador de equipa, não é Julen? Aboubakar é o exemplo de que a rotatividade é necessária. Parece ter tudo para ser um jogador temível, precisa de rodagem e só nos jogos a sério a ganhará.

           Jackson Martínez foi o herói de Donetsk e não "só" porque evitou a derrota catastrófica. Também esteve muito bem no tempo que jogou. Quintero justificou a chamada do treinador, mas, lá está tem que ir mais vezes a jogo. Adrián López, não teve muito tempo para mostrar tudo o que vale mas cumpriu muito bem.

           Esperava não ter que falar na arbitragem e não vou falar. Esteve bem quando não esteve mal (laPalisse).



          

            

sábado, setembro 27, 2014

RECOMENDADO AOS MEUS CONFRADES PORTISTAS DE GEMA.

 

               Caros amigos. Depois do que viram (e ouviram ontem) no decorrer da transmissão do jogo Sporting CP e Futebol Clube do Porto, não percam mais tempo a ler a opinião ou a ouvir a "chusma" de comentadeiros e as "feiras da ladra" onde nada se aprende e se desperdiça tempo a ouvir banalidades em nada diferentes das que acontecem nas tascas ou mesas de cafés. Não consintam que lhes "façam a cabeça", eles dizem o que lhes é conveniente de acordo com a face da medalha em que apostam, em defesa do pilim que querem manter, der por onde der. 

              Folclore, amigos e adeptos portistas, folclore só do genuíno, do são, do limpo do natural. Não se deixem embalar no fado vadio, corrupto, fraudulento, capturado, sejam livres, confiantes, felizes, porque pertencem ao MELHOR CLUBE DO MUNDO: O FUTEBOL CLUBE DO PORTO!

             A vencer desde 1893.

 Gota da Serra d'Arga Versão de Dem

sexta-feira, setembro 26, 2014

BENQUERENÇA TEVE INFLUÊNCIA.

(Maisfutebol)
Danilo: «Não podemos sofrer um golo daqueles»

I Liga
Estádio Alvalade XXI
6ª Jornada

                               Sporting CP, 1 - Futebol Clube do Porto, 1
                                             (Ao intervalo: 1 - 0)

               O primeiro ambate da época do Futebol Clue do Porto contra equipas da segunda circular lisboeta tendo como adversário o Sporting, terminou com um empate a um golo, com razões de queixa (mais uma vez) do juíz da partida, Olegário Benquerença, que perdoou à equipa da casa um penalti nos últimos minutos que poderia ter feito a justiça do resultado. 

               O jogo teve bastante emoção para poder ser tido como "um bom jogo de campeonato", com as duas equipas interessadas em vencer, cada uma delas conseguindo criar situações para marcar, tendo o FC do Porto desperdiçado ou criado condições óptimas de bater Patrício por mais de uma vez.

               A equipa da casa obteve o seu golo logo aos dois minutos de jogo com culpas para a defesa dos Dragões e esteve por cima do encontro até cerca dos 25', altura em que a equipa nortenha estabilizou o equilíbrio do meio campo, para, na segunda metade da partida, ter superado o seu adversário, salvo nos minutos seguintes à lesão de Casemiro. 

               A melhoria verificada no perído complementar resultou das substituições introduzidas por Julen Lopetegui ao substituir Quaresma por Tello e Rúben Neves por Óliver Torres, os quais deram à equipa mais e melhores situações de ataque e a subida de produção de Herrera. Diego Reyes, entrou aos 60' para substituir Casemiro, lesionado numa queda em disputa de bola.

               Jackson Martínez não teve uma noite de muito acerto e comprometeu quiçá o resultado ao não aproveitar aos 48' minutos uma excelente jogada de Brahimi que o isolou frente a Patrício mas o colombiano, com tempo para tudo, chutou contra o guarda-redes sportinguista.

              O erro maior de Benquerença teve influência directa no resultado mas noutros lances no decorrer da partida as suas preocupações estavam mais viradas para os jogadores portista do que para os sportinguistas. Brahimi, foi sucessivamente travado em falta sempre que procurava levar a bola para a baliza contrária, limitando-se o Olegário e marcar a falta, sem mais adomestação mesmo nas vezes em que os locais exageravam nos protestos.

             Não aconteceram nos jogadores do FC do Porto grandes destaques individuais, mas as entradas de Tello e Óliver Torres mostraram-se influentes para revelar as potencilalidades da equipa que vai no caminho certo para melhorar.

             A equipa alinhou com Fabiano, Danilo, Marcano, Martins Indi, Alex Sandro, Rúben Neves (Óliver Torres) Casemiro (Diego  Reyes, aos 60') Quaresma (Tello).

            O golo do FC do Porto foi obtido por Saar na própria baliza, aos 56'.

            O resultado não é de todo negativo porque obtido num estádio onde normalmente temos sido prejudicados pelas arbitragens, como está ainda bem viva na memória e roubalheira da época passada, embora com um protagonista de gabarito internacional. Hoje, foi um indívíduo em pré-reforma, que leva para recordação mais uma nódoa negra para a somar à vasta colecção que já possui.

(publicado sem edição)

            

             


             

quinta-feira, setembro 25, 2014

VAMOS A JOGO COM ONZE E MAIS TRÊS SE NECESSÁRIO.

                    


                   Já deu para entender que com Julen Lopetegui é tão fácil prever qual a  equipa que ele vai mandar entrar no relvado para enfentar o sporting e o benquerença, como algum dia se venha a conhecer os pormenores do negócio da compra dos submarinos à Alemanha pela sociedade Coelho-Portas, Ilimitada. Sendo o treinador, sem currículo, confessamente crente na rotatividade ou alternância da titularidade dos jogadores que entram no plantel principal, ninguém está habilitado a garantir que o escolhido de hoje não seja o preterido de amanhã e vice-versa. Todos eles têm é que estar prontos para cumprir com competência o que lhes for exigido fazer.

                     Certo, é que de entre estes convocados



Fabiano e Andrés Fernández; Danilo, Martins Indi, Marcano, Casemiro, Quaresma, Brahimi, Jackson Martínez, Tello, Reyes, Evandro, Herrera, Adrián López, Alex Sandro, Óliver, Rúben Neves e Aboubakar



só catorze deles podem aspirar a vestir a camisola azul e branca na sexta-feira à noite e dignificá-la com um triunfo consolador, tanto mais apetecido quanto conseguido no feudo do imperador-regenerador D. Bruno I.


                   A esperança é muita "quando a alma" é enorme.

JULEN LOPETEGUI e FERNANDO SANTOS.

                


*

               Julen Lopetegui, sendo jovem em idade e no começo da carreira de treinador de clube possui carisma, ambição, estrutura cultural e funcional, personalidade, dinamismo e capacidade para liderar. Revela estar preparado tecnicamente, enova, arrisca e decide. Não imita, cria e procura pôr em prática as ideias próprias.

              As conferências de imprensa que dá são, simplesmente, brilhantes!

               Expresso nesta fase ainda prematura da sua carreira de treinador ao serviço do Futebol Clube do Porto o que penso de Julen Lopetegui para que, lá mais para a fase em que muita coisa fica ou está em vias de ficar resolvida, possa ter legitimidade para afirmar que a confiança no valor do espanhol do país basco não era exagerada nem desproporcionada.

              Agora, a tão criticada rotatividade que ele defende e aplica, quando no futuro a evidência dos resultados o confirmar, não vai faltar quem a tome por modelo e procure implantá-la nas próprias equipas. Não será fácil, porém, a alguns reunir um plantel com mais de duas dúzias de jogadores de alto nível como Lopetegui tem sob o seu comando no FC do Porto, para actuarem alternadamente conforme os jogos e as competições, com a qualidade que se espera e exige de uma equipa com o prestígio do Futebol Clube do Porto.


Oficial: FIFA rejeita recurso de Fernando Santos e mantém oito jogos

             A escolha de Fernando Santos para seleccionador da selecção portuguesa é um  acto de grande sensatez e, para muitos, consensual. Porque, pelo Homem que é na sociedade, experiente, maduro, equilibrado, com idade que o distancia dos atletas como os filhos para os pais, não é belicoso nem paece capaz de atitudes persecutórias e tem carácter para não se deixar influenciar; conhece muito bem o futebol português e europeu e tem a prática do lugar numa selecção de nível idêntico ou superior à portuguesa. Tendo passado pelos três maiores clubes do nosso país não gerou antipatias em nenhuma das massas adeptas dos clubes que treinou.
               
             Escolha acertada, pois.