quarta-feira, setembro 17, 2014
terça-feira, setembro 16, 2014
CLARAMENTE CONFIRMADO, CINCO VEZES O FC DO PORTO FOI ROUBADO.
Depois de ver o Jornal da Noite e os comentários do próximo presidente da República, Jorge Sequeira, fiquei no Porto Canal para ver "Noventa Minutos à Porto". Sereno, sem stress, mantive-me no período dedicado ao confronto entre o Vitória e a nossa equipa, com o apresentador Tiago e com a dupla de comentadores José Fernando Rio e Bernardino Barros. Concluído o tema, fui para o canal 17 da grelha, -Memória- e deliciei-me a rever a Maluqinha de Arroios, que há muito tempo tinha guardada no baú das coisas lindas do passado. Já no leito, adormeci de cérebro limpo, em paz e de bem comigo, satisfeito com as minhas convicções.
Porque: confirmei, claramente confirmado, que Brahimi sofreu falta, visivelmente, indubitavelmente falta, passível de marcação de uma grande penalidade e consequente expulsão do faltoso. Menos clara, indiscutível, consensual foi a infracção vista pelo "artista" Baptista a Rúben Neves a meio do meio campo do Vitória, sobre André André (que já provou ter categoria de internacional, esquecido pelo Bento desatento, tendo contudo de melhorar a sua estabilidade corporal vertical para se manter mais vezes a prumo do que no relvado estendido); que Quintero sofre obstrução insufismável por um jogador vimarenense dentro da área dos locais, e que obstrui deliberadamente que o colombiano continue de posse da bola, com o juiz de campo e o de linha a alguns metros de distância a nada descurtinaram de ilegal; que, na sequência de um canto na baliza do Vitória, um defesa vimarenense joga a bola com o braço direito, com evidente propósito de impedir que ela o ultrapasse para além dele e possa ser colhida nas suas costas por um dos nossos jogadores, o que não aconteceria porque não havia nenhum por perto; que o bandeirinha número dois anulou um lance de ataque do FC do Porto, por pretenso fora de jogo de Brahim, sendo perfeitamente nítido que estava presumivelmente cerca de um metro aquem da defesa da casa; e, para terminar a rol dos grandes roubos cometidos no jogo em questão, pois o critério do julgamento de outas faltas menores é da responsabilidade da claque do Vitória que berrava mais do que um rebanho com fome de semanas quando um dos seus "anjos" perdia a bola, há o golo impoluto, limpo como o véu de um a virgem, anulado a Brahimi pelo mesmo bandeirinha que, tenho a certeza, ele sabe bem porquê: só ele, quem lhe encomendou a prenda e Deus Nosso Senhor que o há-de julgar como merece pois neste país até processos desaparecem.
Agora contem-me estorinhas que eu adoro. Falem-me do que leram em "tribunais" com "juizes" que tais, regateiras palradeiras dos canais e outros mais, manhosos e tinhosos que babam as teclas e as secretárias dos jornais com o ranho das fossas nasais, das carecas lisas de tanto encostar a cabeça, das pêras e das barbelas e barrigas de aluguer e do latir dos cães à compita com as cadelas, pois falar de ladrões e cabrões é sempre altura apropriada seja na primeira ou na última jornada.
domingo, setembro 14, 2014
EIS O BAPTISTA, EIS O ARTISTA!
(Maisfutebol)
I LIGA
Estádio Cidade de Guimarães
4ª Jornada
2014/2015
Victória SC, 1 - FC DO PORTO, 1
(Ao intervalo: 0-0)
GOLOS: FCP: aos 61', Jackson Martínez, (P);
VSC " 69', Cafú (P).
FC do Porto alinhou: Fabiano, Danilo, Maicon, Martins Indi, José Angel, Rúben Neves (aos 54', Evandro),Casimiro, Herrera (aos 89', Aboubakar), Brahim, Jackson Martínez e Juan Quintero (aos 63', Tello).
Juiz de campo: Paulo Baptista, Portalegre.
Vários factores contribuiram para que o FC do Porto deixasse dois pontos em Guimarães. Um, tem que ver com a excelente réplica do Vitória, principalmente na primeira meia hora de jogo em que a nossa equipa não conseguiu interpretar o futebol dos vimaranenses, os quais baralharam o jogo sobretudo no miolo, raramente consentindo a posse de bola aos jogadores portistas.
Dois, a garra com que os locais se entregaram ao jogo e como atacavam a bola a contrastar com a tentativa dos jogadores do FC do Porto em fazê-la circular em triangulações às vezes incompreensíveis e desnecessárias em ritmo muito lento.
Terceiro, (eu não conheço as razões nem sou especialista na matéria), pareceu-me tardia intervenção de Lopetegui em alterar o meio campo da nossa equipa, substituindo Rúben Neves que se mostrava inadaptado ao tipo de jogo do adversário, por Evandro, cuja entrada se fez reflectir desde lodo na melhoria do jogo colectivo.
Quarto, a manutenção em campo de um Brahimi nitidamente esgotado e a incrível decisão de Julen Lopetegui em fazer entrar Aboubakar, aos 89' (!!!) da partida.
Apesar de todas as inconguências apontadas, o FC do Porto foi a claramente a melhor equipa em Guimarães, depois dos trinta primeiros minutos de jogo incaracterístico, até final do encontro.
Não pensem que não vou falar do Baptista, o artista. Se não formos nós, os portistas a fazê-lo, ninguém mais o fará por nós.
Então: nada a dizer sobre a existência das faltas que levaram a assinalar as duas grandes penalidades, embora a que foi marcada ao FC do Porto tivesse sido da responsabilidade do seu auxiliar. Ficaram algumas dúvidas. Cerca dos 30' de jogo, Brahim entra na área com a bola à sua frente sendo desequilibrado no seu movimento por um puxão no braço de um defesa vimaranense; podia ter-se deixado cair mas rematou à figura de Douglas. Não há lei da vantagem nestas condições e o penalti foi escamoteado a Brahimi. Pouco depois do início da segunda parte, o árbitro auxiliar do lado contrário corta, por fora de jogo a Brahimi, uma jogada em que estaria em conduções de se isolar para a baliza, tendo ele recebido a bola uns bons dois metros atrás da defesa vitoriana. E, aos 72, o mesmo bandeirinha, sinalizou um fora de jogo, ainda a Brahimi, que rematou a fez um golo que seria o 1-2, tendo ele partido em situação legal. Está, claramente demonstrado, tudo isto, nas imagens da transmissão da SporTV. Não foram, porém, apenas estes os lances em que a equipa de Paulo Baptista prejudicou o FC do Porto.
Independentemente do que jogaram as equipas o que conta é o resultado final e este poderia ter sido favorável aos Dragões com um pouco mais de empenho e asserto. Quem vai para jogos como o desta tarde em Guimarâes, tem que estar preparado para tudo: conhecer bem o adversário a enfrentar, as suas armas mais fortes e as arbitrariedades da equipa de arbitragem.
Reconhecendo que esperava mais nesta partido do FC do Porto, também não fiquei demasiado desiludido com o que a equipa produziu. Estando em formação, já mostra o que poderá vir a fazer com a realização de jogos de competição. Não estou apreensivo quanto ao futuro porque é notória a sua ascensão nos movimentos colectivos, a que falta incutir mais velocidade e a redução no número de passes para levar a bola mais depressa à frente de ataque. Lá chegaremos.
Brahimi, enquanto teve forças, superou os vitorianos na genica e na técnica. Fiquei bem impressinado com José Angel, bem mais do que na estreia. Gostaria de saber a explicação que Jackson tem para estar naquele local e a sua imprevidência em cometer a falta que deu origem ao penalti do empate final.
I LIGA
Estádio Cidade de Guimarães
4ª Jornada
2014/2015
Victória SC, 1 - FC DO PORTO, 1
(Ao intervalo: 0-0)
GOLOS: FCP: aos 61', Jackson Martínez, (P);
VSC " 69', Cafú (P).
FC do Porto alinhou: Fabiano, Danilo, Maicon, Martins Indi, José Angel, Rúben Neves (aos 54', Evandro),Casimiro, Herrera (aos 89', Aboubakar), Brahim, Jackson Martínez e Juan Quintero (aos 63', Tello).
Juiz de campo: Paulo Baptista, Portalegre.
Vários factores contribuiram para que o FC do Porto deixasse dois pontos em Guimarães. Um, tem que ver com a excelente réplica do Vitória, principalmente na primeira meia hora de jogo em que a nossa equipa não conseguiu interpretar o futebol dos vimaranenses, os quais baralharam o jogo sobretudo no miolo, raramente consentindo a posse de bola aos jogadores portistas.
Dois, a garra com que os locais se entregaram ao jogo e como atacavam a bola a contrastar com a tentativa dos jogadores do FC do Porto em fazê-la circular em triangulações às vezes incompreensíveis e desnecessárias em ritmo muito lento.
Terceiro, (eu não conheço as razões nem sou especialista na matéria), pareceu-me tardia intervenção de Lopetegui em alterar o meio campo da nossa equipa, substituindo Rúben Neves que se mostrava inadaptado ao tipo de jogo do adversário, por Evandro, cuja entrada se fez reflectir desde lodo na melhoria do jogo colectivo.
Quarto, a manutenção em campo de um Brahimi nitidamente esgotado e a incrível decisão de Julen Lopetegui em fazer entrar Aboubakar, aos 89' (!!!) da partida.
Apesar de todas as inconguências apontadas, o FC do Porto foi a claramente a melhor equipa em Guimarães, depois dos trinta primeiros minutos de jogo incaracterístico, até final do encontro.
Não pensem que não vou falar do Baptista, o artista. Se não formos nós, os portistas a fazê-lo, ninguém mais o fará por nós.
Então: nada a dizer sobre a existência das faltas que levaram a assinalar as duas grandes penalidades, embora a que foi marcada ao FC do Porto tivesse sido da responsabilidade do seu auxiliar. Ficaram algumas dúvidas. Cerca dos 30' de jogo, Brahim entra na área com a bola à sua frente sendo desequilibrado no seu movimento por um puxão no braço de um defesa vimaranense; podia ter-se deixado cair mas rematou à figura de Douglas. Não há lei da vantagem nestas condições e o penalti foi escamoteado a Brahimi. Pouco depois do início da segunda parte, o árbitro auxiliar do lado contrário corta, por fora de jogo a Brahimi, uma jogada em que estaria em conduções de se isolar para a baliza, tendo ele recebido a bola uns bons dois metros atrás da defesa vitoriana. E, aos 72, o mesmo bandeirinha, sinalizou um fora de jogo, ainda a Brahimi, que rematou a fez um golo que seria o 1-2, tendo ele partido em situação legal. Está, claramente demonstrado, tudo isto, nas imagens da transmissão da SporTV. Não foram, porém, apenas estes os lances em que a equipa de Paulo Baptista prejudicou o FC do Porto.
Independentemente do que jogaram as equipas o que conta é o resultado final e este poderia ter sido favorável aos Dragões com um pouco mais de empenho e asserto. Quem vai para jogos como o desta tarde em Guimarâes, tem que estar preparado para tudo: conhecer bem o adversário a enfrentar, as suas armas mais fortes e as arbitrariedades da equipa de arbitragem.
Reconhecendo que esperava mais nesta partido do FC do Porto, também não fiquei demasiado desiludido com o que a equipa produziu. Estando em formação, já mostra o que poderá vir a fazer com a realização de jogos de competição. Não estou apreensivo quanto ao futuro porque é notória a sua ascensão nos movimentos colectivos, a que falta incutir mais velocidade e a redução no número de passes para levar a bola mais depressa à frente de ataque. Lá chegaremos.
Brahimi, enquanto teve forças, superou os vitorianos na genica e na técnica. Fiquei bem impressinado com José Angel, bem mais do que na estreia. Gostaria de saber a explicação que Jackson tem para estar naquele local e a sua imprevidência em cometer a falta que deu origem ao penalti do empate final.
sábado, setembro 13, 2014
RECOMEÇO DAS OPERAÇÕES AO NÍVEL DAS PROVAS QUE MAIS INTERESSAM AO FC DO PORTO.
(Foto Maisfutebol)
Acabou o leilão mais importante da época do mercado de jogadores de futebol, terminou a fase preparatória e a primeira jornada de apuramento das selecções para o europeu de 2016 e, consequentemente a desmobilização dos atletas convocados para a representação do país a que pertencem (a nossa equipa teve o envolvimento de onze dos seus profissionais), com alguns do FC do Porto a chegar ao Olival de longas viagens há apenas dois dias, voltámos ao que na realidade mais nos interessa que são as provas em que a nossa equipa está envolvida.
A jornada principiou ontem à noite em Setúbal, onde a passadeira vermelha para receber o campeão nacional em título não esteve a cargo do Vitória mas do sr. Capela, um profissional no ofício de facilitar a vida a quem por ventura menos precisaria já porque até um jogador da equipa de Setúbal obsequiou com uma bela assistência um tal Talisca em plena zona do penalti para o ajudar ao hat-trik e dar oportunidade à capa bombástica dos jornais "da família" ! Por isso, o golo mal anulado ao Victórrrrria, que colocaria de novo a equipa pobre em paridade com a equipa rica favorecida, valeria tanto como o claro penalti perdoado ao previsto vencedor já com a goleada a camino da manita. A vida fácil dos poderosos, segundo o código dos cobardes.
Nada de novo, pois, para o lado de moscovo.
Esta tarde tinha interesse em ver o Athletic de Bilbao, logo num derby contra o Barcelona, de Messi e meio Neymar (só entraria na segunda parte para marcar os dois golos da vitória da equipa colé). Confirmaram-se as minhas convicções quanto ao valor dos bascos que justificaram o meu regozijo por não terem sido nossos adversários para apuraramento no aceso a CL e a certeza de que a sorte não nos bafejou ao tê-los, agora, na fase de grupo daquela competição maior. Vão dar trabalho, ai vão, vão, pois lutam e jogam até à exaustão.
Há pouco terminou em Moreira de Cónegos o jogo entre o Moreirense e o Rio Ave com um empate a uma bola; não vi tempo de jogo suficiente para avaliar a justiça do resultado, embora nos últimos dez minutos os locais tivessem andado perto de vencer a partida.
Amanhã, vamos nós jogar ao berço da nacionalidade e se a distância a percorrer é pequena e boa a estrada, a verdade verdadinha é que temos de fazer muito pela vidinha para podermos regressar com a ficha limpinha. Seguro (nada tem a ver com a política), é que este Vitória, do Vitória (Rui), nada tem a ver com o Vitória do Capela de Jesus de ontem à noite, até porque o jogo vai decorrer à luz do dia e o roubos de igreja são, estatísticamente, mais praticados em antros escuros sob a Luz artificial que cega os anjos sem asas, isto é, os puti (não os filhos da....). Os vimaranenses ainda não perderam nem sofreram qualquer golo, jogam bola p'ra caraças (tiveram a sorte de Bento não ter visto nenhum que lhe servisse para a sua selecção), lideram com nove pontos a tabela classificativa e julgam-se prontos a fazer a vida negra aos Lopetegui, que eu nem sei se é católico e vai antes do jogo à igreja da Penha rogar o benefício de uma graça em prejuízo dos vitoriosos da batalha de S. Mamede, onde o Henrique bateu a mãe Teresa.
E fico-me por aqui. Está prestes a iniciar-se mais um dos derby em que o Mar da Palha é fértil, porque tudo que em Lisboa acontece é grande e Portugal, só de saber, logo estremece!
segunda-feira, setembro 08, 2014
AGORA, HÁ QUE LEVANTAR A CABEÇA ANTES QUE DESAPAREÇA!
PARA A HISTÓRIA DA SELECÇÃO de paulo bento.
Estádio Municipal de Aveiro
Apuramento para o Europeu 2016
Jogo inaugural do grupo de Portugal
2014.09.07
PORTUGAL, 0 - A L B Â N I A , 1
GOLO DA ALBÂNIA: Balaj 52', na conclusão de uma excelente jogada de ataque.
Portugal: Rui Patrício; João Pereira, Pepe, Ricardo Costa e Fábio Coentrão; William Carvalho, João Moutinho e André Gomes; Vieirinha, Éder e Nani.
Jogaram ainda: Cavaleiro, Veloso e
(Maisfutebol)
Vá lá, um sorrisozinho. Estão a ser filmados.
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