segunda-feira, dezembro 05, 2016

O DESPONTAR DE UMA ESTRELA.

Golo de Rui Pedro- FC Porto 1 - 0 SC Braga Primeira Liga - 11ª jornada. 2016.12.03 - Estádio do Dragão -o mais belo do mundo!
 
 JOSE COELHO/LUSA


UM POR TODOS E TODOS POR UM.




r.c.

domingo, dezembro 04, 2016

GÉNIO DE RUI PEDRO DESFEZ O BRUXEDO.


RUI PEDRO, UM JOGADOR À PORTO.


Primeira Liga
11ª jornada
Estádio do Dragão, Porto
2016.12.03 - 20:30h
Tempo: Frio s/chuva
Assistência: mais de 31000.
Equipamento: oficial tradicional.


            FC do PORTO, 1 - SC de Braga, 0
                               (ao intervalo: 0-0)  

FCP alinhou: Iker Casillas, Maxi Pereira, Felipe, IVán Marcano (C), Miguel Layún, aos 74' Hèctor Herrera, Danilo Pereira, Óliver Torres, aos 74' Rui Pedro, Otávio, aos 45'+1'. Yassim Brahimi, Jesùs Corona, André Silva e Diogo J. 
Treinador: Nuno Espírito Santo

Árbitro: Carlos Xistra (AF Castelo Branco) 

GOLO: RUI PEDRO, aos 95'+1', numa jogada iniciada por  Hèctor Herrera, a entregar a Danilo Pereira, passe deste para Diogo J que lança, de costas para a baliza para a receção de Rui Pedro lançado em corrida com a bola dominada e Marafona a sair ao seu encontro, a executar com arte e frieza polar um genial "pico" sobre Marafona, num golpe mágico a desfazer a bruxaria prostituta da má sorte lançada sobre o Dragão.


         - A equipa do Futebol Clube do Porto protagonizou um jogo épico como raras vezes acontece nos estádios portugueses.

         - Deu festival ofensivo em cerca de setenta minutos do tempo de jogo.
  
         - Rematou trinta vezes à baliza, com quinze remates enquadrados.

         - Viu dois lances de golos anulados por "olhos de falcão", um dos quais bastante duvidoso,

         - Leva quatro jogos com a baliza trancada, somando mais de quinhentos minutos sem sofrer golo, Iker Casillas foi batido cinco vezes numa dúzia ou mais de jogos, em confrontos com adversários internos e estrangeiros

         - Em todos os confrontos que a equipa de José Peseiro realizou esta época fora de casa em nenhum deles teve postura tão escandalosamente defensiva como neste jogo. Parece ter levado a pedreira do Axa para  tapar com uma parede a figura de Marafona. Está descoberta a razão porque Peseiro tem um carreira de fracasso.

         - Sem estar cumprido um  terço da prova tem 4 pontos menos que o primeiro da classificação geral e menos dois do que o segundo, os quais irão defrontar-se na próxima jornada.

         - Tem sido a equipa mais prejudicada pelos erros de arbitragem em situações que a soma de todas as outras equipas não chegam para os superar.

         - Foram precisos ONZE jogos para que o Futebol Clube do Porto tivesse encontrado uma arbitragem equilibrada e sem falhas que condicionassem a verdade do resultado.

         - Possui o conjunto com a média de idade mais baixa  de todas as equipas da primeira liga, não considerando IKer Casillas.

         - Rui Pedro, o herói provável da noite memorável tem 18 anos e fez a sua estreia no campeonato. 

          Não há margem para dúvidas na justiça dp resultado, senão que peca apenas pela escassez dos golos. A partir dos vinte e cinco minutos só uma equipa esteve no relvado a fazer tudo para vencer. Antes do SC de Braga ter ficado reduzido a dez unidades, aos 35' já o Dragão viu três lances de golo não concretizados. A jogar como José Peseiro entendeu que a sua equipa devia jogar, um jogador a mais ou a menos não tem relevância. São duas a pernas a menos numa floresta delas.

          Desde Nuno Espírito Santo, passando por todos os jogadores utilizados, banco de suplentes, claque e espetadores que se mantiveram nos repetivos lugares até aos 90'+9', formaram um TODO, "à Porto". A forma como vibraram no inesquecível quadro do golo de RUI PEDRO há de prevalecer na memória do mundo azul e branco por muito tempo. 

         Unidos venceremos!

         Já há tempos escrevi que Carlos Xistra mostrava ter adquirido progresso na qualidade do seu desempenho, notado a partir da última época na qual não protagonizou atuações negras como lhe era peculiar. Ontem o seu trabalho foi muito meritório, não se descontrolou e logrou atingir nível de equilíbrio muito acima do que a equipa do Porto tem vindo a constatar, com reflexos nos resultados penalizadores verificados. Muito bem no lance do penalti e na expulsão e compensação do tempo perdido por Marafona (um grande guarda redes, indubitavelmente)  e nos lances de maior incerteza decidiu de modo a não ser penalizado por se enganar a favor do FC do Porto, como prescreve a "bíblia" dos "vigilantes" do clube da corte.

          

quinta-feira, dezembro 01, 2016

SÓ PODE MELHORAR. VAI MELHORAR.

 

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Taça CTT
Grupo B -3ª fase - 1ª jornada
Estádio do Dragão, Porto.
2016.11.29 - Hora: 21:15.
Transmissão rtp e sportTV
Tempo frio e seco
Espectadores: + de 16000.


       FC DO PORT0, 0 - FC "Os Belenenses", 0


FCP: José Sá, Silvestre Varela, aos 61' Rui Pedro (18 anos, Porto B, estreia), Felipe, Ivàn Marcano (C), Inácio, brasileiro, Porto B, 18 anos estreia, Rúben Neves, André André, Hèctor Herrera, aos 74' João Carlos Teixeira, Evandro, Yasime Brahimi e Depoitre, aos 61' Àdrian Lopez.
Equipamento: oficial tradicional.

Treinador: Nuno Espírito Santo 

Árbitro: Nuno Almeida (AFA)


           Três dias após  se terem defrontado no Restelo, para o campeonato da I Liga, de que resultou um empate sem golos, o Futebol Clube do Porto e o Belenenses voltaram a encontrar-se, agora no estádio do Dragão, em estreia da reformulada terceira prova do calendário nacional, a Taça de Liga ou CTT, com idêntico desfecho. Ambos os conjuntos escalaram a equipa com elementos menos utilizados, com vista a dar tempo de jogo a atletas que. nos treinos, mostrem qualidade para serem opções válidas na equipa principal quando oportuno ou indispensável. Nuno Espírito Santo fez a equipa com apenas dois elementos habitualmente titulares: Ivàn Marcano e Felipe, a dupla de centrais que muito boa conta têm vindo a dar, contribuindo para que a defesa dos Dragões seja a menos batida a nível nacional e uma das que menos golos sofreu, até agora, na zona europeia: um golo nos últimos seis jogos disputados interna e externamente. 

          "Vou" para qualquer jogo da "minha"  equipa com a convicção de que os seus componentes tudo farão para alcançar o triunfo. No Restelo ou no Dragão, reconhecendo que não há jogos fáceis e vitórias asseguradas, entendia que o Dragão possuía mais fortes argumentos e vantagem em superar com êxito os dois confrontos, o que, em nenhuma das situações se verificou. Por isso, tal como os que como eu sentem e se regozijam com as vitórias e sofrem com os insucessos, não tenho razões para estar tranquilo e satisfeito.

          Não possuo bagagem técnica para análises dos sistemas e táticas a que os treinadores recorrem para obter os melhores resultados nas equipas que treinam. Entendo, até, que ele, o treinador, "é que sabe". Com a desvantagem em relação "aos outros" de que as suas decisões (e a competência) serão (sempre) testadas a posteriori. As dos "treinadores de sofá", essas, nunca abortam.

          Claramente, a equipa do Futebol Clube do Porto voltou a falhar neste confronto de "terceira linha". Independentemente da seriedade com que possam ter disputado o encontro, os atletas não mostraram superioridade relativamente aos jogadores de Belém na luta pela posse da bola, na destreza e precisão em cedê-la aos companheiros, na recuperação da posição certa, na opção correta na hora de decidir o lance, na execução do remate a tempo de evitar o desarme, na execução necessária e demonstração de excelente forma física porque não estiveram sujeitos a desgaste dos grande jogos realizados. Coletivamente, o futebol praticado deixou muito a desejar. Velocidade de cruzeiro na esmagadora percentagem do tempo de jogo, ausência de acelerações para tentar confundir o adversário, os jogadores exageradamente afastados uns dos outros, ora a decidir mal a jogada ora a exagerar no drible, baixo uso do jogo exterior, recurso excessivo da triangulações para levar a bola para o campo adversário dando aso à aglomeração de jogadores dentro e fora da área contrária, contra ataque com poucas unidades a terem que esperar o apoio dos companheiros, a defesa cautelosamente postada bastante atrás de linha do meio campo com a equipa lançada sobre a área contrária e uma ineficácia desvalida, deficiente, ás vezes chocante, a par de uma desoladora falta de fortuna que agrava o estado psíquíco e moral que a equipa atravessa com o peso dos resultados a tirar discernimento e clarividência.

           Este é o retrato que fiz da equipa do Futebol Clube do Porto neste jogo, que não venceu porque o adversário foi o contrário daquilo que atás escrevo, mesmo em inferioridade numérica mais de meio tempo, por ajustada decisão de Nuno Almeida ao expulsar Freddy por entrada violenta sobre Rúben Neves (vá.lá, vá lá que o Louletano viu e julgou sem que o médio portista tivesse ficado sem a perna). E manteria esta análise mesmo que a dona fortuna, sinicamente malvada e presente nos jogos do Porto há demasiado tempo, não ntivesse roubado ao estreante Rui Pedro, a memória gratificante de celebrar o golo do triunfo no último lance da partida, usando o poste para o negar.
 

           "Não há bem que não acabe nem mal que sempre dure", a sabedoria popular vai confirmar-se muito em breve. O "disco" vai romper-se no próximo sábado, no Dragão, contra o SC de Braga, os arautos da morte antecipada do Dragão voltarão a engolir sapos, que é que melhor gostam de fazer. O Futebol Clube do Porto não está afastado coisa nenhuma da conquista do campeonato, é tanga,  a distância não é insuperável como nos querem convencer, o Dragão estará na luta até ao último folgo da prova, palavra de portista convicto.

           Tinha visto no FC do Porto B, tanto Inácio como Rui Pedro. Ambos muito dotados, é fácil prever de que terão grande futuro. O avançado evidencia características inatas de ponta de lança de área, "à Gomes", é felino, tem remate espontâneo e joga de cabeça. Ao contrário de André Silva não se desgasta muito a ajudar a equipa em todo o relvado e em todo o tempo de jogo, aparece no sítio certo no momento exato. O defesa esquerdo brasileiro já demonstra qualidades de jogador feito, raçudo, bom passe à distância e cruza já com muito acerto. Depoitre, a minha desilusão.


           

         

         

domingo, novembro 27, 2016

DEFESA DE BETÃO E ATAQUE DE ALGODÃO.



Liga NOS
Estádio do Restelo, Lisboa
11ª jornada
2016.11.26

Espectadores: cerca de 6000
Estado do tempo: chuva intensa
Estado do relvado: ensopado e relva irregular


              FC "Os Belenenses", 0 - FC do PORTO, 0

FCP alinhou: Iker Casillas, Maxi Pereira, Felipe, Ivàn Marcano (C), Alex Telles, Danilo Pereira, Óliver Torres, aos 68' André André, Otávio, aos 74' Silvestre Varela, Jesùs Corona, aos 60' Depoitre e André Silva.

Treinador: Nuno Espírito Santo.

Árbitro: António Manuel Oliveira (AF Porto)


             Estavam decorridos 5' e o Belenenses consegue o primeiro remate da partida que passou ao lado da baliza; aos 13' é André Sousa que atira rasteiro ao poste perante a estirada de Casillas; aos 22'Jesùs Corona executa um passe a rasgar para Óliver Torres que entra na área isolado e não remata nem passa bem, gorando-se a primeira oportunidade flagrante de golo do FC do Porto; aos 32' Iker Casillas estica-se para socar um cruzamento, a bola segue para um avançado do Belenenses que executa um remate torto e mal; aos 41' Felipe é "cabeceado" na testa por Camarã, é vê um amarelo do Oliveira; aos 52', o mesmo jogador remata de cabeça ao lado da baliza em pontapé de canto; aos 55' Floirent, defesa da equipa da casa, safa sobre o risco um golo à vista, a grande oportunidade do Dragão em todo o encontro; aos 67' é André Silva a oferecer duas vezes seguidas, de cabeça, a bola ao g. redes de Belém; aos 69' Depoitre está em campo, Otávio vê-o e isola-o com um excelente lançamento, o belga escorrega (pareceu) rem remata nem passa; aos 75' Camará, que continua lá e não no balneário a tomar banho, remata à rede lateral; aos 79' é Maxi Pereira a tirar um bom cruzamento, três portistas três, nenhum deles acerta na "borracha" e a defesa da casa despacha para a frente; agora, vai o jogo nos 85', e Iker Casillas evita com uma grande defesa que Espírito Santo não core de vergonha quando tiver que se explicar na conferência de imprensa; chegados aos 89' em branco, André Silva a pedir descanso desperdiça serviço a jeito de André André; com 90'+1', Danilo Pereira tenta driblar para sair a jogar, escorrega, cai, faz falta, livre apontado não deu resultado e pouco depois, jogo acabado.

           É muito difícil comentar o desempenho da equipa do Futebol Clube do Porto neste confronto (difícil) com "Os Belenenses", porque não sou capaz de falar negativamente da equipa que tem nas camisolas o símbolo sagrado do meu clube do coração. Também, porque se o fizesse, juntar-me-ia ao bando daqueles que, por vício de profissão e proselitismo encapotado, o fazem em maior dimensão e muito mais competentemente do que eu, seguramente, o poderia fazer.

          O FC do Porto é uma equipa sem sorte, nesta temporada. Teve nesta semana um jogo desgastante em Copenhaga, teve que defrontar um Belenenses com tempo de sobra para chegar ao jogo física e psicologicamente bem preparada. Sendo um conjunto fisicamente bem dotado, o estado ensopado do relvado permitiu uma melhor adaptação às condições em que a partida decorreu. Jogo viril e musculado, intenso e desgastante, a equipa da casa esteve sempre mais à vontade do que o a dos Dragões, mais jovem e mais leve na maioria dos seus atacantes, habilidosos no trato da bola mas nitidamente mais desgastados embora empenhados. A equipa do Porto partiu-se em muitos períodos do jogo, abrindo um deserto entre o ataque e a defesa, permitindo que os jogadores de Belém percorressem grandes espaços sem oposição, situação em parte sustida após a entrada de André André. Para além do mais, dadas as condições climatéricas, e o que a mim me pareceu desgaste físico de alguns dos seus atletas, talvez que Nuno Espírito Santo devesse ser mais ousado e criterioso levando a jogo dois ou três elementos dotados de características adequadas para contrariar o maior poderia físico dos belenenses. É para isso que os clubes têm plantéis com vinte e sete unidades. Noite muito desinspirada na equipa do Norte, castigada por um resultado comprometedor para as aspirações e nefasta para crença do universo azul.

           O trabalho de Manuel Oliveira honra a arbitragem nacional. Qualquer árbitro inglês (ou até espanhol) que assistisse ao jogo ficaria envergonhado. É verdade que não assinalou penaltis contra o FC do Porto (erro criticável), não exibiu cartão vermelho a Felipe no lance em que foi agredido à cabeçada, André Silva não estava a dois metros da linha da defesa da casa para evitar estar fora de jogo, Óliver Torres não esperou que a bola fosse além da linha de cabeceira cinco metros para o fiscal de linha ter razão ao anular o lance, Otávio não ficou sem uma perna para Oliveira ver a entrada que sofreu e punir o causador, Maxi Pereira não levou calções com bolsos onde pudesse meter os braços ou levá-los atados atrás das costas e foi justamente punido com um cartão amarelo. Tudo bem, pá! Nota máxima para o Oliveira, já!

quinta-feira, novembro 24, 2016

PENAS DE CRESCIMENTO

FC Porto



Liga dos Campeões
Fase de grupos 
5ª jornada - 2ª mão
Em Copenhaga (Dinamarca)
2016.11.22

Assistência: 38 000 espect.

Tempo: frio e seco

Estado do relvado: irregular.

                     
                       Copenhaga, 0 - FC do PORTO, 0

FCP: Iker Casillas, Maxi Pereira, Felipe, Iván Marcano (C), Alerx Telles, Danilo Pereira, Óliver Torres, Otávio, aos 84' Evandro, Jesùs Corona, aos 84' Silv estre Varela, André Silva e Diogo J.
Equipamento: alternativo de cor amarela.

Treinador: Nuno Espirito Santo 

 Arbitro: M. Maži 


               Decorridos dois dias sobre o encontro de Copenhaga, o penúltimo da fase de grupos de Liga dos Campeões, o que continua mais presente do que me foi dado observar é que ao FC do Porto a sorte do jogo (mais uma vez na presente época) não o favoreceu. Numa partida que se desenrolou sem anormalidades da arbitragem e em que as equipas se empenharam honestamente para alcançar o melhor resultado, o jovem conjunto português superou, na qualidade do futebol praticado e no desempenho individual dos seus jogadores, a aguerrida e bem estruturada equipa dinamarquesa justificando amplamente um triunfo concludente.

              Foram várias e flagrantes as oportunidades de golo criadas pela equipa portuguesa, mais no período complementar, no decorrer da qual os "miúdos" dragões deram um verdadeiro festival de futebol! Óliver Torres, Otávio, Diogo J, André Silva e Jesùs Corona, um quinteto de fogosos e talentosos executantes como não se vê em todos os campeonatos da Europa no mesmo clube, brilhou num relvado irregular e escorregadio, contra um adversário difícil e com aspirações na prova,  surpreendendo os assistentes dinamarqueses empolgando a animada claque dos apoiantes portistas que se vez ouvir no estádio. Alguma imaturidade dos intervenientes ou quiçá um pontinha de sorte na conclusão das oportunidades criadas negaram à equipa do Futebol Clube do Porto um triunfo que seria, de todo, absolutamente justo e largamente merecido.

             Aos 13', 71', 72' e 83' Diogo J., aos 35', 56', em dois remates sucessivos, aos 69', 77' e 83' André Silva, aos 72' Jesùs Corona, 73' Danilo Pereiranão alcançaram as boas graças de um deus benfazejo e justo.

             A defesa manteve-se sólida e coesa e fechada aos golos como vem a conseguir há alguns jogos. Danilo Pereira aumenta de jogo para jogo a sua importância na equipa e o seu grande potencial. Os cinco magníficos acima referidos, mantendo a postura demonstrada neste jogo difícil e determinante, poderão continuar a dispensar os favores dos comentadores arcaicos mafiosos e dos media capturados da Corte centralista, porque têm qualidade acima da média e as vitórias que alcançarão a curto prazo irão comprová-lo. 

            Nuno Espírito Santo não mexeu na equipa antes de tempo e quando tirou da partida Jesùs Corona, o mexicano estava no limite, tal como Otávio que Evandro substituiu no momento próprio.

            A passagem à fase seguinte será decidida no Dragâo, contra os ingleses do Leicester, no último jogo da fase. Não tenho dúvidas de que se o Futebol Clube do Porto mantiver o espírito de Copenhaga e o apoio inteligente dos que estarão no estádio o grande objetivo do momento será atingido. Contra tudo e todos.