Sem perfil para treinador do FC do Porto
A informação social da corte alfacinha anda em polvorosa em busca de um treinador para o Futebol Clube do Porto, para a vaga deixada pela rescisão do contrato de Nuno Espírito Santo que abdicou do segundo ano da sua validade numa atitude nobre e invulgar. Um dos mais ativos canais de tv ao serviço do "clube dos regimes", o CMTV deu há tempos como certa a contratação de um tal Marco Silva, assalariado pelo colosso inglês Hull City confiado que o currículo valioso e a competência do famoso português da linha de Cascais, bastariam e sobrariam para evitar a despromoção. Contudo, e apesar da tanta categoria e prestígio, o Marco falhou. A ciência do treino e o desembaraço no tratamento da língua de Shakespear demonstrados nos curtos meses ao serviço do Hull não passaram despercebidos aos melhores clubes da "pátria do futebol" e o Marquinho terá assinado fabuloso contrato, não com um qualquer Arsenal, Manchester City ou United ou mísero Chelsea, mas pelo melhor do bairro de Wattford depois de ter sido "apontado ao FC Porto, nos últimos dias, tendo até rejeitado uma proposta dos dragões, segundo a imprensa nacional" , ( entenda-se, pelo "Lixo da Manhã", da imprensa capturada da corte subsidiodependente).
A imprensa alfacinha tem para mim a credibilidade de um árbitro português. E no que diz respeito à vida do Futebol Clube do Porto e ao que se passa na cabeça do seu Presidente Jorge Nuno Pinto da Costa -o mais vencedor da História do futebol mundial- ainda tem menos crédito do que o menos competente deles. Tudo o que divulgam e escrevem ou falam sobre o baluarte da "Invicta Cidade" está contaminado pelo baixo servilismo e comprometimento com um clube protegido desde sempre pelos regimes, num regabofe escandaloso de falsas notícias e de campanhas insidiosas orquestradas com vista a abater o único adversário capaz de lhes fazer frente.
A seu tempo o Futebol Clube do Porto irá encontrar o treinador que que melhor lhe convier. Provavelmente, nenhum dos que a informação social nomeou, e não seria de espantar que um possa vir a ser entre tantos os que tem sido anunciados.
Marco Silva não é, e isso me basta. Estou aliviado, como ficaria se fosse JJ. Ambos formados no ambiente da corte, desconhecedores do que é "ser Porto", do primeiro retenho na memória a atitude insultuosa, malcriada e antidesportiva tomada contra Paulo Fonseca e a equipa técnica no jogo no Estoril no seguimento da conversão de uma grande penalidade a punir mão de Otamendi fora da área mais de dos metros e cuja conversão deu o empate final a 2-2, e do Jorge J. a fulminante capitulação ajoelhada no Dragão no golo aos 90'+2' de Kelvin.
Treinadores há muitos, seus palermas.
Este cascol percorreu há trinta anos mais de quatro mil quilómetros preso ao vidro do automóvel que levou a Viena de Áustria cinco portistas, percorrendo estradas de sete países da Europa numa viagem de oito dias e sete horas e meia.
Vivemos acontecimentos impossíveis de traduzir por palavras ditas ou escritas. No decorrer do percurso de vida, há momentos que abalam a nossa sensibilidade e extrapolam de tal modo o nosso comportamento que nos elevam a impensáveis patamares de emoção e gozo espiritual.
Em 27 de maio de 1987, vivi em Viena de Áustria uma das sensação mais inebriantes que até hoje me aconteceram. No então denominado Estádio do Prater, o Futebol Clube do Porto sagrou-se campeão da Europa de futebol batendo espetacularmente a equipa bávara do poderoso Bayern de Munique, obtendo um triunfo e uma exibição que espantaram o mundo de futebol.
Rabath Madjer, sobredotado executante e mágico inspirado, criou e patenteou a sublime obra de arte do golo da esperança ao restabelecer a igualdade no marcador, e concebeu logo depois o magistral centro para Juary aparecer do nada para nos trazer a glória e o paraíso.
Vejo-o, agora, à minha frente de braços levantados num gesto de êxtase, logo abafado numa pirâmide de corpos agitados, loucos, furiosos, como predadores a consumar a morte da besta ferida.
No topo da bancada vermelha silenciosa e pasmada, os ponteiros do grande relógio suspenderam o ritmo normal, adormeceram como lesmas nojentas, a poucos minutos da entrada no céu. E, quando depois de gorado o pontapé do livre contra a barreira à frente do enorme Mlynarzik o árbitro sobrescreveu o veredicto, ficou consumada pela vez primeira a legitimidade da ostentação da coroa de louros do título de melhor equipa da Europa: FUTEBOL CLUBE DO PORTO!
Depois... depois não sei. Não fui eu, não fomos nós todos os portugueses que ocupávamos uma parte da bancada lateral, segurando a longa tarja com o slogan "HAVEMOS DE IR A VI(E)NA" com o desenho de pintor Salvador Vieira representado por um casal de bailarinos minhotos, na dança do vira. Abraços, choros, gritos, e palavras roucas, desbragadas, silêncios de recolhimento, gestos de afeto trocados com assistentes anónimos que quiseram solidarizar-se com a nossa emoção.
Sim, "Havemos de ir a Vi(e)na", voltaremos a Gelkirshen, iremos até outro qualquer ponto do planeta ou mesmo do espaço, levando connosco o amor sem condições ou medida do inigualável Clube triunfador FUTEBOL CLUBE DO PORTO.
Foto: doLethes
Remígio Costa
Liga I
34ª jornada (última)
Estádio Conselheiro Joaquim de Almeida Santos
Moreira de Cónegos
Sportv1 - Hora: 18:00
Assistência: 5 000 (aprox.)
Bom tempo
SC Moreirense, 3 - FC do PORTO, 1
(ao intervalo: 2-0)
FCP: José Sá, Maxi Pereira, Felipe, Iván Marcano, Alex Telles, Danilo Perera, Hèctor Herrera (C), na 2ª parte Jesùs Corona, André André, Otávio, na 2ª parte André Silva, Tiquinho Soares, aos 67' Rui Pedro e Yassine Brahimi.
Equipamento: alternativo azul-preto
Treinador: Nuno Espírito Santo.
Árbitro: Fábio Veríssimo (AF Leiria)
GOLOS: 1-0 aos 16' por Boateng na conclusão de um centro preciso para a entrada fulgurante do marcador rematar de cabeça. 2-0 aos 37' por Francisco Maciel que passou por Felipe com facilidade e rematou fora do alcance de José Sá; 2-1 aos 66' por Maxi Pereira, no melhor lance criado pela equipa em toda a partida, com a bola a ser jogada por Tiquinho Soares, J. Corona, André André, concluída por Maxi sobre a marca de penalti com um toque de arte a fazer um chapéu ao guarda redes local; 3-1 aos 83' por Alex, beneficiando de mais uma borla de Felipe, a isolar-se e a rematar fora de alcance de José Sá.
"Ó Senhor de Matosinhos
Ó Senhora da Boa Hora
Ensinai-nos o caminho
P'ra sair daqui p'ra fora"
.....................................
(Sem mais comentários....)
Remígio Costa
(Imagem O JOGO online) GALENO
O Futebol Clube do Porto B venceu hoje a equipa inglesa do Sunderland A.F.C. no Stadiun of Light, pela sensacional marca de 0-5, na final da Premier League International Cup, vencendo a prova na segunda final em que participou em três anos em que nela competiu e onde apenas sofreu um golo. Para além da relevância do triunfo obtido na própria casa do valoroso adversário, está a sensacional exibição da equipa de António Folha, designadamente no período inicial, e a expressão dos números alcançados no resultado só pode causar espanto a quem não assistiu ao sensacional show de bola da formação portuguesa.
Os golos foram apontados por Galeno aos 5' e aos 37', e aos 45'+2' por André Pereira, e aos 51' e 54' por Keymbée e Chidozie, respetivamente, todos resultantes de jogadas de grande espetacularidade e magnífica técnica individual. Keymbée que protagonizou quiçá a maior exibição individual de todos os intervenientes, viu aos 29' o guarda redes do Sunderland executar uma portentosa defesa a um pontapé de grande penalidade por ele apontada negando-lhe o golo.
Quer nas substituições quer no final do jogo, os 18 317 assistentes onde se encontrava uma representação da Casa do FC do Porto em Londres, que gastou sete horas no trajeto até Sunderland, perto de Newcasel, os atletas, a equipa e os técnicos receberam aplausos e festejaram o inédito triunfo do FC do Porto B, uma equipa feita para vencer que soma nos últimos dois anos um título de campeã da II Liga portuguesa e, agora, vencedora de uma importante prova internacional da sua categoria.
O FC do Porto B, alinhou com: Gudiño, Fernando Fonseca, Chidozie, Rui Moreira, Inácio, Omar Goveia, Francisco Ramos, Fede Varela, aos 64' F. Graça, Kayembe, aos 78' Verdasca, André Pereira, aos 89' Francisco Dias e Galeno.
Estupenda arbitragem do inglês P. Wrigth.
Liga I
33ª jornada
Estádio do Dragão, Porto
Sportv - 18:00 horas
Bom tempo. Excelente relvado
Espectadores: meia casa
2017.05.14
FC DO PORTO, 4 - CF Paços de Ferreira, 1
(ao intervalo: 2-1)
FCP: Iker Casillas, Maxi Pereira, Boly, Marcano, Alex Telles, Hèctor Herrera (C), André André, Otávio, Jesùs Corona, na 2ª parte Diogo J, Yassine Brahimi, aos 63' Danilo Pereira, e Tiquinho Soares, aos 63' André Silva.
Equipamento: oficial tradicional
Treinador: Nuno Espírito Santo
Árbitro: Artur Soares Dias, AF Porto.
MARCADOR: 0-1 aos 31', por Andrezinho, resultante de remate à boca da grande área, com a bola a fazer tabela num jogador do Paços a trair Iker Casillas lançado no sentido oposto; 1-1 aos 35', por Hèctor Herrera, que iniciou a jogada pelo corredor central, deu a bola a Jesùs Corona à sua direita, este executa um centro ao primeiro poste onde aparece Herrera a bater de cabeça em antecipação do ao guarde redes: 2-1 aos 39' por Yassine Brahimi, na conversão de uma grande penalidade por derrube a ele próprio. O guarda redes Mário Felgueiras lançou-se na direção do remate tocando ainda no esférico mas não o segurou. 3-1 aos 47' por Diogo J que entrou na segunda parte, no desenvolvimento de jogada iniciada com um lançamento longo de Maxi Pereira, a chegar a H. Herrera, e este de costas para a baliza contrário remeteu em arco para Jota, o qual entrando na área com a bola controlada rematou rasteiro para o golo. 4-1, aos 89' por André Silva, que entrou na partida para sair Tiquinho Soares, na conversão de uma segunda (!!!) grande penalidade por falta cometida sobre Diogo J, executada com remate forte e colocado.
DUAS GRANDES PENALIDADES, DUAS (!!!), num único jogo, a favor do Futebol Clube do Porto, se não é fenómeno milagroso que dá vista a cegos de nascença é, pelo menos, acontecimento de igual imprevisibilidade de que se revestiu o triunfo de Portugal no festival da canção europeia! E, para mais valorizar a graça obtida, o beneficiado Futebol Clube do Porto lutava para sair da situação de desvantagem em que o marcador se encontrava (0-1), e tendo logrado a transformação do primeiro castigo e virado a seu favor o sentido do jogo, pôde consumar a superioridade na partida e vencer folgadamente o complicado adversário. Se se fizer uma retrospetiva honesta e criteriosa de situações similares que aconteceram nesta fraude que foi a "liga salazar" da época de 2016/2017, quer nas participações do FC do Porto quer da equipa que o regime apadrinha, não deixará de reconhecer que tivesse havido igualdade de tratamento e verdade desportiva, a celebração do título legítimo estaria a ser feita a norte na Avenida dos Aliados.
Não terá sido fácil aos jogadores e à equipa técnica entrarem e jogar esta partida no Dragão contra o Paços de Ferreira. Sem objetivos ou metas a atingir de ambos os lados, estar no relvado para "cumprir calendário" é, sem dúvida, lamentável e frustrante. No entanto, a equipa do FC do Porto comportou-se com dignidade, reagiu, ferida, à desvantagem inicial, lutou pelo melhor resultado e obteve a vitória garantindo a invencibilidade nos jogos realizados esta época no Dragão. E venceu, justamente, sem favorecimento, por mérito próprio, sem controvérsias ou motivo de especulação.
Otávio, Boly, H. Herrera, André André, Danilo Pereira, e, destacadamente, André Silva, mantiveram o nível correspondente ao valor que possuem. Mas, Casillas, Maxi, Telles, Marcano, Corona, Brahimi, Diogo J, talvez menos esfuziantes nos seus desempenhos, empenharam-se em fazer o melhor. Tiquinho Soares aparentou algum desgaste.
O melhor árbitro português da atualidade, do Porto, Artur Soares Dias!? Talvez, talvez, talvez....
Remígio Costa
(O JOGO online)
Liga NOS
Estádio dos Barreiros, Funchal
32ª jornada
Sportv1 - Hora: 20:30
Bom tempo
Estado do relvado: bom
Espectadores: 10400
2017.05.06
SC Marítimo, 1 - FC do PORTO, 1
(ao intervalo: 0-1)
FCP: Iker Casillas, Fernando Fonseca, aos 84' Rui Pedro, Felipe, Iván Marcano, Alex Telles, Ruben Neves, aos 70' André Silva, Hèctor Herrera (C), André André, Otávio, aos 70' Jesùs Corona, Yassine Brahimi e Tiquinho Soares. Suplentes não utilizados: José Sá, Boly, Diogo J, Óliver Torres.
Equipamento: oficial tradicional.
Treinador: Nuno Espírito Santo
Árbitro: Jorge Sousa (AFP)
MARCADOR: 0-1 aos 28' por Otávio. Jogada iniciada por Yassine Brahimi, prosseguida por Hèctor Herrera que remata contra as pernas de um defesa do Marítimo, com a bola a sobrar para Otávio que remata para o golo; 1-1, aos 69' por Djoussé, num remate de cabeça de cima para baixo na sequência de pontapé de canto.
Jorge Sousa e os seus auxiliares, da AF do Porto, tiveram um prestação de excelente nível, honesta e profissional. Talvez a melhor de todas em jogos em que o FC do Porto participou. Pudesse dizer-se o mesmo de outras, com outros protagonistas e noutros estádios.
Mais relevante do que pretender explicar o indesejado empate ontem verificado no Funchal, que pode ter custado ao Futebol Clube do Porto o título de campeão, é realçar os antecedentes atropelos a que a equipa foi sujeita em muitos dos jogos antes realizados, que roubaram à equipa a possibilidades de estar a três jornadas do fim com uma vantagem confortável de pontos em relação ao adversário direto, e ultrapassar com sucesso a previsível difícil deslocação à Madeira,
Os erros que a equipa e os seus responsáveis tenham cometido, apenas dizem respeito ao Clube e as responsabilidades deverão ser assumidas consoante o grau das competências exercidas. Os fatores externos onde as arbitragens e os órgãos da estrutura desportiva do futebol jogaram por fora e condicionaram a ascensão do Futebol Clube do Porto nesta temporada, em favorecimento insolente e descaradamente impune do clube do regime, serão do foro das entidades públicas administrativas e judiciais que regem a Nação, que se diz democrática e igualitária.
Este, é o campeonato da vergonha, jogado mais fora do que dentro dos estádios, sem escrúpulos de toda a ordem, sob o patrocínio de uma comunicação social capturada, enleada nos tentáculos do polvo vermelho, capada e cobarde.
Na Liga Salazar só um destes lances é vermelho.
Liga NOS
31ª jornada
Estádio Manuel Branco Teixeira, Chaves
Sportv - Hora: 20:30
Bom tempo
Relvado. razoável
Espectadores: cerca de 6500
2017.04.29
GD de Chaves, 0 - FC DO PORTO, 2
(ao intervalo: 0-0)
FCP alinhou: Iker Casillas, Maxi Pereira, Felipe, Iván Marcano, Alex Telles, Ruben Neves, André André, , aos 81' Hèctor Herrera, Otávio, aos 76' João Carlos Teixeira, Jesùs Corona, aos 66' Óliver Torres, Tiquinho Soares e Diogo J.
Equipamento: oficial tradicional.
Treinador: Nuno Espírito Santo
Árbitro: Carlos Xistra (AF Castelo Branco)
GOLOS: 0-1aos 52' por Tiquinho Soares. Em jogada corrida, André André remata à entrada da área com bastante força na direção do guarda redes A. Filipe que a rechaça a bola para a frente onde estava solto Soares para a enviar para a baliza; 0-2 aps 72' por André André, numa saída rápida para o ataque da equipa portista, desmarcando-se a propósito solicitado por uma excelente abertura de Otávio, e dentro da área apertado por um defesa dos locais atirou rasteiro para o poste contrário.
A vitória do Futebol Clube do Porto no sempre difícil reduto flaviense é totalmente clara e justificada. Os portistas foram a equipa que mais e melhor fez para vencer nos 90'+4', tendo estado ao seu alcance um resultado ainda mais confortável.
Não vi que a equipa portista tivesse iniciado o jogo com a ansiedade e pressão que a exigência de uma vitória poderia causar. Contudo, estava à espera de um começo em velocidade mais alta com vista a mostrar determinação e capacidade para se adiantar no marcador.
Aos poucos, a movimentação dos jogadores e a circulação da bola foi aumentando e melhorando e os azuis e brancos assumiam o controle da partida obrigando o adversário a refugiar-se no seu meio campo e a recorrer à falta para travar o jogo, e a tentar chegar à frente em lançamentos longos para aproveitar alguma desatenção ou falhanço da sólida defesa à frente de Iker Casillas. Otávio aos 60' já tinha sido travado em falta sete vezes (!!), sendo clara a intenção de o afastar do jogo e eliminar o jogador que mais estava a influenciar o bom desempenho da equipa a par de André André infatigável na luta pela posse da bola.
Com o golo de Tiquinho Soares, o GD de Chaves mudou de atitude e intentou jogar taco a taco, o que levou ao abandono da defesa super reforçada com que jogara até ali e a ceder mais campo onde a criatividade e a categoria dos artistas dragões prevaleceram e impuseram o domínio total do jogo até ao fim, premiado com o golo do Melhor em Campo, André André.
Quando a defesa não sofre qualquer golo merece aplauso. Casillas não teve um único susto no decorrer de toda a partida, Felipe e Marcano dominaram com alguma facilidade as investidas dos avançados locais. Maxi e Telles também não passaram por grandes embaraços. No miolo, juntos pela primeira vez nesta época, André André mais subido na sua posição, Otávio a fazer de pivot e o capitão Ruben a pautar o conjunto com a precisão de maestro, davam a graça que o jogo passou a ter: não perderam, o português AA e o pequeno-enorme médio brasileiro, tantos passes como tinham errado no primeiro tempo e o nível das respetivas exibições subiu para nota de excelência. Corona pareceu ter jogado algo condicionado fisicamente, Soares mais limitado do que é costume no seu raio de ação; Diogo J esteve a bom nível. Dos que entraram na partida no decorrer dela, Óliver muito bem, tranquilo e preciso no passe; Herrera, participou no jogo com o à vontade de um experiente e João Carlos Teixeira com manifesta intenção de querer dar a conhecer as suas muitas qualidades técnicas.
Carlos Xistra tem a cartilha bem decorada e não perde a mínima oportunidade para mostrar que tem prazer em cumpri-la. Erra, vezes de mais, para quem anda há tanto tempo a soprar no apito, mas aponte-se um único em que o FC do Porto ficou favorecido na sua decisão mal ajuizada. Ninguém lhe pede que assinale o que não é infração, exige-se-lhe que sancione o que, claramente é, seja qual foi a camisola que o infrator use. São exemplos dos seus juízos no jogo em Chaves, a expulsão de Maxi Pereira no último minuto do tempo regular da partida com o vencedor decidido, dois lances faltosos ocorridos na área dos flavienses sobre atletas do Porto e cartões negados por entradas violentas dos locais. Mais do mesmo.
Continuámos na luta por nove pontos a ganhar.