Liga NOS
18ª jornada
Estádio do Dragão, Porto
2017.01.21 - 16:00 horas. tv1
Tempo seco e frio
Espectadores: 43 328
FC do PORTO, 4 - Rio Ave FC (Vila do Conde, 2
(ao intercalo: 1-1)
FCP: Iker Casillas, Miguel Layún, aos 56' Rui Pedro, Felipe, Iván Marcano, Alex Telles, Danilo Pereira, Hèctor Herrera (C). Óliver Torres, aos 81' João Carlos Teixeira, Jesùs Corona, na 2ª parte André André, Diogo J e André Silva.
Equipamento: oficial tradicional
Treinador: Nuno Espírito Santo.
Árbitro: Jorge Sousa (AFPorto)
GOLOS: aos 17' 1-0: livre direto apontado por Alex Telles para a marca do penalti com Felipe a elevar-se e a executar remate fulgurante com a cabeça; 1-1 aos 35' na sequência de uma tentativa de centro para a área que deu em remate a chegar perto do poste a surpreender Iker Casillas que não conseguiu mais do que sacudir a bola para a frente onde Guedes apareceu rápido a bater para o golo; aos 49' o Rio Ave adianta-se no marcador na conversão de pontapé de grande penalidade apontada por Roderik a enganar Iker Casillas, a punir falta inútil de Miguel Layún sobre o risco da grande área; aos 55' Iván Marcano antecipa-se e de cabeça restabelece o empate aproveitando livre direto marcado por Alex Telles; aos 62' Danilo Pereira, consegue fugir à marcação e, com remate de cabeça de cima para baixo conclui da melhor maneira novo livte direto apontado por Alex Telles, fazendo o 3-2; e aos 88' foi Rui Pedro que num voo à peixe conseguiu obter de cabeça o 4-2 final dando o melhor destino ao trabalho de Jo~so Carlos Teixeira e André Silva na assistência ao jovem marcador.
Num contexto favorável de disponibilidade pessoal esta era uma oportunidade excelente para estar no Dragão para quem, como eu, reside a cem quilómetros do Porto: dia de sábado, hora "antiga" adequada a qualquer idade (16:00h), perspetivas de um jogo interessante e vontade de apoiar a equipa do Futebol Clube do Porto na casa de futebol mais linda da Europa. Não tendo sido possível concretizar a intenção, foi agradável constatar que 43 325 estiveram nas bancadas do Dragão o que mostra a vitalidade clubista dos seguidores do melhor Clube de Portugal.
Não era expectável um jogo fácil para o FC do Porto e efetivamente esteve longe de o ser. O Rio Ave, agora comandado por Luís Castro, nosso ex-colaborador de grande competência profissional e postura irrepreensível, é um conjunto forte e bem organizado com pretensões a atingir lugares cimeiros da tabela classificativa que lhe permita disputar provas europeias. Tem vindo a protagonizar excelentes jogos, tendo confirmado nesta partida o momento alto que atravessa jogando taco a taco a atacar e a defender obrigando o FC do Porto a recorrer a todas as suas capacidades para obter o triunfo. Valeu na decisão do resultado a eficácia na conclusão de lances resultantes de livres e pontapés de canto, na sequência dos quais resultaram os quatro golos do triunfo portista, concluídos de cabeça e com cabeça.
Numa análise abrangente quanto ao que os dois conjuntos produziram o Rio Ave fez melhor jogo de equipa do que o seu adversário. Teve até mais tempo de bola ainda que isso pouco possa significar como o resultado acabou por confirmar. Nesta partida o Futebol Clube do Porto recorreu menos à contenção e posse fazendo um jogo mais direto por força da desvantagem no marcador que teve que superar e explorando a capacidade individual dos seus melhores elementos. Houve mais Rio Ave na primeira parte do que equipa de Nuno Espírito Santo. No início do período complementar entrou André André para substituir Jesùs Corona, por lesão. Coletivamente a equipa portista subiu de rendimento, mas o golo dos vilacondenses aos 49' a colocar o placard em 1-2 trouxe à memória cenários pouco otimistas. Valeu o restabelecimento do empate poucos minutos passados o que fez subir o ânimo e a pressão sobre o conjunto do professor Luís Castro e a viragem do resultado no golo de Danilo Pereira obtido em golpe de cabeça de cima para baixo ocorrido aos 62'. Pondo em causa a supremacia do fator casa o Rio Ave bateu-se até ao fim e só o golo do agitador sobredotado, Rui Pedro, pôs fim às ilusões dos visitantes.
Na apreciação individual dos portistas, Iker Casillas não sai incólume no primeiro golo do Rio Ave. Foi surpreendido pelo remate que pretendia ser centro e não foi lesto a retomar o posicionamento e a afastar a bola sem ser para a frente. Felipe e Iván Marcano ao nível a que nos vão habituando; dois golos sofridos de que não foram responsáveis não ensombram o bom desempenho e ambos marcaram, o que é relevante. Alex Telles foi o rei das assistências e apontou os livres sempre com grande índice técnico; a defender e a subir pela ala em velocidade e tempestivamente, cotou-se com um dos mais influentes atletas no triunfo final. Miguel Layún foi um problema para a equipa, tão desapontador foi o seu desempenho; não apareceu em boa forma, complicou lances, cometeu a falta desnecessária para o penalti e escapou à expulsão que parecia ir acontecer a qualquer momento. No meio campo Hèctor Herrera trabalhou muito e quase sempre bem, vive um bom momento de forma; Óliver Torres esteve ao seu nível, bom, e Danilo Pereira mostrou mais uma vez ser a grande figura atual da equipa, o pilar robusto que segura a estrutura do conjunto; joga sempre, "à Porto"! André André cumpriu no seu estilo de abelha obreira incansável e diligente, Jesùs Corona estava bem quando sentiu o esticão no músculo da perna. No ataque André Silva está a reconhecer melhor o seu espaço de ação e trabalha melhor dentro dele; Diogo J é uma ameaça constante para as defesas e combina cada vez melhor com os companheiros. Rui Pedro marcou mais uns pontos na ascensão da carreira brilhante que tem à sua frente.
Porque o lance vai ser invocado para tentar diluir a onda negra dos roubos de arbitragem de que o Futebol Clube do Porto tem sido lesado neste campeonato da mentira (e não tenho dúvidas de que continuará...), confirmo que na marcação do primeiro golo do jogo, Felipe estaria dois, talvez, dois milímetro e meio em posição irregular quando bateu de cabeça a bola, ainda que a mim o fram escolhido pela realização mostre uma posição "em linha" com a defesa contrária. E, se a lei ainda vigora, na incerteza o benefício é dado a quem ataca... Dúvida nenhuma alguém poderá levantar a três fora de jogo muito mal assinalados ao ataque portista (um no primeiro tempo e dois no segundo) estando os jogadores intervenientes nos lances a alguns metros do último elemento dos forasteiros. Quem arrisca dizer que nenhum dos lances resultaria em golo?
Remígio Costa
domingo, janeiro 22, 2017
segunda-feira, janeiro 16, 2017
VITÓRIA COM VALOR ACRESCENTADO.
Casillas volta a fazer história no FC Porto
Liga NOS
17ª jornada
Estádio do Dragão, Porto
18:00h - sportv
Tempo frio s/ chuva
2017.01.15
FC do PORTO, 3 - Moreirense, 0
(ao intervalo: 2-0)
FCP_ Iker Casillas, Maxi Pereira, Felipe, Iván Marcano, Alex Telles, Danilo Pereira, Hèctor Herrera (C) Óliver Torres, aos 68' André André, Jesùs Corona, aos 68' Kelvin, André Silva e Diogo J, aos 70' Rui Pedro.
Equipamento: oficial tradicional
Treinador: Nuno Espírito Santo
Árbitro: Fábio Veríssimo, AF Leiria.
GOLOS: 1-0 aos 30', por Óliver Torres, no seguimento de livre direto apontado por Alex Telles defendido pelo guarda redes com a bola a ficar na posse de Iván Marcano perto da bandeirola de canto, que a cede a Óliver Torres à entrada da área depois de se te livrado de um opositor, com o médio portista a rematar forte rasteiro e colocado fazer entrar a bola junto ao poste; 2-0 aos 42', por André Silva, coroando uma real jogada iniciada por Diogo J no primeiro terço do relvado, conduzindo a bola por entre vários opositores em dribles e fintas, cedendo-a perto da área contrária a Jesùs Corona para este concluir com remate forte defendido pelo guarda redes para o lado, onde André Silva em desequilíbrio remata de cabeça para o fundo da baliza. Grande mérito de Diogo J!; 3-0 aos 62', em remate de cabeça de Iván Marcano na emenda de pontapé de canto.
Os primeiros vinte e cinco minutos da equipa do Futebol Clube do Porto não decorreram de molde a entusiasmar as hostes portistas, insatisfeitos com a baixa intensidade do futebol praticado e a incapacidade em assumir claramente a esperada e exigida ascendência sobre o adversário tido como menos valioso. E se foi do FC do Porto a primeira investida à baliza do Moreirense, foi a equipa de Inácio que no 4' concluiu uma jogada bem delineada que Iker Casillas anulou com uma grande estirada ate perto do poste para deter um remate muito mal intencionado de um moreirense.
A supremacia do Dragão no jogo entretanto recuperada foi compensada com o golo de Óliver Torres mantendo-se durante o restante tempo da primeira parte e em todo o período complementar, não obstante a resistência oferecida pelo conjunto de Moreira de Cónegos, muito bem organizado e com alguns elementos de boa capacidade técnica e física. Valeu a ação e concentração da defesa da casa a travar as investidas do adversário e os excelentes desempenhos da linha média portista com Danilo Pereira, Hèctor Herrera e Óliver Torres a darem velocidade e assertividade no delineamento de jogadas de ataque, bem como a mobilidade e inspiração de Diogo J e André Silva, os quais só com recurso à falta era possível travá-los, resultando daí a expulsão de Francisco Geraldes aos 45' por ser castigado com duplo amarelo.
Com exceção do período já referido o Futebol Clube do Porto regressou às vitórias graças a uma boa exibição. Ao contrário do que se possa deduzir face à classificação neste momento, o Moreirense é uma equipa difícil de bater porque possui bons executantes e sabe o que fazer no relvado. Assim se compreende que o Futebol Clube do Porto deveria ter dado mais atenção ao seu adversário de ontem quando foi a Moreira de Cónegos lutar para manter-se na Taça da Liga...
A par de boa exibições individuais de atletas já conhecidos pela sua valia técnica, o Futebol Clube do Porto mostra melhorias na organização coletiva, podendo melhorar algo mais com os jogadores mais soltos e confiantes. Há ainda um reduzido aproveitamento das situações criadas perto da área adversária com remates desenquadrados com a baliza e um desaproveitamento obsceno dos pontapés de canto, que é difícil de aceitar ou compreender.
Não tem sido normal esta época, no que respeita aos encontros disputados pelo Futebol Clube do Porto, ter arbitragens como a de ontem protagonizada pelo leiriense Fábio Veríssimo. Pode ter sido um acaso ou, então, a descoberta de um caminho novo para a arbitragem portuguesa. Fosse o comportamento dos jogadores, o andamento do resultado ou a consciência de Fábio Veríssimo a par dos seus conhecimentos que quis demonstrar possuir, o que é facto é que NÃO HOUVE FACTOS! Milagre!? Esperemos pelos próximos episódios...
Remígio Costa
Liga NOS
17ª jornada
Estádio do Dragão, Porto
18:00h - sportv
Tempo frio s/ chuva
2017.01.15
FC do PORTO, 3 - Moreirense, 0
(ao intervalo: 2-0)
FCP_ Iker Casillas, Maxi Pereira, Felipe, Iván Marcano, Alex Telles, Danilo Pereira, Hèctor Herrera (C) Óliver Torres, aos 68' André André, Jesùs Corona, aos 68' Kelvin, André Silva e Diogo J, aos 70' Rui Pedro.
Equipamento: oficial tradicional
Treinador: Nuno Espírito Santo
Árbitro: Fábio Veríssimo, AF Leiria.
GOLOS: 1-0 aos 30', por Óliver Torres, no seguimento de livre direto apontado por Alex Telles defendido pelo guarda redes com a bola a ficar na posse de Iván Marcano perto da bandeirola de canto, que a cede a Óliver Torres à entrada da área depois de se te livrado de um opositor, com o médio portista a rematar forte rasteiro e colocado fazer entrar a bola junto ao poste; 2-0 aos 42', por André Silva, coroando uma real jogada iniciada por Diogo J no primeiro terço do relvado, conduzindo a bola por entre vários opositores em dribles e fintas, cedendo-a perto da área contrária a Jesùs Corona para este concluir com remate forte defendido pelo guarda redes para o lado, onde André Silva em desequilíbrio remata de cabeça para o fundo da baliza. Grande mérito de Diogo J!; 3-0 aos 62', em remate de cabeça de Iván Marcano na emenda de pontapé de canto.
Os primeiros vinte e cinco minutos da equipa do Futebol Clube do Porto não decorreram de molde a entusiasmar as hostes portistas, insatisfeitos com a baixa intensidade do futebol praticado e a incapacidade em assumir claramente a esperada e exigida ascendência sobre o adversário tido como menos valioso. E se foi do FC do Porto a primeira investida à baliza do Moreirense, foi a equipa de Inácio que no 4' concluiu uma jogada bem delineada que Iker Casillas anulou com uma grande estirada ate perto do poste para deter um remate muito mal intencionado de um moreirense.
A supremacia do Dragão no jogo entretanto recuperada foi compensada com o golo de Óliver Torres mantendo-se durante o restante tempo da primeira parte e em todo o período complementar, não obstante a resistência oferecida pelo conjunto de Moreira de Cónegos, muito bem organizado e com alguns elementos de boa capacidade técnica e física. Valeu a ação e concentração da defesa da casa a travar as investidas do adversário e os excelentes desempenhos da linha média portista com Danilo Pereira, Hèctor Herrera e Óliver Torres a darem velocidade e assertividade no delineamento de jogadas de ataque, bem como a mobilidade e inspiração de Diogo J e André Silva, os quais só com recurso à falta era possível travá-los, resultando daí a expulsão de Francisco Geraldes aos 45' por ser castigado com duplo amarelo.
Com exceção do período já referido o Futebol Clube do Porto regressou às vitórias graças a uma boa exibição. Ao contrário do que se possa deduzir face à classificação neste momento, o Moreirense é uma equipa difícil de bater porque possui bons executantes e sabe o que fazer no relvado. Assim se compreende que o Futebol Clube do Porto deveria ter dado mais atenção ao seu adversário de ontem quando foi a Moreira de Cónegos lutar para manter-se na Taça da Liga...
A par de boa exibições individuais de atletas já conhecidos pela sua valia técnica, o Futebol Clube do Porto mostra melhorias na organização coletiva, podendo melhorar algo mais com os jogadores mais soltos e confiantes. Há ainda um reduzido aproveitamento das situações criadas perto da área adversária com remates desenquadrados com a baliza e um desaproveitamento obsceno dos pontapés de canto, que é difícil de aceitar ou compreender.
Não tem sido normal esta época, no que respeita aos encontros disputados pelo Futebol Clube do Porto, ter arbitragens como a de ontem protagonizada pelo leiriense Fábio Veríssimo. Pode ter sido um acaso ou, então, a descoberta de um caminho novo para a arbitragem portuguesa. Fosse o comportamento dos jogadores, o andamento do resultado ou a consciência de Fábio Veríssimo a par dos seus conhecimentos que quis demonstrar possuir, o que é facto é que NÃO HOUVE FACTOS! Milagre!? Esperemos pelos próximos episódios...
Remígio Costa
sexta-feira, dezembro 30, 2016
PORTO (DES) LIGADO
Taça da Liga
2ª jornada
Estádio do Dragão, Porto
19:15h - Sportv1
Tempo: frio e seco
2016.12.29
Espectadores: 41325
FC do PORTO, 1 - Feirense, 1
(ao intervalo: 0-0)
FCP: José Sá, Maxi Pereira, Boly, Iván Marcano, Rúben Neves, Hèctor Herrera (C), aos 79 Óliver Torres, João Teixeira, aos 79' Rui Pedro. Jesùs Corona, Yassime Brahimi e Depoitre.
Equipamento: oficial tradicional.
Treinador: Nuno Espírito Santo (NES)
Arbitro: João Pinheiro (AF Braga)
GOLOS: 1-0 aos 49' por Iván MARCANO rematando de cabeça um cruzamento de Hèctor Herrera para o centro da área com bola a entrar junto ao poste; 1-1 aos 73', por Flávio Ramos, em remate de cabeça na sequência de um livre direto por falta de Maxi Pereira, marcado sobre a área e elevando-se sem oposição dos centrais portistas e de forma a tornar infrutíferos os esforços de José Sá para deter a bola a entrar junto ao ângulo da baliza.
A melhor jogada do ataque portista ocorreu aos 5' quando Yassime Brahimi, entrando pela esquerda em slaloom com a bola a cede a Depoitre que lha devolve com um pequeno toque e o argelino em progressão para enquadramento a leva, num remate de grande execução técnica, a bater na trave gorando-se a primeira grande oportunidade da partida. A partir deste lance e até ao fim várias ocasiões para abrir o marcador foram criadas pela equipa azul e branca, as quais foram anulados pelas intervenções espetaculares do guardião feirense Vánan Alves, por má conclusão das jogadas levadas até à baliza dos visitantes ou intervenções oportunas dos defesas da equipa da Feira. Mas foi José Sá que aos 83' e com o marcador em 1-1 evitou maior dano para os Dragões ao voar para sacudir a bola para canto em remate de golo feito!
Numa apreciação final sobre o comportamento da equipa do FC do Porto nesta partida oferece-me dizer que me fez lembrar o princípio de época. Jogo em ritmo moderado, futebol "mastigado", passes mal executados e pior concluídos. Valeu em determinadas fases do jogo a classe e o empenho de alguns jogadores que esperam voltar à titularidade com Hèctor Herrera, ou dar nas vistas como procurou aparecer João Carlos Teixeira ou a demonstração da boa fase que atravessa Yassime Brahimi quiçá para chegar em excelentes condições aos torneio africano. De resto, tudo muito abaixo do exigido sobretudo porque o FC Feirense apresentou-se no Dragão com fundadas aspirações de discutir o jogo mostrando ser um conjunto muito coeso, com algumas unidades de excelente técnica, combativo e com um plano bem estudado para esta partida que cumpriu de tal modo que o empate é prémio pequeno para a qualidade de jogo que demonstrou.
José Sá não teve qualquer responsabilidade no golo sofrido e salvou o Porto do escândalo; Maxi Pereira, Alex Telles, Rúben Neves, Iván Marcano, Jesús Corona, não atingiram nível acima do suficiente; Boly teve culpas por falta de marcação no golo Feirense; Depoitre andou por todo o lado menos no sítio certo e nunca, com exceção de um cruzamento com o tempo a escoar que rematou mal de cabeça, foi servido como ele precisa. Jesús Corona apático e desinspirado raramente saiu bem das assistências que tentou. Fez falta à equipa. Óliver Torres não teve tempo para alterar a situação e Rui Pedro não foi boa ideia do NES, para aquele momento do jogo.
Alguém anda a rir-se do Futebol Clube do Porto ao nomear o João Pinheiro para esta partida no Dragão, depois do que fez há dois meses em Setúbal. Ontem voltou a errar de forma grosseira em desfavor do FC do Porto, ao interpretar de forma diferente da que o Benfica Paixão teve no Estoril ao dar penalti num lance em que o jogador da casa com o braço apoiado no chão corta a bola, com a diferença de que no jogo de ontem a bola iria para a baliza se não tivesse sido intercetada com os braços do defesa do Feirense, noutro lance é Hèctor Herrera que é atropelado dentro da área e o Pinheiro não vê, é baixinho; também Boly leva com a bola na mão dentro da área sem mexer o braço e o Porto teve sorte porque se o Pinheiro do relvado ou o pinheirito da lateral tivessem visto a penalização era certa. Mas não é só na avaliação dos lances dentro da área que o Pinheiro do Bom Jesus falha, também na avaliação de faltas em jogadas no relvado em que confunde infrator com vítima, subvertendo a expressão in dubio pro reo já que na maioria dos lances só ele é que tem dúvidas em julgar faltas a favor do Futebol Clube do Porto.
segunda-feira, dezembro 26, 2016
POR QUE EU NÃO POSSO RESPEITAR O BENFICA.
Alguns adeptos do clube da Dona Victória (ave protegida pelos regimes desde a entrada em vigor da Constituição de 1933...) não apreciam algumas das minhas partilhas com que me deparo no face referentes ao clube do regime. Estão no direito deles, não preciso de conhecer o que pensam a respeito e não estou preocupado com a avaliação que lhes atribuem A maior parte das vezes nem conheço o autor dos vídeos e o titular da conta onde os vejo, mas sei a cor e conheço dados bastantes do curriculo de alguns que se babam como alarves quando publicitam nas suas páginas próprias charlas e imitações desprovidas de senso e educação moral e cívica na tentativa de apoucar e ridicularizar figuras de Clubes honrados e vencedores que se distinguiram pelo mérito e sucesso do trabalho que ao longo de vida, a coberto de contra-resposta que o confronte com as suas limitações e incongruências.
É o caso do vídeo que aqui trago e fui buscar ao sítio de um indivíduo que pretende passar por democrata pregador de boas doutrinas sem as exercer, grandes conhecimentos e relacionamento com figuras da vida política local e nacional e até de Angola onde fez quase toda a sua vida particular, isento e educado e avô cantigas. Antes de o ter deixado de seguir, melindrou-se quando o confrontei com factos públicos e evidências judiciais passados em julgado relativos aos presidentes do clube alfacinha, que ele agora faz questão de se dizer, respondendo às afirmações ofensivas que publicou referentes a Jorge Nuno Pinto da Costa. Melindrou-se, não está habituado à contradição e, incapaz de encontrar argumentos credíveis para se defender, fugiu para voltar à sua tribuna onde é dono e senhor da palavra e perito em distribuir lixo sem o separar e atar em sacos pretos para levar ao contentor.
Vejam e que venha alguém depois pedir-me moderação quem tomar conhecimento e der assentimento a esta miserável e inaudita ação saída como um arroto do bestunto infetado de um seguidor do clube dos sete milhões de fanáticos adeptos.
terça-feira, dezembro 20, 2016
GRANDE NOITE DE FUTEBOL NO DRAGÃO COM SEGUNDA PARTE ÉPICA DA EQUIPA PORTISTA!
Liga NOS
14ª Jornada
Estádio do Dragão, Porto
2016.12.19 - 20:00 horas
Sportv1
Tempo: seco e frio
Espectadores: +- 30000
FC DO PORTO, 2 - CD Chaves, 1
(ao intervalo: 0-1)
FCP: Iker Casillas, Maxi Pereira, Felipe, Iván Marcano (C), Alex Telles, Danilo Pereira, Óliver Torres, aos 82' Rúben Neves, Yasine Brahimi, aos 85' João Teixeira, Jesùs Corona, Diogo J. e André Silva.
Equipamento. oficial tradicional
Treinador: Nuno Espírito Santo
Árbitro: Vasco Santos (AF Porto)
GOLOS: 0-1 aos 12', por Rafael Lopes. Do lado esquerdo, perto do bico da grande área, Felipe ao tentar recuperar a bola escorregou e caiu, permitindo que o avançado do Chaves a recuperasse e, com ela controlada e à vontade, bateu forte em direção à baliza. O esférico bateu na bota de Danilo Pereira, ganhou efeito e, em arco por cima de Iker Casillas que entretanto saíra da baliza. O empate surgiu aos 72' numa estupenda entrada de cabeça ao primeiro poste de Depoitre que entrara no jogo aos 64' substituindo Diogo J., dando seguimento a um excelente cruzamento de Alex Telles. O golo do triunfo foi obtido num monumental pontapé de longa distância de Danilo Pereira, aos 77' a fazer entrar o esférico junto ao poste do lado esquerdo da baliza depois de bater no relvado de nada valendo a estirada do guarda redes flaviense. Um golo monumental, de raiva e de vingança perante as incidências desfavoráveis que a equipa teve que superar no decorrer do jogo, levantadas pela equipa adversária e pela da arbitragem.
O jogo foi vibrante, emotivo, de grande intensidade competitiva e de incerteza quanto ao desfecho final, com os dois conjuntos a disputarem cada palmo do relvado no limite das respetivas capacidades. Principiou melhor o Futebol Clube do Porto que nos primeiros cinco minutos da partida conduziu a bola nas imediações da área flaviense. Mas logo se notou que o Chaves não vinha cumprir calendário ao Dragão pelas dificuldades que levantava à equipa portista para organizar o seu jogo e pela eficácia nos desarmes e disponibilidade para criar perigo quando partia para a ofensiva. Com o golo feliz aos 12', o Chaves acreditou poder discutir o jogo, cresceu na agressividade na anulação individual dos jogadores da casa beneficiando da complacência do critério de Vasco Santos, e o Futebol Clube do Porto não estava a concluir com eficácia as investidas à baliza dos transmontanos. Entretanto os forasteiros mantinham elevado nível de perigo nos contra ataques em velocidade, e foi uma extraordinária defesa de Iker Casillas que evitou o 0-2 aos 34', e aos 39' e 41' repetiu as pretensões com remates perigosos.
O período complementar o Futebol Clube do Porto entrou no jogo transfigurado logrando consumar uma exibição como há muito não se via no Dragão! Nervo, raiva, entrega total, emoção, coração, virtuosismo, classe, paixão, portismo! ´Jogos que ficam para sempre na alma e na memória de quem os presencia, deleite de quem aprecia e ama o futebol que fazem acreditar na perenidade deste desporto mágico.
Aos 53' André Silva rejubila com os companheiros depois de apontar de cabeça o golo do empate e todos ficam estupefactos quando se dão conta de que o lance foi anulado por fora de jogo. Como!? O quê!? Off-side!? Onde' Quem, cretino, cegueta, vesgo, incompetente!' Por que só tu viste ilegalidade no lance? Estavas a pensar em quê, no Pai Natal? Viouchers!? Camisolinhas ou futuro lugar na estrutura da quadrilha!? Vai trabalhar para as obras ganhar a vida honestamente. Até ao fim, depois, foi um girândola das festas da Senhora d'Agonia. Com um minuto de intervalo as jogadas de massacre sucediam-se na baliza do Chaves: 54', 57', quando Maxi Pereira fica esmagado debaixo de um contentor que lhe cai em cima, o Vasquinho Santinhos nem se preocupa com a vítima, faz de conta que não é com ele, André Silva aos 58', aos 59', aos 60' e Iker a defender remate forte, aos 62' responde o Porto, aos 64' Depoitre serve André Silva que voa mas não tão depressa, aos 69, 71', e aos 72´o golpe fulgurante de Depoitre para a reviravolta justificadíssima! Aos 76' Jesùs Corona tira (finalmente!) um excelente cruzamento para Depoitre, mas Filipe agarra no ar. Aos 77' Filipe não teve categoria para travar a bomba de Danilo Pereira, e a justiça divina.
O comportamento dos jogadores nesta noite de tanta intensidade emocional e de enorme espetáculo foi de tão alto nível que não é justo fazer distinções. Bravo, rapazes! Bom Natal, festas felizes. Obrigado, Porto.
Ouçam, esta continuidade de erros de arbitragem que vem ocorrendo contra o Futebol Clube do Porto nesta campeonato não pode continuar. Deve ser caso único no mundo uma equipa ver escamoteados por erros grosseiros da equipa de arbitragem QUINZE lances comprovados sucetíveis de sanção máxima em CATORZE jogos! É inacreditável que os dirigentes, a imprensa, as entidades desportivas passem ao lado desta anormalidade desportiva e não usem a sua autoridade para fazer cumprir os regulamentos e meter na ordem os incompetentes que denigrem o futebol.
sexta-feira, dezembro 16, 2016
A UM PONTO DO PONTO DE ENCONTRO.
I Liga
15º Jornada (Jogo antecipado)
Estádio do Dragão, Porto
Hora: 20:30 . sporttv1
Tempo: chuva
Assistentes: superior a 22 000
FC do PORTO, 2 - SC Maritimo, 1
(ao intervalo: 1-0)
FCP: Iker Casillas, Maxi Pereira, Felipe, Iván Marcano (C), Alex Telles, Danilo Pereira, Óliver Torres, aos 84' Rúben Neves, Jesùs Corona, aos 84' João Carlos Teixeira, Yassine Brahimi, aos 73' Héctor Herrera, André Silva e Diogo J.
Equipamento: oficial tradicional
Treinador: Nuno Espírito Santo
Árbitro: Bruno Esteves (Lisboa)
GOLOS: AOS 45' por Yasine Brahimi em remate a entrar entre o poste e Gotard, a aproveitar o ressalto de um remate de Diogo J que bateu num adversário, em luta de corpo com um defesa do Marítimo junto à linha de fundo; 2-0 aos 67´por André Silva numa assistência de Yasine Brahimi, a bater a bola forte e seco para o lado direito do guarda redes insular. O golo do Marítimo foi obtido por Dyoussé aos 85´que ganhou a bola a Felipe e rematou forte e colocado de nada valendo o voo de Iker.
Não tive oportunidade de ver o jogo na tv em tempo real, porém, dos comentários e imagens que ouvi e vi no Porto Canal sobre a análise do encontro e de uma passagem pelas folhas de "O JOGO", julgo poder extrair as seguintes afirmações:
- O Futebol Clube do Porto atingiu um nível de exibição global na linha das últimas atuações, mais evidente no primeiro período;
- Nunca permitiu ao Marítimo alguma ascendência na partida, o qual foi quase inofensivo no ataque com apenas um remate não enquadrado com a baliza no primeiro tempo e mais três na segunda tendo chegado ao golo no único pontapé em que a bola poderia entrar. Iker Casillas não fez qualquer defesa em todo o tempo do encontro.
- Yassine Brahimi mereceu especial destaque pela excelente jogada que protagonizou e pelo golo conseguido num difícil remate em ângulo muito apertado, bem como pela assistência para André Silva concretizar e atingir a dezena de golo e igualar a melhor marca da I Liga.
- João Carlos Teixeira, suplente utilizado entrou e agradou
- Bruno Esteves, da AF de Lisboa e o auxiliar da bancada ocidental, cometeram dois erros graves contra o Futebol Clube do Porto: aos 11' e o marcador em branco Maxi Pereira foi rasteirado com um pisão do defesa do Marítimo dentro da área numa situação de concluir com sucesso um jogada de golo. Bruno Esteves, sem impedimento visual de qualquer espécie, vê a irregularidade mas não quis assinalar uma grande penalidade a favor do FC do Porto que elevou a conta dos erros grosseiros nestes lances para TREZE nos jogos até agora realizados. O auxiliar referido, anulou por fora de jogo a Maxi Pereira quando ele se isolava dentro da área a caminho da baliza num lance em que as imagens mostram, sem equívoco possível, a legalidade da posição do defesa portista no início da jogada.
- O Dragão está a chegar ao topo do poço onde o quiseram abafar e apresta-se para chegar ao ponto de encontro com a liderança. Há um ponto para recuperar, por agora, porque para somar pontos só vencendo se consegue...Certos, certos, mesmo que somados por antecipação, são os que o FC do Porto adquiriu que já jogou e venceu.
INSÓLITO: O clube da Dona Victória irá completar na próxima jornada do campeonato de primeira Liga, QUATRO partidas contra equipas que mudaram de treinador antes. Mala suerte, ombre, diria Jesús!
segunda-feira, dezembro 12, 2016
FEIRA DE MEL.
(Fotografia O Jogo online)
13ª jornada
Estádio Marcolino de Castro, Feira
Domingo, 16:00 h - sport tv
2016.12.11
Tempo: céu limpo de nuvens
Relvado: estado aceitável
Espectadores:(+-) 6000
GD Feirense, 0 - FC do PORTO, 4
(ao intervalo: 0-2)
FCP alinhou: Iker Casillas, Maxi Pereira, Felipe, Iván Marcano (C), Alex Telles, Danilo Pereira, Óliver Torres, aos 65' André André, Jesùs Corona, aos 57 Hèctor Herrera, Yasdine Brahimi, André Silva, aos 70' Rui Pedro e Diogo J.
Treinador: Nuno Espírito Santo:
Árbitro; Luís Ferreira (Braga)
GOLOS E MARCADORES: 0-1 aos 4', por André Silva, na conversão de uma grande penalidade. Estava o jogo no minuto 3º, André Silva isola-se na área com a bola à sua frente ultrapassando Icaro que o derruba com encosto da mão no flanco direito. Com remate forte para a esquerda do guarda redes e sobre a relva, André concretiza o golo com segurança e frieza; 0-2 aos 33' por Yassine Brahimi, em lance iniciado num lançamento da linha lateral de Maix Pereira, com a bola a chegar ao argelino postado dentro da área nas costas do aglomerado de jogadores, com tempo para controlar e rematar para o golo com tranquilidade; 03 aos 55', por Iván Marcano, com a testa e sobre a linha de golo dando sequência a remate de Felipe de cabeça dando a sensação de que daria golo sem intervenção do capitão portista. Um golo "a meias"; 0-4 aos 66', com Yassine Brahimi a lançar Alex Telles pela esquerda que a conduz até à linha de fundo e apertado por um defesa executa um centro com conta e medida para André Silva concretizar de cabeça elevando-se entre a defesa.
- 14º jogo consecutivo em várias competições sem perder
- sete jogos sucessivos sem golos sofridos - 660'
- melhor defesa da I Liga com cinco golos consentidos - a MELHOR DE SEIS LIGAS EUROPEIAS à 13ª jornada
- subida ao 2º lugar da classificação geral
- segundo melhor marcador de golos do campeonato com nove golos a um do 1º, Marega, jogador do FCP a jogar emprestado no Vitória de Guimarães
- equipa com muito maior número de decisões erradas das arbitragens com influência direta nos resultados negativos para a classificação.
Adiantando-se no resultado nos primeiros minutos da partida e a jogar contra o Feirense, último da classificação geral, reduzido a dez unidades por expulsão de Icaro no lance de que resultou o penalti justamente assinalado, se algumas dúvidas houvesse sobre o resultado final elas dissiparam-se totalmente perante a evidência dos factos. E, ainda que a equipa de José Mota não baixasse os braços nem mostrasse estar disposta a facilitar a vida a Nuno Espírito Santo -aos 18' levou mesmo a bola à base do poste de Iker Casilas em excelente remate de ressaca, graça que teimosamente repetiu, à barra, aos 89' com o marcador encerrado- o Futebol Clube do Porto assumiu com tranquilidade e segurança a liderança do jogo sem dificuldades de maior, desaproveitando, até, excelentes oportunidade de fazer subir os números substancialmente.
Exibição q.b. com abertura para substituições e ensaio de sistema alternativo, lances individuais para apuramento da técnica sempre sem acelerações no ritmo acima das 2000 rotações e necessárias quando o desenvolver das jogadas o requeria.
Sem lugar para grandes destaques exibicionais numa escala de honra, há que relevar o excelente trabalho da defesa, sempre atenta e eficaz na anulação das ofensivas feirenses. No miolo Danilo Pereira e Óliver Torres são alfa e omega da vida coletiva da equipa e causadores dos lances ofensivos mais bem concebidos e perigosos do ataque dragoniano, onde Jesùs Corona os burila com a arte de tecelão exímio para obsequiar André Silva, Yassine e Jota, ávidos de os valorizarem na bolsa dos golos. Rui Pedro mantém a sua prescrição de entrosamento ativo no grupo de elite, Yassine Brahimi informa ter esconjurado espíritos malignos e estar de cabeça limpa, André Silva segue e sobe.
Tende paciência carpideiras velhas, não é a morte do Dragão que tereis que carpir...
Quando a equipa de arbitragem não condiciona o resultado final faz o que lhe compete.
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