I LIGA 1ª Jornada 2014.08.15 Estádio do Dragão, Porto, Portugal F C DO PORTO, 2 -Marítimo SC, 0 O FCP alinhou com: Fabiano, Danilo, Maicon, Martins Indi, Alex Sandro, Herrera, Rúben Neves, Brahim, Quaresma, Jackson Martínez e Oliver Torres. Substituições: Casemiro, aos 56', no lugar de Herrera, Evandro, aos 74', rendeu Rúben Neves e Tello, aos 80' entrou a substituir Brahim. GOLOS: 1-0, por Rúben Neves e Jackson Martínez, aos 90+4'. ÁRBITRO: Carlos Xistra.
Bancadas totalmente compostas de público.
Bancadas completas. Lindo.
Na primeiro jogo oficial da época e perante o seu público que compareceu em grande número no Dragão, o FC do Porto não realizou uma exibição categórica e entusiasmante mas fez o bastante para confirmar as boas expectativas que à volta da equipa vão alimentando os seus muito admiradores desde a chegada da equipa técnica espanhola liderada por Julen Lopetegui. Mostrou estar diferente na dinâmica de jogo, comprovou a categoria dos jogadores que chegaram este ano à equipa e a competência e a oportunidade da intervenção do treinador no decorrer da partida pelas rectificações que foi introduzindo conforme as incidências do jogo. Com o desenrolar da jogo o FC do Porto teve períodos em que se viram jogadas bem delineadas e alturas em que abriu feridas ainda mal cicatrizadas, sobretudo no nível defensivo. Há ainda ideias e processos mal definidos, usando e abusando no, meu entendimento, a defesa do uso excessivo de passes para preparar a ofensiva no campo adversário, dando tempo a que este recoloque as suas pedras e limite as linhas de passe, e, ao nível dos atacantes a dificuldade em abrir rapidamente espaços na defesa contrária de forma a permitir que o condutor da bola a possa ceder o mais rapidamente possível, exigindo mais mobilidade e rapidez dos outros avançados.
Vai principiar. Ataque ao sul. Valeu um golo, do Rúben Neves, 17 anos, o mais jovem de sempre a estrear-se num jogo oficial com o símbolo do FC do Porto sobre o coração.
A vitória foi merecida sem ser espectacular. O adversário não facilitou porque evidenciou muito boa organização de jogo e inteligência ao procurar descobrir a vulnerabilidade por onde pudesse ganhar vantagem, conseguindo deste modo duas ou três situações de aperto para a baliza de Fabiano, uma das quais prestes a dar golo não fora a intervenção "milagrosa" de Alex Sandro quase sobre a linha de baliza. Há muito sangue na guelra dos jogadores portistas. Rúben Neves foi a "figura do jogo". A sua classe impressiona, sobretudo ao nível do passe à distância, ao seu sentido posicional no relvado, à "ciência" que coloca ao serviço da equipa e à sua tranquilidade e disponibilidade física. Apontando o golo que a equipa sustentou quase até ao esgotamento do tempo regulamentar, cabe-lhe bem o título que lhe foi atribuído de "figura do jogo". Brahim, é outro valor hors-série, pela velocidade com e sem bola nos pés, pelo drible estonteante que abre furos nas marcações como prego em manteiga. E Oliver Torres, um talento enorme num corpo de menino, com um pulmão maior que o peito, rápido, esperto, com umas chuteiras com ouro dentro. Ao fazer entrar sucessivamente Casemiro, Evandro e Tello, a equipa do FC do Porto ficou mais coesa e realizou o melhor que tinha feito até então. Herrera não esteve ao nível esperado e por isso a equipa com ele rendeu menos. Casemiro cobriu melhor a zona intermédia e a equipa sentiu-se mais segura com ele. Talvez, também, porque Evandro entrou muito bem na partida e aparecia mais vezes nas jogadas de ataque e, por último, Tello, "fresco" e rápido atordoou a defesa maritimista como aconteceu no golo "fora d'horas" de Jackson Martínez.
Dos "antigos" Fabiano, esteve seguro. Danilo e Alex Sandro adquirem a forma de jogar numa equipa de ataque, ambos em crescendo de forma. Maicon, ainda pode subir na segurança mas já está mais liberto de pressões externas nos lances em que intervém. Ricardo Quaresma trás a lição decorada do balneário do Julen e cumpre rigorosamente o texto. Melhor na segundo do que na primeira parte. Herrera, já comentei acima, não brilhou. Jackson trabalhou bem, mas teve dificuldade em competir com a altura dos defesas do Marítimo. Estreou-se a marcar e festejou.
Dos "novos" Martins Indi, tal como no Mundial. Dá serenidade à defesa. Rúben Neves, já convenceu "todo o mundo" que está ali "um jogador"; Brahim, idem, idem aspas, aspas. Oliver Torres, dá gosto vê-lo com a bola. Tem que fazer um esforço para a ceder aos companheiros no momento certo. Tellho, será um "caso". Casemiro, irá ser titular muitas vezes.
Ricardo Quaresma, aí vai canto.
O exibição dos "lopeteguianos" pode ter servido para arrefecer excessos de entusiasmo que por aí cresciam entre os que só vêem o futebol pelos golos marcados e se manifestam a despropósito quando vão ao Dragão. Antes assim, porque há de facto milagres mas levam algum tempo a consumarem-se. Com mais tempo, mais trabalho, mais jogos e, obviamente, mais vitórias, o Futebol Clube do Porto prepara-se para liderar o futebol português, retomando a tradição adquirida nestes últimos quarenta anos de superioridade clara, insufismável e substancialmente comprovada. Temos treinador, temos jogadores, temos a força de apoio bastante para chegar ao topo.
Livre marcado por Ricardo Quaresma bate na barreira e dá canto.
Carlos Xistra não cometeu erros relevantes. Começa a ter uma vaga ideia de que nem tudo o que parece é falta, mas continua a manter o critério de que algumas que são claras só ele não vê, como aquele derrube a Quaresma quando se isolava pela direita a caminha da baliza. Ah, futebol é lindo é, mas lá, no sitio onde se ouve e sente a bola a deslizar no tapete verde do relvado.
Sétimo e último jogo de preparação Birmingham (Inglaterra) 2014.08.09 West Bronwicht Albion (WBA), 1 - FC DO PORTO, 3 Os golos do FC do Porto foram obtidos por Casemiro, aos 22', o Bronwitch alcançou o empate aos 40', e Jackson Mártinez, aos 50' e 54', fixou o resultado final. Em sete jogos de preparação, a equipa do FC do Porto venceu cinco e empatou dois. Jogaram inicialmente: Andrés Fernandez, Danilo, Maicon, Reyes, Alex Sandro, Herrera, Casemiro, Oliver Torres, Brahim, Jackson Mártinez e Tello. Nas substituições feitas no segundo tempo por Julen Lopetegui jogaram ainda: Rúben Neves, Adrian López e Quaresma; depois, entraram ainda: Ricardo (65'), Quintero (69'), Evandro, (79'), Sami (85´).
O jogo constituiu mais uma boa experiência para testar o estado da preparação dos jogadores e da equipa, podendo constatar-se já algumas diferenças positivas comparativamente aos jogos anteriores. Houve notória melhoria na circulação de bola, concretizaram-se melhor as tentativas de progressão com bola em passes curtos e longos, diminuíram os passes errados e entregas de bola ao adversário. No primeiro tempo o jogo de equipa do FC do Porto foi menos esclarecido do que se viria a verificar no segundo período, mais rápido e mais prático e mais objetivo e retilíneo. Ao longo da partida houve momentos de maior intensidade ofensiva mas também algumas quebras. Notaram-se algumas falhas de marcação por demora na recuperação de posições que cada um desempenha, que a defesa, o guarda-redes espanhol estreante-surpresa e alguma sorte resolveram sem estragos. A superioridade da equipa portista foi clara em toda a partida, tendo estado sempre por cima com excepção de um pequeno período que se seguiu ao susto de uma possível lesão de Jackson Mártinez que coincidiu com o golo de honra da equipa inglesa.
Julen Lopetegui aproxima-se da verdade que há-de chegar no próximo jogo contra o Marítimo. Apareceu com Andrés Fernandez na baliza e o espanhol "disse" claramente quem vai ser o dono da baliza. Dos "velhos" toda a defesa cumpriu, com destaque para Alex Sandro dos "velhos tempos". O "miolo" mete algumas "os pés pelas mãos", e Casemiro, Oliver Torres e Brahim vão ter que ser mais assertivos porque a concorrência assim o requer. Tello esteve hoje menos exuberante, aliás como Rúben Neves, mas o valor está lá. Como já atrás referi o FC do Porto esteve melhor no segundo tempo, sobretudo na movimentação do ataque onde Quaresma foi grande. Quintero, menos agarrado à bola, fá-la andar por caminhos que descobre rapidamente. Jakson Mártinez chegou ao patamar dos eleitos e o seu segundo golo e fantástico. Saiu aos 65', por medida de precaução. Ricardo e Evandro não tiveram muito tempo para mostrar mais do que se lhe reconhece já. Como conclusão deve assinalar-se que o FC do Porto vai subindo degraus para chegar ao cimo da Torre dos Clérigos. donde a vista alcança mais longe e mais céu azul. O "debutante" treinador espanhol de miúdos está a dar-se bem com os crescidos. O seu à vontade e a sua segurança só são tão evidentes nos verdadeiros líderes. Sabe o que quer e está a fazer o que pretende. Há uma força nova nos jogadores, antigos e agora chegados, que é apanágio do Dragão. É há, seguramente, um comando firme e que transmite confiança aos comandados. Vamos lá. Agora a sério, sexta-feira, contra o Marítimo, no estádio mais belo da Europa. Sobe, sobe, Porto, sobe.
Apenas tive ocasião de ver o jogo de preparação ontem realizado entre o Everton e o FC do Porto, na Inglaterra, que terminou com o empate a um golo, em diferido, já noite dentro. Em síntese, posso dizer pelo que me foi dado ver, que começa a desenhar-se um "Porto novo" com substância para crescer e tornar-se forte. Comparando o que tenho vindo a ver, a equipa treinada pelo espanhol Julen Lopetegui faz lembrar uma estrutura de uma grande construção com vários andares já revestidos com tijolos mas ainda sem reboco e com as vigas à vista, mas que já dá uma ideia do que poderá vir a ser quando terminada. Ontem, ainda não deu para tirar ilações sobre quais os jogadores escolhidos por Lopetegui para titular cada um dos postos do conjunto. Em princípio, alguns deles manterão a prioridade (não a titularidade....) que vem dos anos que levam a jogar nas suas posições, casos de Danilo, a subir de rendimento a cada jogo, Maicon (?), Alex Sandro, Herrera, Quaresma e, finalmente, Jackson Mártinez. Porém a concorrência é muito forte e a luta vai ser tremenda: na baliza, na defesa, na linha média e nos avançados, com a entrada de jogadores que já deram indicações de que não chegaram ao Porto para conhecer a Torre dos Clérigos, a Ribeira ou para cruzeiros Douro acima, ou comer peixe fresco em Matosinhos. Ricardo, Indi, Rúben Neves, Casemiro, Brhaim, Tello, Adriano, e outros cujos nomes ainda não memorizei, estão ai com ambição e valor para se firmarem nas primeiras opções do técnico. Que se apurem, pois, "os veteranos" porque a luta não será para imberbes. Há mudanças profundas no padrão de jogo do FC do Porto. A defesa procura aproximar-se da linha de meio campo, os avançados fazem pressão nas imediações da área do adversário. A bola circula rápida, em passes verticais muitas vezes, já não se notam posições mais ou menos estáticas no relvado, tudo mexe para a frente ou recua como se fosse uma concertina. Faltam, naturalmente rotinas, entrosamento, conhecimento recíproco, muitos pormenores que acabam por ser decisivos. E remate, mais capacidade de fogo, porque de pontapés à baliza é que se fazem os golos e as vitórias. Contra o Everton foram duas partes bastante distintas. A primeira com mais posse, a segunda mais prática e objectiva. A equipa anda à procura do élan, da afinação, e dos melhores intérpretes para o conseguir. Vai lá, quando Lopetegui se decidir pelos melhores neste momento. Nota negra para o lance que permitiu ao Everton abrir o marcador. Não "poderia" ter acontecido. Nota máxima para a jogada do empate: venham mais assim, e eu irei rir muito!
O Futebol Clube do Porto está a proceder a uma mudança de cima abaixo no plantel, com Julen Lopetegui e a sua equipa de compatriotas à frente de um extenso grupo onde a língua espanhola é esmagadoramente dominante. Perante aquela realidade faz sentido que os cânticos e apoios à equipa no estádio do Dragão pelas claques e apoiantes sejam adaptados à realidade, de forma a que os jogadores e o técnico se sintam como que em casa e entendam as letras das músicas que ouvem, principiando pelo lindíssimo hino cantada pela nosso Amélia Canossa.
Então, vamos lá: HINO DO FUTEBOL CLUBE DO PORTO
oh, Porto,dondela eterna juventud Nos dicelo quees sernobley leal. Su banderalleva elescudo de la ciudad Que lahistoriale dioel nombre aPortugal.
CORO:
Oh, campeón, tu pasado Es un librode honorsin par devictorias Susarmasbendecidas Puertotieneen sumásde unarco de triunfo Oporto,Oporto, Porto, Oporto,Oporto, Porto, Porto,
Cuandoalguien se atrevea ahogarse El gritoaudaz deardor de tuvoz Oh, Oh, Puerto, entonces verásvibrar La multitudsóloun gritode todos nosotros
Oh, campeon, tu passado ...... Qué tal? Facile, non?
Apresentação do plantel para a época de 2014/2015 Estádio do Dragão -Assistência: 46 211 espectadores
2014.07.27
FC DO PORTO, 0 - Saint Étienne, 0
Deu esta apresentação para ver que o Futebol Clube do Porto tem um lote de jogadores de excelente qualidade, que novas ideias estão a ser implementadas na filosofia de jogo, que há uma forte entrega por parte dos jogadores, que algumas coisas boas foram mostradas e outras menos boas que ainda andam por lá, um treinador interventivo que foi para esta apresentação com um plano e o cumpriu, que pareceu evidente os efeitos da carga de treinos a que os jogadores vêm a ser sujeitos, e, por fim, que os sócios e simpatizantes do FC do Porto vão ter que aguardar com paciência algum tempo mais para ter a certeza que estamos a caminho de ter uma grande equipa! A partida de ontem à noite foi mais difícil do que muitos esperariam. Os franceses do Saint Ettiènne mostraram ser uma equipa em estado de preparação mais avançado do que a nossa, têm uma mão cheia de excelentes executantes, praticaram bom futebol e foram superiores, como equipa e criaram mais e melhores oportunidades de fazer golos. O FC do Porto apresentou-se inicialmente com Fabiano, que esteve na baliza de princípio ao fim e bem; Danilo, finalmente a dar uma melhor ideia do que vale, Maicon e Reyes, certos e aplicados, Alex Sandro não muito diferente do passado, o jovem de 17 anos Rúben Neves a mostrar que quer e vai ser grande, Herrera com bons ares do mundial, Oliver Torres a dar nas vista pelas suas intervenções no jogo de ataque, Quaresma a jogar sem ser para ele, Sami muito esforçado mas menos espectacular por inadaptação (talvez) à posição que ocupou ou por não lhe ter corrido bem o jogo e Ricardo, muito esforçado a fazer pela vidinha. Entraram para o segundo tempo Casemiro, Bahrami, Oliver Torres, Quintero, Tello, Adrián Lopes e Kélvin e, nem sei se outros mais. Como equipa o FC do Porto não fez melhor do que tinha feito e os franceses dispuseram de boas ocasiões de golo. Fabiano, por si, manteve o zero e a invencibilidade nesta fase preparatória. Estes jogos de preparação, são isso mesmo: treino, experiências, ambientação de novos jogadores, consolidação das impressões e princípios do novo técnico. Dão-nos uma ideia de equipa mas não vimos a equipa do FC do Porto que dali há-de nascer. Clara é a mudança: em tudo. Respira-se vontade, qualidade, orientação, liderança. Cresce a confiança no FUTEBOL CLUBE DO PORTO. É a primeira vitória de muitas que poderão estar para vir.
O Futebol Clube do Porto derrotou esta tarde a equipa belga do KRC GENK, pelo resultado de 1-3, (1-1. ao intervalo), num encontro em que se superiorizou ao seu adversário, 6º classificado do campeonato do primeiro escalão do seu país.
Os golos foram apontados por Quaresma, aos 8', tendo os belgas obtido o empate aos 11'. No segundo período Sami, aos 61' na sequência de canto fez de cabeça o 1-2 e repetiu o feito aos 78' num magnífico remate de meia distância sem defesa para o guardião belga.
A partida-treino deu apontamentos positivos quanto aos processos de jogo que o treinador Julen pretende aplicar, e, individualmente, as grandes surpresas vieram dos jogadores menos conhecidos, casos de Rúben Neves, Sami, Kelvin e Ricardo.
No cômputo geral esta partida correu bastante bem ao FC do Porto, tendo ocorrido coisas boas, muito boas e outras...bastantes más. Nota ainda a salientar é que parece estar confirmado o exorcismo que afetou a desastrada carreira da equipa do ano passado.
Não assisti aos últimos 25' da primeira parte.
O FC Porto apresentou-se com seguinte equipa: Fabiano, Danilo, Maicon, Reyes, Alex Sandro, Carlos Eduardo, Olíver, Josué, Quaresma (cap), Ádrian Lopez e Telho.
No decorrer da segunda parte foram utilizados os seguintes: Herrera, Ricardo Pereira, Rúben Neves, Sami, Kélvin, Evandro e Igor Litchnovsky, Herrera e Evandro.
Fabiano, Danilo e Alez Sandro foram os únicos que permaneceram na equipa durante todo o jogo. O jogo veio a confirmar o que as declarações de Julen Lopetegui e alguns jogadores (e também comentadores de jornais e TV) têm vindo a divulgar. Nota-se claramente uma intenção de tocar a bola mais rápido e em passes verticais, maior movimentação dos jogadores e famigerada pressão alta, que outra coisa não é senão procurar retirar a bola do adversário e impedir que ele organize o seu jogo. A defesa procura jogar mais subida e os laterais participam no ataque subindo pelos corredores junto à linha. Procura-se jogar mais rápido e mais prático e fazer mais remates à baliza. Dos nomes mais sonantes contratados não pude colher muitas informações. Vestindo a nossa equipa de laranja ou lá que cor é e o Genk com equipamento idêntico ao que usa o FC do Porto, levei algum tempo a adaptar-me à situação. Por outro lado só assisti a 25' do primeiro período de jogo e, no segundo tempo, acabaram por ser substituídos. Fabiano teve muito pouco trabalho; Danilo e Alex Sandro melhoram em relação ao passado mas não fizeram coisas especiais; Reyes cometeu uma abébia grave que deu o empate a 1-1; Carlos Eduardo e Josué muito participativos estiveram bastante bem; Quaresma apontou o primeiro golo mas não brilhou. Depois, no segundo período, houve oportunidade de ver mais espetáculo. Rúben Neves, no miolo da equipa, 17 anos, foi um "mestre": serenidade, precisão e facilidade de passe, jogo rápido e linear; Sami, entrou para jogar à velocidade de TVG. Apontou dois golos, o último uma "bojarda" de boa distância que deixou o guarda-redes do Genk colado ao chão; Kélvin, endiabrado, rabujava por entre a defesa como foguete de artifício. Nesta apresentação mais "a sério" o FC do Porto mostrou, acima de tudo que está a assimilar outra filosofia de jogo, os seus jogadores trabalham sem reparos, e o valor individual dos jogadores está garantido: E, ainda não chegaram Ghilás, Jackson Mártinez, Quintero, Défour e Varela. Anunciam-se mais três ou quatro contratações, uma já confirmada: Casemiro, por empréstimo do Real Madrid; Ophare, Brahmi, etc. etc, etc.. Há, pois, mudança. Só pode melhorar.