Liga Zon Sagres
Estádio dos Barreiros, Funchal
Marítimo, 0 - FUTEBOL CLUBE DO PORTO, 2
Golos de HULK, aos 15' e 88', na transformação de grandes penalidades resultantes de uma mão na bola bem visível e de derrube a Djalma numa jogada que poderia dar golo, respectivamente.
Pedro Martins, o treinador do Marítimo, deve ter perdido mais do que os três pontos em jogo, pelo que se pode depreender das declarações proferidas no flash interviw, afirmando ter sido pela acção do árbitro Paulo Baptista que a sua equipa saiu derrotada neste jogo. Comparando estas com as declarações produzidas há oito dias atrás quando foi goleado em Lisboa por 4-1, pelo clube da Dona Victória, numa demonstração de falta de brio profissional e de estranha subserviência a antigos amores, ficam clarificados comportamentos que, esses sim, não são controlados como deviam...
Quanto ao jogo que decorreu no relvado a vitória do Futebol Clube do Porto foi limpa e merecida. Desde o seu início até ao apito final, os Dragões tiveram sempre o jogo controlado, actuando com muita tranquilidade e dominando em todos os pormenores do jogo, não permitindo que os jogadores da casa andassem por perto da baliza de Helton, que, apenas por uma vez foi obrigado a mostrar o seu valor. Salvo uma curta fase do jogo perto dos 80' onde se viu o Marítimo a jogar os últimos cartuchos para chegar ao empate, a convicção de que o FC Porto iria sair dali com os três pontos nunca estremeceu.
HULK, de novo imparável, até as faltas que lhe fizeram não bastaram para o travar. Na defesa Maicon voltou a sobressair, mas tanto Alex Sandro como Otamendi e Sapunaru, estiveram à altura. Lucho (que perdida aos 85',!), Fernando e Moutinho, acerto e trabalho a rodos; James Rodriguez, completou o harmónio do meio campo, entrando na valsa com facilidade. Varela e Djalma, dentro do que se poderia esperar, com o angolano a chegar, talvez, um pouco tarde ao jogo.
Mais um ponto e aí virá o título.