quarta-feira, junho 29, 2016

A ESPERANÇA INSTALA-SE NO OLIVAL COM O ESPÍRITO DE VIENA DE ÁUSTRIA.

Foto de Super Dragões.

    Magnífico grafit do artista mr. dheo, adepto do fc do porto, representando a histórica final de viena de áustria de 27 de maio se 1987 com o cap. joão pinto a erguer o troféu, rabath madjer na posição inesquecível do golo de calcanhar e futre a celebrar a seu modo, a partir de ontem à entrada do centro do olival. inspirador, sem dúvida!

 

          Nuno espírito santo assumiu ontem no centro de treinos e formação desportiva do porto/gaia, NO olival, em vila nova de gaia, o leme do transatlÂntico de pavilhão azul e branco, sob o olhar atento do experiente timoneiro do futebol clube do porto, jorge nuno pinto da costa. a tripulação vai, agora, ser testada e escolhida, de um lote heterogéneo de marinheiros nesta altura com vinte e nove na prova real, a saber:

 

Andrés Fernández, José Sá e Ricardo Nunes (guarda-redes); André André, André Silva, Brahimi, Evandro, Felipe, Francisco Ramos, Gonçalo Paciência, Hernâni, Ivo Rodrigues, João Teixeira, José Ángel, Josué, Marcano, Marega, Martins Indi, Omar Govea, Otávio, Quintero, Rafa, Rúben Neves, Sérgio Oliveira, Suk, Varela, Víctor García e Zé Manuel.

Não estão DANILO PEREIRA ao serviço da seleção portuguesa nem os africanos Aboubakar por problemas do voo de regresso a casa e Chidozie, com licença de adiamento de comparência. Alberto Bueno continua a contas com a lesão contraída na época passada. Os demais ausentes são os que participaram na Copa América e no europeu nas respetivas selecões da nação a que pertencem.

NOVIDADES: Felipe (Brasil), defesa central, João Carlos Teixeira (Liverpool) médio e Zé Manel (Boavista) avançado. Os demais fizeram parte do plantel principal na época finda, jogaram na equipa B campeã do II Liga ou atuaram sob empréstimo noutros clubes.

Motores em aquecimento, aí está o começo da pré-época. FORÇA, EQUIPA!
 

segunda-feira, junho 27, 2016

FATIOTA NOVA PARA REGRESSAR À RIBALTA DA FAMA.

        Tornou-se um ato corrente de gestão comercial dos clubes apresentarem  a  cada nova época algumas alterações no design do equipamento tradicional e, opções de novidade, algumas vezes exóticas, nos chamados alternativos. É o markting a impor as suas leis e o futebol é um mercado de excelência de que nenhum clube se permite alhear.

        O Futebol Clube do Porto que vem a ser vestido pela New Balance, apresentou recentemente os três equipamentos que as suas equipas de futebol irão vestir nas provas a disputar na época de 2016/2017. Se o equipamento oficial não sofreu (nem deveria) alterações significativas, já o mesmo não se poderá dizer dos dois alternativos cujo desenho e, sobretudo, as cores constituem verdadeiras novidades; nestas, o Clube identifica-se pelo logotipo do atual sponcer e, necessariamente, pelo glorioso, inigualável e belíssimo símbolo distintivo.

         O "meu" equipamento será para todo o sempre o das camisolas das duas listas verticais azuis com o distintivo sobre o coração; esclarece-se que este evoca Viena de 87, lá consta a imagem do herói em êxtase do mágico Rabath Madjer, eu recordo o memorável momento, mas vejo no André André a personificação do FC do Porto tripeiro, genuíno e garante da mística que faz do Dragão uma religião vivida com a genuína alma e raça do povo português. A cor preta e amarela dos apodados alternativos são apetecíveis para as camadas de simpatizantes mais jovens e têm subjacente a aplicação de técnicas de exploração dessa franja importante de mercado. Louvo a escolha de André Silva e de Danilo Pereira para figurarem nas camisolas, dois jovens com futuro de fama e proveito.

       
 
 Fotos obtidas no " Dragões Diário"



sexta-feira, junho 10, 2016

FICOU VAGA UMA CELA NA CARREGUEIRA...

Estado assume dívida de Luís Filipe Vieira ao BPN Negócios | jng@negocios.pt | 21 Novembro 2013, 08:59
Estado assume dívida de Luís Filipe Vieira ao BPN


Dívida de 17 milhões de euros passou para a Parvalorem. Falta ainda apurar se resultou de esquema fraudulento, avança o "Diário de Notícias".
O presidente do Benfica e um sócio estão há quatro anos a ser investigados acerca do seu alegado envolvimento num esquema fraudulento que prejudicou o BPN. Mas os prejuízos da operação, avaliados em 17 milhões de euros, já foram transferidos para o Estado, que arcará com eles.

Segundo a edição desta quinta-feira do “Diário de Notícias”, o Estado, através da Parvalorem (empresa que gere os créditos do BPN), herdou uma dívida de 17 milhões de euros dos empresários ao banco. Esta dívida poderá ter sido gerada por uma burla orquestrada por Luís Filipe Vieira e o seu sócio Almerindo de Sousa Duarte, uma situação que ainda está sob investigação e da qual o "DN" dá alguns pormenores.

O crédito estava colocado no BPN IFI em Cabo Verde mas, segundo relata o jornal, o BIC, liderado por Mira Amaral, recusou-se a herdá-lo, pelo que o encargo ficará à responsabilidade da Parvalorem.

sábado, junho 04, 2016

FALTAM AS LISTAS BRANCAS À CAMISOLA DE SONHO

        


          Todo azul, por dentro e por fora. E não é por acaso que optou (entre outras cores...) pelo azul da escolinha do Sport Clube Vianense, na esteira do avô paterno que andou com ela em duas épocas na equipa júnior do clube centenário de Viana do Castelo.

           Possui estatura para mais dos dez anos há dias celebrados. Joga simples, é sereno, tem visão de jogo e (bom) sentido coletivo de equipa. Ensaia com frequência remates à distância e disputa a posse de bola sem recurso frequente à falta. As qualidades estão lá, haja quem as reconheça e saiba potenciar.

          Estilo do alemão Bakembauer, do Bayern de Munique, para quem o viu jogar.


          Segue na primeira linha do ensino obrigatório. É a prioridade. Depois, "a bola"

        Segunda fila, terceiro a partir da esquerda. Vitória por 3-8, contra o Neves FC, no Estádio do Neves FC (campo da formação) em 4.06.2016.

             Camisola azul, hoje. Amanhã (quem sabe?!) com duas listas brancas verticais desenhadas, o equipamento "de sonho"...

          L.P. Costa, o futuro é azul e branco.

      Fotos: doLethes
R.C.     

quinta-feira, junho 02, 2016

O TEU ÊXITO SERÁ O DOS ADEPTOS DO FC DO PORTO, NUNO!

  (O Jogo online) 

"Espero ver o FC Porto campeão já na próxima época"




       Sendo a escolha do treinador da equipa principal um ato da exclusiva competência da SAD, aos sócios e seguidores do Futebol Clube do Porto resta a atitude de confiar e acreditar que a opção por Nuno Espírito Santo é a mais acertada. Para nada conta, agora, continuar a alimentar convicções pessoais, muitas delas totalmente irrealistas, de que uma qualquer outra badalada figura sugerida pelos media reunisse todos os predicados que o exigente cargo requer. É de todo impensável aceitar que nas circunstâncias que têm vindo a afetar o prestígio do Dragão nas três últimas temporadas não estejam identificadas todas as causas que deram origem à situação atípica a que o vitorioso baluarte do futebol luso chegou sem que não tivesse sido avaliada e ponderada ponto por ponto a competência do eleito capaz de reabilitar o prestígio abalado.

       Nuno Espírito Santo, um jovem de apenas 42 anos, só muito excecionalmente poderia ter um grande e valioso currículo. Também Artur Jorge pouco ou nada tinha provado quando assumiu o lugar e acabou campeão europeu na memorável noite de 27 de maio de 1987, em Viena de Áustria. Recordo o desabafo de um sócio da bancada coberta do Estádio das Antas no jogo em que pela primeira vez o professor ponta de lança do "pontapé de moinho" comandou a equipa: -Não tem currículo...Pois não.

        Se a contratação do Nuno não der certo (e eu alimento a esperança de que vai dar), jamais direi que melhor teria sido este ou aquele. Enquanto Nuno Espírito Santo se mantiver na linha reservada em frente ao banco de suplentes a dirigir a equipa, nenhum outro ocupará o meu pensamento. Nem refiro, neste momento, qualquer dos nomes antes badalados. Deixo isso para o infalível cronista MST, que, na sua última tirada escrita, já demonstrou ter a sua "arma de arremesso" apontada e pronta a usar para o caso de insucesso. E para alimentar fações...

      

quarta-feira, junho 01, 2016

FIGO SECO.

         
FC Porto: SAD apresenta prejuízo de 37,9 milhões de euros
 O Presidente do Futebol Clube do Porto é o dirigente de Clube com mais troféus conquistados no mundo!
             

             Depois de ter arrumado as chuteiras, o Figo (Luís) nada fez de relevante em prol do futebol português. Tal como procedeu enquanto jogador trocando de clube por quem mais lhe pagasse, procura agora chegar a um cargo nas estruturas dirigentes que lhe permita aceder às faustosas benesses dos detentores do poder futebolístico mundial. Não esperem contudo que a sua ambição se cumpra na gerência de um clube português e, se tem assumido atribuições de representação junto da seleção nacional, tal facto tem em vista manter-se "na crista da onda" para poder surfar onda muito mais alta.

              Vá lá assim entender-se por que bulas aparece o Figo engravatado e laca na cabeleira à frente dos microfones dos media a palrar perdigotos sobre assunto da área de competência exclusiva dos sócios do Futebol Clube do Porto. Que direito lhe assiste de opinar sobre quem está ou deveria estar a dirigir o Clube da Invicta Cidade, qual é a sua autoridade na matéria para se pronunciar sobre a continuidade ou não como presidente da direção de Jorge Nuno Pinto da Costa, o líder de  futebol mais vencedor do mundo, como se atreve a intrometer-se numa área da gestão que não conhece nem lhe respeita? De que tem medo Figo? Que interesses representa? Está preocupado com quê e porquê? Por que não o preocupam a imprensa da corte alfacinha capturada, as caixinhas das camisolas, dos vouchers, dos personagens da misteriosa  porta 18, dos depósitos bancárias nas contas dos fiscais de linha em "paraísos fiscais", etc e tal que passam à frente do seu (atrevido) nariz?

               "Por que não te callas?!"

              

            

segunda-feira, maio 23, 2016

FALEMOS ENTÃO DO JOGO DA FINAL DA TAÇA.

           


               Depois de arrumar os cacos da mal sucedida (para o FC do Porto) refrega   da Taça de Portugal ontem disputada no Jamor, a minha convicção é a de que não me recordo de qualquer outra final em que o Futebol Clube do Porto tivesse enfrentado adversário tão fácil de vencer. Este jogo mostrou à evidência que o Sporting Clube de Braga chegou a este desiderato em má forma, intranquilo e incapaz de superar este momento menos exuberante das capacidades individuais e coletiva que, em determinada altura da época, demonstrou. Foi apenas calculista jogando a contar com a sorte do jogo e no aproveitamento cínico do erro do adversário. A caprichosa roda da fortuna entregou como que de "mão beijada" a Taça aos bracarenses por "falência danosa" dos atores da equipa azul e branca.

           Os adeptos não entendem o comportamento da equipa do Futebol Clube do Porto nesta importante final. O Clube precisava de vencer, não porque o triunfo tivesse importância transcendente para o seu valioso palmarés, mas sobretudo porque uma derrota tomaria dimensão de catástrofe em relação à época negra que a equipa viveu. Por isso, a forma inacreditável como aconteceu o golo inaugural com Helton, muito mais do que o jovem Chidozie a agir como um principiante canhestro, e mais tarde, a repetir o dislate ao pretender que Marcano, de costas para a baliza e com um adversário em cima, recebesse o esférico em condições de iniciar uma jogada normal, (sem esquecer a "brincadeira" de ensaiar fintar um jogador do Braga em cima da baliza, no que é reincidente) não agourava desfecho diferente do que veio a verificar-se. Depois de ter chegado ao empate e seguir para prolongamento, o Futebol Clube do Porto não soube (ou não pôde) aproveitar o efeito desmoralizador que o Braga acusou consentindo a igualdade no marcador, nem o nítido desgaste físico que a equipa evidenciava, aceitando o ritmo lento dos minhotos desejosos de levar a decisão para a aleatoriedade das grandes penalidades. Apesar de tudo, o Futebol Clube do Porto criou algumas boas oportunidades de desfazer a seu favor o empate as quais não foram concretizadas porque os remates bateram na barreira de esteios formada pelos jogadores do Braga e porque Marafona, que, por força da pressão sofrida, caía no relvado de cansaço a requerer assistência médica e recurso a spray de água gelada.

         Na marcação de penaltis, Helton teve tanta importância como no decorrer do tempo de jogo. Nenhuma. Oportunidade perdida para redimir-se. Poderia, ao menos, seguir o exemplo do guarda redes do Braga atirando-se dois metros para a frente do marcador, sempre estaria mais perto da bola. Não é palpite, mas José Sá não faria pior. 

         É óbvio que o Futebol Clube do Porto não venceu esta partida somente porque Helton não colaborou como seria normal. A equipa esteve aquem do exigível e (muito) desejável e não pode desculpar-se apenas com a falta de sorte. José Peseiro teve tempo de sobra para preparar esta final, dispôs praticamente de todo o plantel e nem sequer enfrentou um adversário em plena pujança e capacidade. Alguns jogadores traíram a confiança que lhes concedeu? Só ele saberá. Mas de um modo simplório de comentador de sofá, não restam grandes dúvidas sobre o verdadeiro valor de alguns jogadores que integram o plantel deste irreconhecível campeão e (também) de quem os comanda...