segunda-feira, maio 14, 2018

REGRESSO DO CAMPEÃO AOS ALIADOS PELO NOSSO CANAL

 O campeão voltou aos Aliados, pelo (nosso) PORTO CANAL. Foi bonita a festa, pá!

       250 000 nos Aliados. Milhões em todos os lados!!!

FUTEBOL CLUBE DO PORTO, SEMPRE!


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por: Remígio Costa 

domingo, maio 13, 2018

VINDIMA ATÉ AO ÚLTIMO BAGO DA COLHEITA VINTAGE.




Liga NOS
34ª (última) jornada 
Estádio D. Afonso Henriques, Guimarães
TV - Hora: 16:00
Tempo: sol
Relvado: bom
Assistência: +20000 
2018.05.12 (sábado)




            Vitória SC, 0 - FC DO PORTO, 1 
                                      (ao intervalo: 0-0) 

VSC alinhou com: Miguel Silva, Sacko, João Afonso, Jubal, Konam, Rafael Miranda, Wakaso, Matheus Oliveira, aos 80' Esterpinhan, Rafael Martis, Heldon e Raphinha, aos 74' Sturgeon.
Equipamento: camisola branca e calção preto
Treinador: José Peseiro

FCP alinhou com: Vaná, aos 79' Fabiano, Maxi Pereira, Felipe, Iván Marcano, Alex Telles, Óliver Torres, Hèctor Herrera (C), Jesùs Corona, aos 72' André André, Yacine Brahimi, Gonçalo Paciência, aos 53' Tiquinho Soares e Moussa Marega. Não utilizados: Sérgio Oliveira, Vincent Aboubakar e Hernâni.
Equipamento: alternativo de cor laranja
Treinador: Sérgio Conceição.

Árbitro: João Capela (Lisboa) VAR: Vasco Santos (Porto)

GOLO E MARCADOR: Alex Telles na ala esquerda executa um livre direto para área, com a bola a chegar à marca de grande penalidade onde IVÀN MARCANO aparece a bater de cabeça ao ângulo superior da baliza sem hipótese para Miguel Silva. Iam decorridos 69' de jogo.

         Partida jogada em ritmo pouco intenso, com  o Futebol Clube do Porto a controlar um Vitória que procurou chegar ao golo explorando uma eventual desatenção da defesa portista, o que viria a conseguir ainda na primeira parte quando Rafael Martins apareceu isolado frente a Vaná, mas perante a saída do guarda redes estreante portista no campeonato rematou ao lado. Do lado do FC do Porto e ainda no primeiro tempo, foi Gonçalo Paciência quem mais se esforçou por marcar mas, por duas vezes, as tentativas esbarraram nas pernas dos adversários ou a bola passou ao lado da baliza.

         No período complementar o campeão nacional chegou mais vezes à área vitoriana, e entre algumas jogadas criadas com perigo acabou por chegar ao golo que viria a fazer o resultado da partida e a dar o justo e último triunfo da prova bem como os três pontos que faltavam para igualar os oitenta e oito do  recorde da competição. 


        Vaná, reforço de inverno vindo do Feirense, titula, e Fabiano recuperado de prolongada lesão que o substituiu a poucos minutos do fim, completaram o número dos trinta campeões do plantel.


        Tal foi a normalidade da partida que o árbitro foi uma mera formalidade. Sendo assim, até o sacristão de uma pequena capela a satisfaria.





Imagens do PORTO CANAL
Remígio Costa

segunda-feira, maio 07, 2018

O CAMPEÃO VOLTOU.

Liga NOS
32ª jornada
Estádio do Dragão, Porto 
Sportv - Hora: 20:15 
Estado do tempo: bom
Relvado: bom 
Assistência: esgotado(+50000)
Domingo, 2018.05.06

FC DO PORTO (CAMPEÃO), 2 - CD FEIRENSE, 
                                       (ao intervalo: 0-0) 

FC DO PORTO alinhou com os seguintes campeões: Iker Casillas, Ricardo Pereira, Diego Reyes, aos 70' Óliver Torres, Iván Marcano, Alex Telles, Sérgio Oliveira, Hèctor Herrera (C), Otávio, na 2ª parte Hernâni, Yacine Brahimi, Moussa Marega e Tiquinho Soares, aos 56´Vincent Aboubakar. Não entraram: Vanã (gr), Maxi Pereira, Jesùs Corona e Gonçalo Paciência.
Equipamento: oficial tradicional
Treinador: Sérgio Conceição

CD Feirense alinhou com: Caio, Diga, aos 90'+2' Valência, Flávio Ramos, Briseño, Kakuba, Cris, Tiago Silva, Edison Farias, , aos 50' Hugo Seco, Crivallaro e Luís Machado, aos 81' Caramanos.
Equipamento: alternativo com camisola branca e calção azul
Treinador: Nuno Manta Santos

Árbitro: Luís Godinho. VAR: Manuel Oliveira. 4º árbitro: Hugo Esteves

GOLOS E MARCADORES: 1-0 aos 37' por SÉRGIO OLIVEIRA na sequência de jogada pela direita de Ricardo Pereira concluída com centro para o interior da área, com a bola a chegar ao marcador e este bater forte de pé direito a bater Caio; 2-0 aos aos 69' por YACINE BRAHIMI num lance de futebol de grande espetáculo e magia africana ocorrido dentro da pequena área e espaço restrito, numa combinação magistral e improvável em que colaborou Vincent Aboubakar; 2-1 aos 90'+2' por Valência (?), a concluir de cabeça, sem marcação, dentro da área.

O árbitro Luís Godinho não complicou o que não era para complicar dada a normalidade que pautou o comportamento dos jogadores. Emendou (bem) a decisão errada de assinalar penalti sobre Ricardo Pereira, apesar de ter recorrido ao VAR.

    Não se confirmaram os receios de que os CAMPEÕES viessem a acusar negativamente os efeitos da noite atípica que passaram no hotel onde estagiaram e iniciaram os festejos pela conquista do 28º título da História do Futebol Clube do Porto, tendo encarando o jogo com total seriedade, responsabilidade e disponibilidade, perante o entusiasmo, apoio e agrado de um estádio repleto de cor e fervor clubista.

   O triunfo nesta última partida no Dragão da época memorável de 2017/2018, é inquestionável pela superioridade exercida em todo o tempo de jogo, alcançado sobre uma equipa que praticou futebol honesto, bem pensado e executado, tudo fazendo para discutir o resultado com desportivismo e lealdade até ao último fôlego. Treinadores como Manta Santos têm lugar no primeiro escalão do futebol.

   "Foi bonita a festa, pá". Ninguém a mereceu tanto como o Futebol Clube do Porto. Nenhuma outra equipa poderia festejar este ambicionado título tão limpo e com justiça. Foi o triunfo da verdade sobre a mentira, o desfecho único "contra tudo e contra todos". O Futebol Clube do Porto somou o maior número de pontos nos estádios, marcou mais golos e sofreu menos. Não perdeu contra qualquer um dos putativos candidatos ao título. Não somou um ponto que fosse ganho ilicitamente.

   Teve que enfrentar e derrotar um rival desleal à solta, a "fazer coisas por outro lado" apadrinhado pelo governo da nação, por primeiros ministros eleitos pelo povo e por 1.ºs ministros sombra ilegais, IPDJs, laboratórios de análises, "padres" e "toupeiras", gralhas, e as benesses do grosso da falange dos meios de (des) informação, de jornalismo capturado, parcial e persecutório, e louvaminhas fósseis, peças de museu. E de provar à UEFA que cumpre com rigor as imposições que lhe são prescritas.

   O presidente Jorge Nuno de Lima Pinto da Costa, o mais laureado do mundo, o treinador Sérgio Conceição e a sua equipa técnica, e os vinte e oito jogadores que formam o plantel, são os grande obreiros da tremenda tarefa de restituir ao Futebol Clube do Porto a grandeza do seu prestígio.
    
    Mérito igual para os seguidores fiéis no apoio presencial dentro e fora de portas, em especial para as corajosas claques legalizadas.

    A grande vitória do Dragão sobre o "polvo" salva da desonra o futebol português. Nada será igual a partir daqui. Algo irá mudar, está a mudar. 


   "O melhor está para vir".

   O CAMPEÃO já VOLTOU!


   

segunda-feira, abril 30, 2018

FALTA UM PONTO AO PONTO FINAL



 
Liga NOS
32ª jornada
Estádio dos Barreiros, Funchal
Sportv - Hora: 18:00
Tempo: bom
Relvado: bom
Assistência: + de 10000 espectadores
2018.04.29

                  Marítimo, 0 - FC DO PORTO, 1
                                         (ao intervalo: 0-0)

Marítimo alinhou com: Amir, Bebeto, Zainaline, Pablo, Ruben Ferreira, Gamboa, Jean Cléber, aos 94' Charles, Fabrício, Jorge Correia, aos 72' Chazaryan,  Joel, Ricardo Valente. aos 12' Edgar Costa.
Equipamento: oficial tradicional
Treinador: Daniel Ramos



FCPorto alinhou com: Iker Casillas, Ricardo Pereira, Felipe, Iván Marcano, Alex Telles, Otávio, aos 59' Jesùs Corona, Sérgio Oliveira, aos 71' Óliver Torres, Hèctor Herrera (C), Yacine Brahimi, aos 92' Gonçalo Paciência, Moussa Marega e Tiquinho Soares. Suplentes não utilizados: Vaná, Maxi Pereira, Diego Reyes e Hernâni.
Equipamento: oficial tradicional
Treinador: Sérgio Conceição




Árbitro: Carlos Xistra (Castelo Branco): VAR: António Nobre

GOLO E MARCADOR: 0-1 aos 89'  por MOUSSA MAREGA, no cento da pequena área, elevando-se bem acima do defesa do Marítimo que o marcava, batendo a bola de cabeça, de cima para baixo, fora do alcance de Charles, o qual tinha substituído Amir, expulso aos 40', por ter derrubado Tiquinho Soares quando este, depois de ultrapassar o último defesa se aprestava para ficar isolado frente à baliza deserta, na sequência de livre de canto apontado à esquerda por Alex Telles de modo exemplar.

       Foi uma vitória a todos os títulos justificada obtida com uma exibição de grande mérito frente a um adversário que terá sido a melhor equipa e a mais difícil de vencer até agora pelo Futebol Clube do Porto no campeonato. Sem que se vislumbrassem sinais de ansiedade ou de anormal pressão face à importância que o resultado desta partida continha para a definição da candidatura ao título da prova, a equipa do Porto labutou com persistência, convicção e arte, alcançando  uma  vitória limpa, incontestável quanto ao mérito e fair play do conquistador concretizada num golo demorado, mas merecido e na hora certa. A equipa da Madeira, a jogar há mais tempo com a impetuosidade que os seus atletas usaram nesta partida, e pela excelente organização evidenciada, estaria neste momento entre as equipas que lutam por um lugar no pódio. 

      O FC do Porto foi na partida a equipa quem mais jogou ao ataque e maior número de lances criou com grandes probabilidades de terminarem em golo, alguns dos quais ainda no dealbar da partida. Se no primeiro tempo e enquanto esteve na baliza o excelente Samir foi forçado a resolver momentos difíceis, no período complementar, Charles, que o substituiu não sofreu menos, sendo que  na baliza oposta, apenas por uma vez e para recolher uma bola alta sem qualquer perigo, Iker Casillas usou as mãos.

      Numa apreciação global do desempenho dos portistas, a defesa foi um bloco intransponível; o setor intermédio teve ação preponderante na barragem às tentativas de saída para o ataque dos locais e na recuperação da bola para abastecer os operadores atacantes, contando, frequentemente, com o reforço e solidariedade dos elementos das alas: na frente, as constantes movimentações e o número de jogadores envolvidos em lances à entrada e dentro da área do Marítimo não davam tempo para os seus defensores respirarem. Fossem convertidos metade dos lances em que Yassine Brahimi, Toquinho Soares e Moussa Marega não obtiveram êxito e o resultado teria sido muito mais penalizador para os madeirenses.

     Xistra sempre foi um árbitro medíocre e já não vai a tempo de subir a nota. Hesitou nas duas decisões mais difíceis (ou não...) de julgar, tendo sido o colega do vídeo-árbitro que o incitou a fazer o que a ele competia, quer na expulsão do guarda-redes Amir, aos 40', como na do colega que impediu Gonçalo Paciência de levar a bola até à baliza sem oposição já depois dos 90'. De tão frequentes, estas arbitrariedades já não surpreendem ninguém no Futebol Clube do Porto. Foi assim e pior, em muitos outros confrontos da época que, para desgosto de muitos, não conseguiram impedir que a EQUIPA tenha chegado ao lugar onde, com exclusivo mérito e contra tudo e todos, agora está.











      

      


      

      
       

      

       

      

terça-feira, abril 24, 2018

ABRIR A MAREGAR, FECHAR A ALEXTELAR






 (Foto O Jogo online)

Liga NOS
31ª jornada
Estádio do Dragão, Porto
Sportv1 - Hora:  20:00
Tempo: M. Bom (21º)
Relvado: muito bom
Assistência: 45 311 
2018.04.23

   FC DO PORTO, 5 - Vitória FC, Setúbal, 1
                                      (ao intervalo: 4-1) 

FCP alinhou com: Iker Casillas, Ricardo Pereira, aos 73' Maxi Pereira, Felipe, Iván Marcano, Alex Telles, Hèctor Herrera (C), Sérgio Oliveira, Jesùs Corona, Yacine Brahimi, Moussa Marega, aos 63' Óliver Torres e Tiquinho Soares, aos 75' Gonçalo Paciência. Suplentes não utilizados: Vanã, Paulino, Hernâni, e Diego Reyes. 
Equipamento: oficial tradicional
Treinador: Sérgio Conceição

Vitória FC, Setúbal alinho com: Cristiano, Patrik, Nuno Reis, Yohan Tavares, Vasco Fernandes, José Semedo, aos 27' André Pedrosa, Nené Bonilha, Costinha, João Amaral, aos 64' Yanik Djaló, Wellyson e Edinho, aos 77' Arnold. 
Equipamento: alternativo de cor cinzenta.
Treinador: José Couceiro

Árbitro: João Pinheiro (Braga). 4º árbitro: André Neto. VAR: Rui Costa. Auxiliar de VAR, João Bessa Silva.

GOLOS E MARCADORES: 1-0 aos 6', por MOUSSA MAREGA na conclusão de jogada iniciada por Yacine Brahimi com assistência para Alex Telles, que cruza para a área onde Tiquinho Soares ganha a bola em disputa com um defesa do Setúbal e remata de cabeça contra Cristiano, que defende para a frente, aparecendo rápido MM a emendar para a baliza. 2-0 aos 13' por IVÁN MARCANO, na sequência de canto à direita marcado por Alex Telles, com remate de cabeça de Felipe que Cristiano afasta para a frente com os punhos e o defesa central do Porto, de costas e em gesto de bicicleta atira para dentro da baliza; 3-0 aos 18' por YACINE BRAHIMI, na finalização de jogada iniciada pela direita por Moussa Marega, a ultrapassar o marcador direto, a assistir para trás para a pequena área com o argelino a controlar, escolher o momento e a atirar com êxito: 4-1 aos 24' por JOÃO AMARAL, em remate dentro da área, em lance onde toda a defesa portista permitiu o desenvolvimento da jogada com muita passividade. 4-1 aos 35' por JESÙS CORONA, para Hugo Sanhez, no estádio, ver, em tabela-passe à primeira de Moussa Marega a lançar à direita Ricardo Pereira, este a servir para a área onde surge o ponta mexicano a rematar sem preparação forte e rasteiro. ALEX TELLES fecha aos 72'  a manita de 5-1,com uma execução perfeita de livre direto na boca da área, teleguiando a bola para o ângulo superior esquerdo da baliza setubalense.

    O resultado final traduz a superioridade do Dragão na partida, podendo os números ser, sem escândalo, mais elevados. Entrando forte e pressionante, o Futebol Clube do Porto desbaratou quaisquer veleidades da equipa da foz do Sado quanto à hipótese de causar nervosismo ou ansiedade nos locais. Em dezasseis minutos estava desvendado o desfecho da partida, e a expetativa dos mais de quarenta e cinco mil assistentes na bancada consistia no avolumar dos golos e na previsão quanto aos marcadores. 
    Com o resultado de 3-0 o FCP baixou por momentos a guarda, o Vitória FC recompôs o pelotão desbaratado e surpreendeu em contra golpe ao bater Iker. O Sérgio assobiou, o Porto arrebitou e o golo do mexicano Corona para o compatriota Hugo Sanches ver, agradou. A mim, também.

    Aos 43', a anedota da noite foi contada pelo pinheiro de viveiro: Yacine Brahimi, na ala esquerda do relvado, abriu a cartilha (salvo seja!) e ensaiou um número de prestidigitador; com a bola, em cima da linha lateral, atraiu um, dois, três, quatro predadores, driblou, rompeu, e apareceu à frente do tumulto a caminho da baliza. Prrrrrrriiiiiiiiiii, ouviu-se: era a rapaz do apito, que aflito, não achou bonito que o argelino tivesse resolvido sozinho tão gravoso delito. E tenho (por agora, sobre o moço da arquidiocese bracarense) dito.

   Nos 45'+2' do período complementar, foi maregar, maregar. Surfar, controlando a onda: quando ela levantava, lá estava, o Porto, acelerava; baixava, travava. E o Sérgio, na praia, observava e anotava. Chegou o Telles, abriu a mala, e arrumou a tralha. Bye, bye.

    O Senhor Jorge Nuno de Lima Pinto da Costa, o Presidente de clube de futebol mais titulado do Mundo (só há este que habitamos!) foi protagonista da noite no Dragão ao ouvir a saudação dos presentes, estava o jogo no minuto 36'. Boa, velho! Dá-lhes mais. Outros tantos. Não te apresses para te encontrares com Bella Gutman. Terás muito tempo para lhe agradecer...


    Mandar para o Dragão um pinheiro de viveiro é assumir risco (agudo) de incêndio. Para mais com um  vigilante que, por não ter que fazer, se não adormeceu, pareceu, pois nada relevante com ele mexeu. Deixem o rapaz crescer, pode ser que ganhe estatura correspondente à sua altura e tome consciência de que melhor madeira daria para obra do que pau-para-toda-a-obra. E sobra.




                        HUGO SANCHES, antigo futebolista mexicano assiste que fez furor no Real Madrid, está no Porto para entrevistar Hèctor Herrera e assistiu ao FC Porto-V. Setúbal, tendo falado ao Porto Canal no pre-match.

quinta-feira, abril 19, 2018

POSTE DECIDIU QUEM VAI AO JAMOR

 
 (Imagem O JOGO online)

Taça de Portugal
1/2 final - 2ª mão (1-0, no Dragão)
Estádio Alvalade XXI, Lisboa
Transmissão tv -Hora: 20:30
Tempo: bom
Relvado: bom
Assistência: estimada acima de 40000
Claques portistas: 2500 aprox.
2018.04.18 (4ª feira)


          Sporting CP, 1 - FC DO PORTO, 0 - Com prolongamento:5-4 em penaltis.
                                     (ao intervalo: 0-0)

SCP alinhou com: Rui Patrício, Piccini, aos 72 Ristowsky, Mathieu, Coates, Fábio Oentrão, aos 76' Montero, Gelson Martins, Brayn Ruiz, Accuña, Bruno Fernandes e Bas Dost, aos 105' Doumbia.
Equipamento: oficial tradicional
Treinador: Jorge Jesus

FCP alinhou com: Iker Casillas, Maxi Pereira, Felipe, Iván Marcano, Alex Telles, Hèctor Herrera (C), Otávio, aos 76' Sérgio Oliveira, Óliver Torres, aos 83' Diego Reyes, Ricardo Pereira, Yacine Brahimi e Toquinho Soares, aos 66' Vincent Aboubakar. Suplentes não utilizados: Vaná, Diogo Dalot, Jesús Corona e Moussa Marega.
Equipamento: camisola tradicional e calção e meias brancos.
Treinador: Sérgio Oliveira

Árbitro: Jorge Sousa, AF do Porto. VAR: Hugo Miguel

MARCADOR: 1-0 aos 85' por COATES, na sequência de pontapé de canto onde  Iván Marcano dentro da área bate deficientemente a bola ao encontro de Mathieu, o qual remata de primeira ao interior do poste seguindo a bola ao longo da linha de baliza onde entrou no lado contrário, sem possibilidade de defesa para Iker Casillas. Na marcação de pontapés de grande penalidade para decidir o finalista da Taça, Iván Marcano iniciou a série rematando contra o mesmo poste donde resultou o golo do triunfo leonino no período dos primeiros 90'; todos os penaltis a seguir foram convertidos por Bruno Fernandes, Bryan Ruiz, Mathieu, Coates e Montero, pelo Sporting, e Alex Telles, Felipe, Óliver Torres e Diego Reyes, pelo FC do Porto.

        O poste onde a bola batida por Mathieu fez o resultado do jogo, foi o mesmo onde esbarrou o forte pontapé de Iván Marcano que concedeu ao Sporting CP a oportunidade de chegar à final da Taça no estádio do Jamor, em Oeiras,  dado que nenhum outro jogador falhou a marcação.  Ao longo dos 120' que a partida teve, o Futebol Clube do Porto terá estado mais perto de chegar à final, sobretudo pelo que a equipa produziu nas duas partes do tempo normal, nos quais conseguiu manter invulnerável a estratégia que escolheu para controlar o adversário e preservar a vantagem obtida na primeira mão. Ao contrário do que era previsível dado o anunciado desgaste que o treinador do Sporting fez questão de admitir, foi o SCP quem mais foi subindo de rendimento, ainda que algo desordenado e avulso, à medida em que o tempo ia escasseando, ao contrário do FCP que foi baixando a intensidade da pressão ao adversário na sequência das sucessivas substituições permitidas. 

       Um lance ocorrido na grande área da equipa de Alvalade no minuto seguinte ao golo que empatou a eliminatória, na sequência de um livre apontado por Alex Telles, Felipe elevou-se e rematou de cabeça à barra, e no ressalto sucederam-se outros dois remates idênticos, o último de Diego Reyes, cuja bola, depois de bater por baixo do travessão da baliza e transpor a linha de branca, foi o golo invalidado por ter sido assinalado (bem) fora de jogo "centimétrico"  a Felipe pelo auxiliar do árbitro confirmado pelo VAR. No derradeiro  lance da partida foi Yassine Brahimi a ver gorada a oportunidade de empatar a partida ao rematar rente à barra.

      A exibição do Futebol Clube do Porto não terá sido a que seria expectável esperar depois do que antes os beligerantes tinham mostrado ser capazes de fazer. No cômputo final, a passagem do Sporting CP  não é de todo imerecida porquanto foi capaz de resistir à melhor organização do adversário em largos períodos do primeiro tempo, e superiorizar-se nos momentos cruciais e decisivos da partida.

      Individualmente, sobressaíram no desempenho no Futebol Clube do Porto, Maxi Pereira e Felipe, na defesa, o capitão Hèctor Herrera (quiçá a exibição mais conseguida da equipa), Ricardo Pereira e Tiquinho Soares. Dos que foram a jogo, deu nas vistas Vincent Aboubakar, pela negativa, sendo indisfarçável  o mau momento de forma que atravessa.

      Neste jogo, as decisões do árbitro da AF do Porto, Jorge Sousa, bem como as dos seus auxiliares e até do VAR, não tiveram influência direta no resultado se levarmos em linha de conta que Tiquinho Soares não foi rasteirado por Coates, aos 53' e em condições de fazer golo, lance que para mim não ficou, no momento. devidamente esclarecido, e que a bola no braço de Mathieu, evidente, terá sido acidental.