sexta-feira, abril 30, 2010
AS MAIAS DO DOLETHES E DO DRAGÃO, SEMPRE!
Pelo-me pelas tradições, principalmente as que perduram desde a infância. E, as "Maias" é uma das que acho mais interessante. Há, talvez, algum sentimento sádico resultante do prazer com que me parecer estar a contribuir para ludibriar Judas, o da tradição menos dos que aqueles com que temos de conviver todos os dias no nosso quotidiano. O gesto, de colocação de giestas amarelas nas portas para confundir os soldados de Herodes e evitar a morte do Menino Jesus é, além de tudo, um gesto fantástico de solidariedade das pessoas contra a iniquidade de um acto malvado do rei sanguinário e cruel contra uma criança inocente.
Daqui a pouco os ramos, as coroas feitas de flores e grandes laços vão ser colocadas no umbral dos portões, nos automóveis, nos muros e, até, nas portas dos currais. Quando romper a aurora do dia primeiro do mês de Maio todos poderemos constatar que, apesar de tudo, há muitas coisas que nos agrada partilhar...
Convictamente, aqui coloco as minhas
que espero sejam bastantes para confundir qualquer Judas excomungado
quando por aqui intentar passar!
quinta-feira, abril 29, 2010
O FORAGIDO DE LONDRES
O antigo chefe da quadrilha vermelha dos seis milhões de fiéis continua o estágio sabático em terras de Sua Majestade, gozando dos privilégios próprios reservados aos melhores. E ele, enquanto presidente eleito por arrasadora maioria à frente da capoeira da segunda circular, foi de uma eficácia difícil de superar em termos de gestão off shors das transacções por ele intervencionadas. Esta foi, apenas, mais uma.

Vale desviou 850 mil dólares da transacção de Amaral
por LusaHoje
Vale e Azevedo, que começa a ser julgado em Outubro pela apropriação de quatro milhões de euros resultantes de transferências de quatro futebolistas, está indiciado do desvio de 850 000 dólares da transacção de Amaral para a Fiorentina.
A venda dos direitos desportivos do brasileiro Amaral, no valor global de dois milhões de dólares, foi consumada a 27 de Junho de 2000, em Lisboa, e Vale e Azevedo, segundo o despacho de acusação, mentiu aos elementos da Direcção a que presidiu, de 03 de Novembro de 1997 a 31 de Outubro de 2000.
(v.g. notícia completa in DN)
A venda dos direitos desportivos do brasileiro Amaral, no valor global de dois milhões de dólares, foi consumada a 27 de Junho de 2000, em Lisboa, e Vale e Azevedo, segundo o despacho de acusação, mentiu aos elementos da Direcção a que presidiu, de 03 de Novembro de 1997 a 31 de Outubro de 2000.
(v.g. notícia completa in DN)
quarta-feira, abril 28, 2010
JUSTIÇA FICA POR METADE.
Jesualdo só apanha multa e vai estar no banco
por DN.ptOntem
Treinador do FC Porto, expulso em Setúbal, foi multado em 500 euros mas não falha o clássico. Ao contrário de Falcao, suspenso por um jogo
A Liga de Clubes anunciou os castigos referentes à 28.ª jornada e o grande destaque vai para a sanção aplicada a Jesualdo Ferreira. Expulso em Setúbal por protestar contra o cartão amarelo mostrado a Falcao, o treinador foi castigado com duas multas - de 150 e 350 euros-, num total de 500 euros, mas foi poupado a qualquer jogo de suspeñsão, podendo por isso orientar a equipa do FC Porto no clássico de domingo com o Benfica........................................................................................
Qualquer cidadão que presenciasse a reacção do professor Jesualdo Ferreira após a amostragem do cartão a Radamel Falcao, no jogo de Setúbal, não podia ter deixado de ficar surpreendido pela veemência e espontaneidade da reacção do treinador à violência da injustiça da sanção aplicada ao seu atleta. Todos o que seguem a actividade do veterano Jesualdo nas suas funções de técnico em diversos emblemas, conhecem a sua postura sóbria, comedida, respeitadora, que o caracterizam como um caso à parte do nosso indigente meio desportivo.
Da sua enérgica reacção ressaltam dois aspectos que, para mim, a justificam. A primeira a de ter interiorizado a ideia de que alguma anormalidade haveria de acontecer que afastaria Falcão do confronto de domingo no Dragão e, ao ser confirmada, a sua revolta produziu o efeito de uma mina pisada por um tanque de guerra; a segunda o "direito à indignação" que assiste a qualquer lidere perante uma injustiça de que é vítima um dos seus comandados
Não há motivo que justifique qualquer elogio à decisão do CD ilibar, em parte, o castigo que lhe permitirá fruir o gozo de participar num jogo que ele por certo não desejaria perder em nenhuma circunstância e que merece dirigir. É um mero acto de justiça mesmo que sem pedido de desculpas do autor dos fundamentos que levaram à sua aplicação.
A magnanimidade do CD não se estendeu ao atleta penalizado sem culpa. Antes assim. Consideraria uma afronta imperdoável que Radamel Falcao fosse contemplado com a anulação do castigo iníquo que sofreu, não somente em função da inexistência de qualquer culpa a que devesse corresponder um castigo, mas por condescendência, um gesto de favor, para lhe permitir disputar em igualdade com o seu directo e único opositor a liderança de melhor marcador da Liga.
terça-feira, abril 27, 2010
E O VENCEDOR É? ... RADAMEL FALCAO!
Caso não venha a ser castigado com dois jogos de suspensão em consequência de uma violenta carícia perpetrada na face de um menino de coro metido a jogador de futebol e de pronto veementemente denunciada por um colega interessado, sabe-se lá porquê, que o árbitro exibisse o cartão amarelo ao Falcao em vez de a si próprio, como foi visto no sábado a noite na TV e, por isso, verdadeira, a RADAMEL FALCAO ainda vai ser concedida uma oportunidade de terminar em primeiro a classificação de melhor marcador da Liga no caso de, no último jogo marcado para Leiria, não pisar uma das minas que se espera poderem estar colocadas no relvado e tenha a desdita de a pisar.
E, no final deste campeonato dos túneis, dos juízes e sentenças do faz de conta, dos profetas da verdade desportiva, da procissão dos andores às costas dos árbitros, mesmo que, por mera hipótese, o melhor avançado a actuar este ano na (des) Liga da cerveja, matematicamente, venha a obter menos golos do que o seu rival "cana alta", há que recordar que foram roubados da sua conta QUATRO golos obtidos dentro das regras vigentes aplicáveis ao jogo da bola, e apenas dois deles resultaram da marcação de grandes penalidades capazes de serem vistas até por um invisual (não cabem aqui as que não foram, e deviam, ter sido assinaladas). Já o seu endeusado concorrente, cuja virtude mais rara que lhe é unanimemente reconhecida é ser capaz de praticar futebol dispondo apenas de uma perna, leva DEZ golos apontados a onze metros da baliza, todos consequência de faltas reconhecidas por toda a imparcial crítica alfacinha, em papel e em som e, mais pelo menos outros três, por vontade de bem ensaiados bandeirinhas (ai, não! não vá o "Diabo", vir ao relvado aplicar novo cachaço...)
Com alguma felicidade até poderemos vir a recordar os idos do Calabote e recrear a versão soft da rábula do jogo que só tem de acabar quando, em Leiria, o autocarro dos Dragões já estiver na A1 de regresso a casa e, no ninho da Dona Vitória, na segunda circular, acabar de ser convertido em golo mais um penalti à "moda do túnel das trevas", para adicionar aos outros tão obsequiosamente cozinhados e levarão à conquista do apetitoso troféu.
O vencedor já está encontrado: é RADAMEL FALCAO!
domingo, abril 25, 2010
ENEACAMPEÕES! NUNCA VISTO!
NOVE CAMPEONATOS NACIONAIS SEGUIDOS GANHOS PELO FUTEBOL CLUBE DO PORTO!Quando faltam ainda cinco jornadas para completar, a equipa de óquei em patins do Futebol Clube do Porto alcançou a NONA vitória consecutiva na prova!!!
O FCP, é (mesmo) uma naçon, carago!
(foto: gentileza não autorizada do blogue "Dragaopentacampeão")
OS ÁRBITROS E OS SEUS JUÍZOS.
O que se devia dizer dos árbitros e não dizJOSÉ MANUEL RIBEIROA culpa, no episódio em concreto, talvez nem seja dele. Se o tabefe em Bruno Ribeiro for genuíno, quem o deu foi Falcao; se houve exagero, exagerou o assistente que embandeirou o acto. E, no entanto, como desligar Pedro Henriques do incidente que subtraiu o colombiano do próximo FC Porto-Benfica? Em princípio, quando se autoriza vinte e dois jovens não anorécticos a passarem hora e meia aos pontapés e encontrões uns aos outros, há uma probabilidade razoável de que algum se canse, algures entre a décima sétima e a vigésima contribuição viril para o espectáculo que teve de aguentar no lombo. Foi Falcao, poderia ter sido Hélder Barbosa, do Setúbal. No âmbito do completo desconhecimento do que é uma falta, Pedro Henriques é de uma imparcialidade robótica. Talvez até seja o mais próximo que alguma vez se esteve de aplicar as novas tecnologias à modalidade, embora, pelo entendimento que costuma ter dos lances, pareça mais convencido de que as máquinas são os jogadores. Máquinas blindadas, em aço inoxidável, envolvidas em teflon e equipadas com "airbags" de série. É evidente. Os árbitros portugueses compram demasiadas faltas e com elas um jogo pior e mais morto do que devia ser. O que se discute não é a necessidade da cirurgia: é a conveniência de ser Pedro Henriques a operar e a liberdade de poder fazê-lo com motosserra. Num meio tão dado a discutir névoas como penáltis e foras-de-jogo, não seria mau, para desenjoar, apontar de vez em quando aos que dão cabo disto por convicção no erro e idealismo assumido, escrito e publicado. (v.g. Jornal O JOGO, de hoje) O destaque dado a algumas passagens do texto é da minha autoria. Recorri à transcrição porque, quando a li na versão escrita, encontrei nela a síntese do que penso do desempenho dos árbitros nacionais e nunca seria capaz de o fazer desta forma tão pertinente. Continuo a pensar que aos árbitros nacionais falta estrutura mental capaz de discernir entre a letra e o espírito das regras e a exacta medida de como, e quando, as devem fazer aplicar. |
sábado, abril 24, 2010
O BONFIM QUE MUITOS ANSIAVAM
Abro o computador logo após o encerramento da transmissão do Vitória-Futebol Clube do Porto a cargo da SportTV1, incluindo os flash-interviw e a conferência de imprensa.
De tudo o que vi e ouvi quero destacar, apenas, o seguinte:
-não perdi uma única imagem do livre apontado, na primeira parte, contra o FCP e que, como foi repetido inúmeras vezes, a bola foi cortada pela mão de Rolando, tendo ficado por marcar uma grande penalidade contra os visitantes.
Comento: tenho dois olhos saudáveis, um LCD 109cm, ninguém perturba a minha atenção e estou no uso de excelentes capacidade mentais: na imagem mais favorável para a apreciação do lance que me deram, é nítido o corte da bola com a testa mesmo que, na sequência do movimento, o esférico se veja entre as duas mãos de Rolando.
-na jogada que se esperaria acontecesse vir a servir de pretexto para afastar o melhor concorrente na luta para o primeiro lugar da lista dos marcadores, Falcao, tendo conquistada a posse da bola entre dois adversários, sofre a falta do R. Silva, que está de pé em contacto com ele e, vindo por trás, B. Ribeiro mete os pés nos calcanhares do avançado portista que, em desequilíbrio para a frente, leva a mão esquerda para trás roçando com os dedos na cara do autor da falta o qual, ao sentir o contacto, se rebola como se tivesse sido atingido por coice de mula.
Comentário: não foi passível de sanção a actuação dos jogadores vitorianos no lance descrito e, ao que parece, por indicação dos 3º (?) e 4º árbitros, segundo ouvi, o amarelo que milhões ansiavam foi posto diante da cara do melhor marcador do campeonato.
Concluindo:
Pago a minha taxa de subscritor da SportTV para ter de suportar durante cerca de duas horas, dois jumentos mal treinados a zurrar à porfia baldes de m.... para um microfone que duvido tenham na sua frente mas sim debaixo do rabo e, o que é pior, suportar o conceito que fazem de quem os ouve ao julgarem que estes são cegos, estúpidos e ingénuos.
Não retive o nome da alimária de faxina ao jogo, nem me preocupa sabe-lo. A outra, quiçá arregimentada por intermédio de prestimosa sopeira, nem precisa de identificação tal é a rusticidade do verbo que utiliza nas suas apreciações técnicas. Provavelmente, para além da fiel empregada agenciadora do tacho (ainda que remunerado a recibo verde, presumo), não deve ter amigos verdadeiros, porque, fosse eu um deles, já há muito que o teria aconselhado a ir trabalhar para a CUF.
Quanto ao resto, foi o que todos puderam ver.
De tudo o que vi e ouvi quero destacar, apenas, o seguinte:
-não perdi uma única imagem do livre apontado, na primeira parte, contra o FCP e que, como foi repetido inúmeras vezes, a bola foi cortada pela mão de Rolando, tendo ficado por marcar uma grande penalidade contra os visitantes.
Comento: tenho dois olhos saudáveis, um LCD 109cm, ninguém perturba a minha atenção e estou no uso de excelentes capacidade mentais: na imagem mais favorável para a apreciação do lance que me deram, é nítido o corte da bola com a testa mesmo que, na sequência do movimento, o esférico se veja entre as duas mãos de Rolando.
-na jogada que se esperaria acontecesse vir a servir de pretexto para afastar o melhor concorrente na luta para o primeiro lugar da lista dos marcadores, Falcao, tendo conquistada a posse da bola entre dois adversários, sofre a falta do R. Silva, que está de pé em contacto com ele e, vindo por trás, B. Ribeiro mete os pés nos calcanhares do avançado portista que, em desequilíbrio para a frente, leva a mão esquerda para trás roçando com os dedos na cara do autor da falta o qual, ao sentir o contacto, se rebola como se tivesse sido atingido por coice de mula.
Comentário: não foi passível de sanção a actuação dos jogadores vitorianos no lance descrito e, ao que parece, por indicação dos 3º (?) e 4º árbitros, segundo ouvi, o amarelo que milhões ansiavam foi posto diante da cara do melhor marcador do campeonato.
Concluindo:
Pago a minha taxa de subscritor da SportTV para ter de suportar durante cerca de duas horas, dois jumentos mal treinados a zurrar à porfia baldes de m.... para um microfone que duvido tenham na sua frente mas sim debaixo do rabo e, o que é pior, suportar o conceito que fazem de quem os ouve ao julgarem que estes são cegos, estúpidos e ingénuos.
Não retive o nome da alimária de faxina ao jogo, nem me preocupa sabe-lo. A outra, quiçá arregimentada por intermédio de prestimosa sopeira, nem precisa de identificação tal é a rusticidade do verbo que utiliza nas suas apreciações técnicas. Provavelmente, para além da fiel empregada agenciadora do tacho (ainda que remunerado a recibo verde, presumo), não deve ter amigos verdadeiros, porque, fosse eu um deles, já há muito que o teria aconselhado a ir trabalhar para a CUF.
Quanto ao resto, foi o que todos puderam ver.
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